REVIFÉ é revivendo com fé!


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Seu depoimento


Queremos conhecer, e publicar com permissão, você que viveu ou vive o momento delicado que é conviver ou ter alguém na familia que tenha passado por um câncer. Independente do tipo, do seu sexo ou de sua religião!

Seu depoimento pode ajudar a muitos que não tem como expressar seus temores ou suas dúvidas como também seu depoimento pode ser de um pedido de ajuda, de apoio emocional para superar o que passou ou enfrentar o que está passando.

Entre em contato conosco através do e-mail revife@gmail.com e juntamente com seu depoimento, se você desejar, envie sua foto ou do seu ente querido. E se for seu desejo, não divulgaremos seu nome ou contatos. 

Pessoas de diversas partes do Brasil e do mundo acessam nossas postagens e temos a certeza que formaremos um grupo de pessoas que através de seus depoimentos iniciarão um processo de cura da alma como também serão instrumentos para a cura de muitos! 

Não desista de viver, não desista de você! 

Revifé é Revivendo com Fé! 

Muito obrigada,

Sandra de Andrade

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“Câncer não é uma sentença, é apenas uma palavra!” Também em E-book


Na Vitrine Digital:

http://www.mkmusic.com.br/vitrine-digital/?aba=ebooks

http://www.mkmusic.com.br/ebook/?prod_id=68

Nas plataformas de leitura de e-books:

Amazon

Google Play

https://play.google.com/store/books/details?id=zm8LDgAAQBAJ
Ibooks

https://geo.itunes.apple.com/br/book/cancer-nao-e-uma-sentenca/id1202251278?mt=11&at=1010l78C


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Câncer de Mama em homens



Me chamo Joaquim Lameiras da Paz, tenho 59 anos.Quando e como descobriu? Em julho de 2011 notei um caroço que doía atrás de mamilo direito. Por sorte a minha mulher na época era da área de saúde e marcou logo um mastologista pois viu que meu mamilo estava ligeiramente retraído, mas não me disse nada. O mastologista ao ver pediu uma ultrasonografia e já solicitou o pré cirurgico, apesar de não me alertar sobre o que ele pensava e sim pediu para fazer o exame pois se fosse algo, já estaria pronto para uma cirurgia. Com o resultado da ultra, me informou que eu tinha um tumor e para análise me encaminhou para a biópsia, que confirmou a malignidade.

O primeiro impacto ao receber o resultado, não foi fácil pois minha mãe também teve. Mas logo dividi com meus filhos a situação e com o apoio deles, da minha mulher, a fé em Deus e a minha maneira positiva de ser, me ajudaram a superar o susto inicial. Logo compartilhei com a minha equipe de trabalho e com isso tive um apoio total de todos. 

A cirurgia eu tirei de letra, fui super tranquilo pois estava com um mastologista super experiente, que me passou muita confiança. Uma amiga maravilhosa, que é anestesista e passou pela doença, participou da cirurgia me passando ainda mais tranquilidade. 

A quimioterapia é que foi muito dura comigo, a primeira noite passei a noite toda em um hospital para hidratar, pois vomitava direto, após 3 horas do início do tratamento. A perda do cabelo em todo o corpo, inclusive as sombrancelhas e o pubiano dão uma impressão diferente, mas nada que me abalasse, pois o apoio familiar foi fantástico. Além do enjoo, vomitos, fadiga oncológica, caimbras, sensibilidade a cheiros, desmaiei uma vez, prisão de ventre, sensibilidade a barulho e sem apetite sexual.

As radioterapias correram super bem.

Passei a olhar a vida diferente, melhorei como pessoa, ajudo muitas pessoas minimizando o desgaste do tratamento e conscientizando os familiares sobre a importância do apoio e respeito às limitações durante o tratamento.

A importancia da fé em Deus, a confiança nos tratamentos atuais e o respeito às limitações durante esse período, assim como buscar ao máximo manter o bom astral. #cancer #cancerdemama #cancerdemamaemhomens #prevencao #conscientizacao #worldcancer #breastcancer #hospitaldocancer #fe #positividade

Fonte: Facebook.com 


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População ainda desconhece fatores de risco para câncer de mama


Fonte: Terra

Uma pesquisa feita com 270 pessoas no metrô de São Paulo (SP) revelou que a população ainda desconhece os fatores de risco do câncer de mama, tipo de câncer mais comum no Brasil. A pesquisa foi encomendada pela campanha Cada Minuto Conta, da União Latino-americana Contra o Câncer da Mulher (Ulaccam) e a indústria farmacêutica Pfizer. O trabalho contou ainda com o apoio da ONG Oncoguia. 

Apesar do consumo de álcool ser um dos fatores de risco para o desenvolvimento da doença, 86% das pessoas entrevistadas não acreditam que ele tenha conexão com o câncer de mama nem com outros sete tipos de cânceres que ele está relacionado. A obesidade também é um fator de risco. De acordo com a Agência Internacional de Pesquisa do Câncer, porém, para 78% das pessoas, ela não está relacionada ao surgimento do problema. 

A surpresa dos especialistas ficou com o fator genético, um dos principais elementos de risco para o desenvolvimento do câncer mama. Porém, ela só foi atribuída para 2% das mulheres e 8% dos homens pesquisados.

Com o diagnóstico precoce, número de mortes pode ser reduzido  

Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 60 mil mulheres morrem todos os anos de algum tipo de câncer, sendo o câncer de mama o mais frequente. Em 2013, foram registradas 14.388 mortes relacionadas ao câncer de mama. Dessas pessoas, 181 eram homens e 14.207 mulheres. 

Reduzir essas estatísticas, porém, é simples – basta que o diagnóstico do câncer de mama seja feito precocemente. Isso eleva as chances de cura para 90%, segundo especialistas. 

O diagnóstico começa com o autoexame. Diante de qualquer alteração, o médico deve ser procurado. Este solicitará exames como mamografia, ultrassom, ressonância magnética e Imagem Molecular Mamária (MBI – Molecular Breast Imaging), também chamada de Cintilografia Mamária de Alta Resolução. 

Cintilografia Mamária de Alta Resolução oferece vantagens à mulher 

O exame de Imagem Molecular Mamária ou simplesmente Cintilografia Mamária de Alta Resolução complementa os achados da mamografia e reduz exames falso-positivos da Ressonância Magnética das Mamas. Além dele ter menor custo, não tem contraindicações para pacientes com marca-passo ou próteses metálicas. Sem contar que seus resultados oferecem maior especificidade sobre o tumor. 

A Cintilografia Mamária de Alta Resolução é diferente da Cintilografia Mamária tradicional. No primeiro caso, por ser um equipamento mais moderno, oferece melhor resolução espacial, por ter detectores de alta resolução (Telureto de Cádmio de Zinco – CZT). Por causa disso, a Cintilografia de Alta Resolução é também chamada de Imagem Molecular Mamária ou Molecular Breast Imaging – MBI. 

A qualidade da imagem obtida é tanta que permite analisar a lesão em fases iniciais, aumentando as chances de cura. Com este exame, é possível diagnosticar alguns casos antes mesmo das alterações morfológicas obtidas com imagens radiológicas comuns. 

Mesmo sendo realizadas na MBI, as 2 incidências tradicionais da mamografia (em cada mama), ela oferece mais conforto à paciente, pois há menor compressão das mamas. E o exame pode ser realizado com a paciente sentada. 

Não existe tratamento padrão para câncer de mama – cada caso é um caso 

Muita gente também desconhece essa informação, mas não há um tratamento padrão para o câncer de mama. Existem quatro tipos de tratamentos mais comuns e outros mais raros. 

Cabe ao especialista avaliar o tipo de tumor e prescrever o tratamento a ser adotado, como cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia-alvo e imunoterapia. 

A quimioterapia é talvez o tratamento mais conhecido. Ela utiliza medicamentos para destruir ou inibir o crescimento das células cancerígenas. A radioterapia é mais indicada para tumores localizados e utiliza radiação ionizante. Já a terapia-alvo é um composto de drogas anticancerígenas novas que combatem uma proteína ou mecanismo de divisão celular das células tumorais. Por fim, a imunoterapia usa o próprio sistema imunológico da pessoa para combater o câncer. 

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Nota dos editores


REVIFÉ em campanha permanente, “Câncer de Mama, prevenir é o alvo!” 

O REVIFÉ está há mais de 20 anos levando a informação, a prevenção, a detecção, o tratamento e estadiamento, os cuidados, a qualidade de vida durante e após um câncer e a divulgação dos direitos gerais do paciente a todos os segmentos da sociedade! 

E ainda temos muito a realizar! 

Participe conosco ou crie seu grupo, sua instituição em seu bairro, sua cidade ou município! 

O objetivo é um só e o resultado é o pleno combate ao câncer de mama através da educação e orientação e a nossa conquista não é ter nosso nome em evidência no singular, mas sim o nós porque está luta não se vence sem unidade, camaradagem e solidariedade… 

A nossa conquista, sucesso e satisfação será de ver o resultado de um trabalho realizado em conjunto, em grupo e em equipe!!


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Coordenadora Sylvia Crivella e deputada Rosangela Gomes recebem equipe do Hospital Mário Kroeff


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Nesta tarde, 10/01, a Coordenadora das Obras Sociais do Município do Rio de Janeiro, a primeira dama Sylvia Crivella nos recebeu no Palácio da Cidade para tomar conhecimento do estado em que se encontra o Hospital Mário Kröeff, o segundo hospital referência em tratamento do câncer no Rio de Janeiro.

Podemos afirmar que hoje um novo tempo, uma nova história se inicia para o Hospital Mário Kröeff e seus pacientes! Verdadeiramente, agora é a hora de cuidar das pessoas!

A deputada Rosangela Gomes propôs  emendas orçamentárias a fim de ajudar o setor de mastologia, que atende a muitas mulheres vítimas de câncer.

Da esquerda para a direita:

Dra Lucia Feitosa, diretora do hospital do Andaraí, Deputada Rosangela Gomes, Dra Maria Helena Vermont diretora da mastologia do Hospital Mário Kroeff , Dra Catia diretora técnica do Hospital Mário Kroeff, Sandra de Andrade presidente do REVIFÉ, Sylvia Crivella,Dra Mariana Kroeff diretora presidente do hospital Mário Kroeff e Vera Valesca.
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O sofrimento dos pacientes em tratamento contra o câncer no Rio de Janeiro


DIVULGAÇÃO

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Pacientes que lutam contra o câncer no Rio de Janeiro não estão conseguindo medicamentos nem tratamentos no Hospital Mario Kroeff, que é considerado referência no tratamento da doença.

Eu tenho duas crianças para sustentar. Eu estou desesperada.
Assista a reportagem, clique aqucâncer de mama,
Rosângela Souza Gomes,  paciente

A falta de medicação é apenas um dos dramas de que se trata na unidade, que está passando por uma crise administrativa e financeira. Nesta terça-feira (23), os funcionários entraram em greve por falta de pagamento de salários. Quem tinha cirurgias marcadas ou sessões de quimioterapia e radioterapia, voltou para casa.

Renata Capucci

Rio de Janeiro, RJ


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Dicas Revifé} Açúcar de Côco 


  
Açúcar de coco: conheça os benefícios do queridinho das dietas

Com baixo índice glicêmico e cheio de vitaminas, açúcar de coco é um bom substituto para o refinado comum; veja na galeria de fotos alimentos com as mesmas características

Elioenai Paes 

Foto: Thinkstock/Getty Images

Apesar de saudável, o açúcar de coco possui calorias e deve ser usado com moderação

Cheio de vitaminas, o açúcar extraído do coco é um ótimo substituto do açúcar comum. Embora com a mesma quantidade de calorias do que o açúcar refinado, o índice glicêmico do açúcar de coco é mais baixo, logo as chances de estocar aquelas gordurinhas indesejáveis diminui.

A razão é simples: quando há picos de açúcar no sangue, o organismo é obrigado a liberar insulina para retirar esse açúcar. Como não tem para onde ir, ele é estocado em forma de gorduras nada bem-vindas. 

“O índice glicêmico é a velocidade em que o carboidrato é digerido e transformado em açúcar no sangue. Os alimentos com alto índice glicêmico aumentam a quantidade de açúcar no sangue, fazendo com que o pâncreas trabalhe mais na liberação de uma quantidade maior de insulina para normalizar a glicose no sangue”, explica Cíntia Azeredo, nutricionista do Vita Check-up Center. “Esse processo poderá levar a uma sobrecarga no pâncreas”, alerta ela.

Dossiê do açúcar – Mascavo, demerara e mais: tipos, benefícios e calorias do açúcar

Um alimento com baixo índice glicêmico é aquele com glicose menor que 70 mg. Os intermediários, entre 70 e 90 mg. E os de alto índice, que devem ser evitados, maiores de 90 mg. O índice glicêmico do açúcar de coco é 35. O do açúcar comum, 68.
“Todos podem consumir o açúcar de coco, desde que não tenham nenhuma alergia específica ao alimento”, recomenda Cíntia. “Diabéticos também podem, sendo até uma boa opção para o diabético tipo II, pelo baixo índice glicêmico. Porém, não se deve esquecer de que ele irá de qualquer forma agregar carboidratos à dieta e seu excesso acarretará danos à saúde. Um nutricionista poderá calcular a quantidade ideal deste açúcar na dieta”, explica ela.
Cíntia explica que, para quem quer emagrecer, o açúcar de coco pode ser útil em relação à qualidade, pois não passa pelo processo de refinamento e preserva boa parte de seus nutrientes. “Entretanto, não se esqueça de que possui calorias”.