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Novembro Azul e Branco


NOVEMBRO: Saímos do Outubro Rosa e agora entramos no Novembro Azul, e existe o Novembro Branco também, vc sabia? * Novembro Azul: O câncer de próstata é o tumor mais frequente em homens no Brasil, compromete um em cada seis acima dos 50 anos. Representa cerca de 70.000 novos casos e 14.000 mortes por ano. O diagnóstico precoce é importante para se alcançar a cura e é feito através de rastreamento anual após os 50 anos de idade, através do toque retal e do PSA dosado no sangue. * NOVEMBRO BRANCO: Também é o mês de conscientização do câncer de Pulmão! O câncer de pulmão é a neoplasia que mais mata no Brasil e no mundo, sendo responsável por uma a cada cinco mortes relacionadas a doença. Cerca de 85% dos pacientes com esse diagnóstico, são ou foram tabagistas. Essa campanha é fundamental para alertar a sociedade para prevenção e combate à doença. Ações específicas para diagnóstico da doença, precisam ser incorporadas para que os resultados relacionados a essa doença sejam mudados.


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#OutubroRosa2017 na Igreja Batista Betânia


Estivemos participando do Culto das Mulheres Preciosas da Igreja Batista Betânia no dia 30/9 onde realizamos uma palestra e de lá saímos gratas a Deus pelo envolvimento destas mulheres com o Reino de Deus e com imenso desprendimento ao nos abençoar com doações para o Revifé e que estaremos levando para o Hospital Mário Kroeff em nossa Terceira Ação e Doação deste ano que acontecerá no dia 25 de outubro!

🙏🏻🙏🏻🙏🏻

Acesse nosso álbum Revifé no Outubro Rosa 2017 em nossa página no facebook

https://www.facebook.com/REVIFE/posts/1592463314151313


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Uma consulta…


flor4Daí, que um paciente de 57 anos entra no consultório, de cabeça baixa, e me conta que há 5 meses vem perambulando de médico em médico no seu convênio sem solução do seu problema:

Paciente:

“Eu fico pensando, em casa, nas coisas que eu quero falar para o médico mas, quando chega a hora da consulta, não dá tempo. O médico me pediu exame sem me examinar e disse que o que eu tenho é pedra nos rins. Disse que eu tenho que operar, me deu um remédio pra dor e pediu mais exames.”

Eu:

“E por que o senhor não falou o que precisava falar?”

“Fico sem jeito, porque esse negócio de dinheiro é complicado. Ele precisa chamar mais gente, né. Eu não posso tomar muito do tempo dele.”

“Então, hoje, eu quero que o senhor fale tudo que o senhor pensou em casa. Pode ser?”

“Estou emagrecendo muito e sentindo muita dor na barriga (…)”, queixou-se ainda de sintomas urinários.

Examinando… uma tristeza atrás da outra. Massa abdominal dura feito pedra e um fígado enorme… Emagrecimento de 17 quilos nos últimos 4 meses, sem ter feito esforço para isso. Pra quem não é médico, um paciente consumido, provavelmente, por câncer.

E o pior ainda está por vir:

Depois de 25 minutos de consulta, VINTE E CINCO MINUTOS, orientações feitas, exames pedidos com prioridade máxima, estendo minha mão e digo: “Temos um caminho longo pela frente, mas estaremos juntos, certo?!”

E ele me respondeu: “Esta foi a consulta mais longa da minha vida. E se eu passar ao seu lado na rua, você vai me reconhecer, né. Porque você olhou no meu rosto o tempo todo. Isso é legal… (olhos marejados – e eu também). Doutora, ninguém nunca examinou minha barriga. Muito obrigado!”

E eu pensei: “Eu que te agradeço…” Ele saiu, eu fechei a porta, chorei 3 minutinhos (pensando na minha vida) e chamei o próximo.

E viva a MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE, que me ensinou que posso chorar, só um pouquinho, levantar a cabeça e chamar o próximo. Sempre haverá o próximo. E desta vez, o próximo era uma criança linda e saudável!

Amém!

Em tempo: isso foi um desabafo… faço isso, às vezes, pra não ficar doente. Não é uma crítica a nenhum colega em especial, mas dá pra ver que grande parte da tecnologia que precisamos pra ajudar nossos pacientes está em nossas Mãos!

Cena descrita pela doutora Júlia Rocha


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#OutubroRosa – Debate na 93 FM


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Debate da rádio 93FM abordando o tema Outubro Rosa.

Sandra de Andrade, Deputado Arolde de Oliveira, Dra. Deusirene Moreira, Solange Oliveira da ABRAPAC e o apresentador do debate JR Vargas.

 


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Câncer de mama: Prevenir ou detectar?


A terapeuta e psicoterapeuta, Sandra de Andrade, coordenadora Nacional do PRB Alimentação, há 20 anos, foi acometida por um câncer de mama. Teve que fazer uma mastectomia para remoção da mama, passou por uma série de quimioterapias. Mas, saiu vencedora e hoje ajuda a outras mulheres, tendo como objetivo alertar sobre a importância da prevenção. Creio que vocês vão gostar muito do artigo escrito por ela. Leiam e compartilhem.

PRB

Câncer!

Assusta porque, mesmo em pleno século XXI e a vasta tecnologia, informações via internet e sem falar da mídia em geral, a questão do câncer, infelizmente, continua em evidência e muitas pessoas ainda não conseguem pronunciar “câncer”, mas “aquela doença…”. Para muitos, também, o fato de alguém passar por este mal já é sinal de estar sentenciado à morte.

Câncer = Morte. Não é bem assim. Realmente assusta, amedronta, faz com que venhamos até mesmo a repensar o nosso estilo de vida. Causa uma metanoia mental, emocional e até espiritual em alguns casos. Trocando em miúdos, muda radicalmente a vida e a família, porém, esta mudança também pode ser significativa de maneira positiva.

Venho realizando uma campanha permanente com a frase: “Câncer de mama… prevenir é o alvo!”, a qual trabalha dentro de uma realidade brasileira, que vive um caos. A palavra prevenção é por nós trabalhada com afinco e empenho por entendermos que a prevenção nos ajuda a crescer, a nos conhecer e a nos dar mais valor.

A prevenção, no caso do câncer de mama, é para a mulher e o homem. Continuar lendo


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Decisão ocorreu depois que Europa suspendeu produtos da marca.
Segundo Anvisa, trata-se de precaução; não foram identificados riscos.

Do G1, em São Paulo

Implantes da Silimed em foto de arquivo (Foto: Alexandre Durão/G1)Implantes da Silimed em foto de arquivo
(Foto: Alexandre Durão/G1)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira (2), a suspensão da venda e uso de todas as próteses implantáveis fabricadas pela empresa brasileira Silimed. Trata-se de uma “medida de precaução”, segundo a agência, tomada depois que uma inspeção na empresa revelou “não-conformidades relacionadas às  boas práticas  de fabricação”.

Durante a inspeção, realizada na empresa entre 28 e 30 de setembro pela Anvisa em conjunto com a Vigilância Santária da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro,  foi constatada a existência de partículas nas superfíices de próteses mamárias de silicone. Além dos implantes mamários, a Silimed também produz implantes de peitoral, glúteos, testículos, panturrilha e rosto. 

“A Anvisa está realizando a avaliação de risco desses produtos, incluindo a análise das amostras coletadas, e informará aos profissionais de saúde e à população sobre qualquer alteração no perfil de segurança”, afirmou a agência, em nota. O órgão salienta que, até o momento, não foram identificados riscos à saúde decorrentes do implante desses produtos, por isso quem já tem uma dessas próteses não precisa adotar nenhuma ação.

A interdição dos produtos é temporária, segundo a Anvisa, e deve durar até que as não-conformidades sejam corrigidas.

Na semana passada, os implantes produzidos pela Silimed foram suspensos na União Europeia após uma verificação da empresa por parte da certificadora alemã TÜV Sud, que também encontrou “a presença de partículas na superfície dos implantes mamários”.

A TÜV Sud, responsável pela certificação de dispositivos médicos, anunciou às autoridades sanitárias europeias a suspensão temporária do chamado registro CE dos produtos da fabricante brasileira, o que veta sua comercialização na Europa.

Empresa toma medidas
Em nota, a Silimed destaca que “a literatura técnica, a análise de risco e a vigilância pós-produção em todos esses anos demonstram que a presença de partículas estéreis (que não são micro-organismos), comuns em todos os produtos médicos, não representa risco à saúde”. A empresa afirma ainda que está tomando as medidas necessárias para agilizar o processo e apoiar os órgãos reguladores da Europa e do Brasil, no sentido de corrigir e reverter a situação.

“Em todos esses anos de trabalho, milhões de implantes foram produzidos e vendidos, e a empresa nunca teve um caso que demonstrasse a presença de micro-organismos em implantes”, diz a nota da empresa.