REVIFÉ é revivendo com fé!


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Japoneses criam técnica que detecta câncer com precisão de 90%


Nova técnica é feita com pequena amostra de sangue e tem precisão bem maior que os exames existentes.

Pesquisadores do fabricante tecnológico Renatech, em parceria com o Instituto de Pesquisa do Câncer nas províncias de Chiba e de Kanagawa, no leste de Tóquio, desenvolveram um teste sanguíneo para detectar câncer e identificar o tipo de tumor com uma precisão de quase 90%, índice superior ao atual para achar marcadores de tumores cancerígenos de próstata e de cólon e do reto, informou neste domingo (19) o jornal japonês ‘Asahi’.

O método revolucionário tem como base uma máquina de produção de semicondutores. Com ela, os pesquisadores desenvolveram um equipamento capaz de medir oligoelementos no sangue.

A nova técnica requer só uma pequena amostra de sangue, o que alivia a carga física dos pacientes em relação a outro teste, e consiste na medição e comparação dos níveis de 17 tipos de oligoelementos no plasma sanguíneo, como sódio, ferro e zinco, cuja concentração varia segundo o tipo de carcinoma, explica o jornal japonês, segundo a agência de notícias ‘EFE’.

Utilizando o dispositivo, os cientistas analisaram o soro de 960 pacientes com câncer de pâncreas, próstata, cólon e do reto, mama e útero, assim como o de 550 indivíduos saudáveis, conseguindo identificar o tipo de tumor com uma precisão próxima a 90%.

Este índice de acerto é maior que o dos métodos existentes para detectar marcadores de tumores de próstata e cólon, entre 25% e 50%, disseram os pesquisadores, que esperam que o novo método ajude além disso a melhorar a detecção de carcinomas uterinos, de mama e pâncreas, para os quais não se têm estabelecido ainda marcadores definitivos, o que complica a sua descoberta.

Além dos tipos de câncer anteriormente citados, a equipe de cientistas está fazendo pesquisas com cânceres de estômago, pulmão, ovário e de outros tipos, com o objetivo de que o método seja capaz de detectar no futuro de oito a dez carcinomas.

Os pesquisadores esperam obter a aprovação correspondente das autoridades para comercializar o novo dispositivo médico em 2019, “após realizar testes em mais pacientes (…) e fazer testes clínicos”, segundo o diretor do centro de pesquisa em Chiba, Hiroki Nagase, ao jornal japonês.

Com Agência EFE / Via Jornal Asahi.

 

 

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Planos de saúde vão oferecer 18 novos procedimentos em 2018


Em janeiro de 2018 entrará em vigor a nova cobertura mínima obrigatória dos planos de saúde estabelecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A Resolução Normativa com a atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde será publicada nesta quarta-feira (8/11) no Diário Oficial da União e estabelece a inclusão de 18 novos procedimentos – entre exames, terapias e cirurgias que atendem diferentes especialidades – e a ampliação de cobertura para outros sete procedimentos, incluindo medicamentos orais contra o câncer. Pela primeira vez está sendo incorporado no Rol um medicamento para tratamento da esclerose múltipla.

A nova lista de cobertura passa a valer a partir do dia 2 de janeiro e atenderá 42,5 milhões de beneficiários que possuem planos de assistência médica e 22,6 milhões com planos exclusivamente odontológicos. O Rol é obrigatório para todos os planos de saúde contratados a partir da entrada em vigor da Lei nº 9.656/98, os chamados planos novos, ou aqueles que foram adaptados à lei. A lista de procedimentos cobertos pelos planos de saúde é atualizada a cada dois anos para garantir o acesso ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das doenças através de técnicas que possibilitem o melhor resultado em saúde, sempre obedecendo a critérios científicos comprovados de segurança, eficiência e efetividade.

Confira os principais procedimentos incorporados no Rol

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Tumor benigno e tumor maligno, quais as diferenças? 



CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS MACROSCÓPICAS: 

Nas neoplasias benignas a velocidade e a forma de crescimento respectivamente são lentas e expansivas, e a metástase é ausente. Já nas neoplasias malignas a velocidade e a forma de crescimento respectivamente são rápida, expansiva e infiltrativa e a metástase está presente.
CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS MICROSCÓPICAS: 

Os tumores benignos apresentam suas células semelhantes às do tecido de origem. Seus núcleos não estão alterados, ou seja, a célula neoplásica é indistinguível da normal. Porém, há formação de um arranjo tecidual diferente que segue os padrões de formação citados anteriormente. As neoplasias malignas apresentam células com núcleos alterados: há irregularidades na forma, tamanho e número; podem surgir mitoses atípicas, hipercromasia nuclear (=grande quantidade de cromatina), pleomorfismo (variados tamanhos e formas de núcleo e da célula como um todo) etc. O citoplasma dessas células pode ter a relação núcleo/citoplasma alterada.

Essas características microscópicas são consideradas índices de atipia.

Fonte: http://www.patoneoplasia.blogspot.com


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Sylvia Crivella, Madrinha do Hospital Mário Kroeff


Estivemos acompanhando a Coordenadora de Obra Social Sylvia Crivella e a deputada federal Rosângela Gomes em visita ao Hospital Mário Kröeff e fomos recepcionadas pelas diretoras, Dra Catia Fernandes e Dra Marina Kröeff que nos levaram para uma visita a todas as dependências do hospital.

Neste dia, a direção convidou a primeira dama do Município do Rio de Janeiro para ser a Madrinha do hospital e com muito carinho, Sylvia Crivella aceitou o convite.


O  Revifé foi representado por sua presidente, Sandra de Andrade e Joelma Ali representando o grupo Poderosas e as duas representando o Clube das Amigas da Mama.

REVIFÉ e o Hospital Mário Kröeff

Em breve estaremos reiniciando nosso trabalho voluntário e de Capelania hospitalar com o aval e apoio da direção do Hospital que começa a viver uma nova etapa, começa a escrever um novo capítulo em sua história de amor e cuidado para com seus pacientes! 

#hospitalmariokroeffnaoestafechando #éhoradecuidardaspessoas #revife #cancernaoeumasentençaéapenasumapalavra


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Coordenadora Sylvia Crivella e deputada Rosangela Gomes recebem equipe do Hospital Mário Kroeff


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Nesta tarde, 10/01, a Coordenadora das Obras Sociais do Município do Rio de Janeiro, a primeira dama Sylvia Crivella nos recebeu no Palácio da Cidade para tomar conhecimento do estado em que se encontra o Hospital Mário Kröeff, o segundo hospital referência em tratamento do câncer no Rio de Janeiro.

Podemos afirmar que hoje um novo tempo, uma nova história se inicia para o Hospital Mário Kröeff e seus pacientes! Verdadeiramente, agora é a hora de cuidar das pessoas!

A deputada Rosangela Gomes propôs  emendas orçamentárias a fim de ajudar o setor de mastologia, que atende a muitas mulheres vítimas de câncer.

Da esquerda para a direita:

Dra Lucia Feitosa, diretora do hospital do Andaraí, Deputada Rosangela Gomes, Dra Maria Helena Vermont diretora da mastologia do Hospital Mário Kroeff , Dra Catia diretora técnica do Hospital Mário Kroeff, Sandra de Andrade presidente do REVIFÉ, Sylvia Crivella,Dra Mariana Kroeff diretora presidente do hospital Mário Kroeff e Vera Valesca.
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Diga ao seu médico!



Sim, diga a seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia.

Conte a seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago.

Relate que você tem diabetes, no entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.

Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.

Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo. Não querem mudar de vida.
Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa.

Pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.

Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.

Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas.

Suplicam auxílio para os problemas de tireóide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.

Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade.

Clamam pela intercessão divina, porém permanecem surdos aos gritos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si mesmos.

Deus nos fala através de mil modos; a enfermidade é um deles e por certo, o principal recado que nos chega da sabedoria divina é que está faltando mais amor e harmonia em nossa vida.

 José Carlos de Lucca


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Câncer, um dia o venceremos! 



Será que algum dia venceremos a guerra contra o câncer? As mais recentes estatísticas mostram o quão distante estamos de uma vitória. Nos Estados Unidos, o risco de desenvolver câncer é de 42% em homens e 38% em mulheres, de acordo com American Cancer Society. Os números são ainda mais sombrios no Reino Unido: 54% dos homens e 48% das mulheres terão câncer em algum ponto de suas vidas. E os casos só aumentam: no ano passado, 2,5 milhões de pessoas morando no Reino Unido tinham a doença, de acordo com números de uma das principais ONGs de amparo às vítimas da doença, a Fundação Macmillan. Isso representa um crescimento de 400 mil casos em comparação com 2010.

As estatísticas mostram que o câncer está ficando mais e mais comum. Mas por que tantas pessoas desenvolvem a doença em algum ponto de suas vidas? Para conseguirmos uma resposta, precisamos entender que o câncer é um efeito colateral infeliz do processo evolucionário. Animais grandes e complexos são vulneráveis ao câncer justamente porque são grandes e complexos. Mas embora a evolução tenha ajudado a criar o problema, é com a ajuda dela que estamos vendo o surgimento de tratamentos que podem colocar os prognósticos a nosso favor.
Para entender o câncer, precisamos analisar um processo fundamental que ocorre em nosso organismo: a divisão celular. Nossas vidas começam quando um espermatozoide e um óvulo se encontram e se transformam em uma bola contendo algumas centenas de células. Quando atingimos a vida adulta, 18 anos mais tarde, essas células se multiplicaram tantas vezes que os cientistas não conseguem calcular precisamente quantas temos no corpo – o número estimado é de 37,2 trilhões.
A divisão celular em nossos corpos é altamente controlada. Por exemplo: quando suas mãos estavam crescendo, algumas células “cometeram suicídio” – em um processo conhecido como apoptose – para formar o espaço entre os seus dedos. O câncer também envolve divisões celulares, mas com uma diferença fundamental: uma célula cancerosa quebra todas as regras de divisão controlada. “É como se fossem um organismo diferente. Quanto melhor e mais rápido essa célula conseguir se dividir e ganhar nutrientes que suas vizinhas, o mais bem-sucedida será como um câncer”, explica o biólogo Timothy Weil, da Universidade de Cambridge.
A divisão celular é marcada por controle e comedimento, mas a divisão de células cancerosas é uma proliferação selvagem e descontrolada. Células adultas estão constantemente sob rígido controle”, diz Weil. “Bascimanrte, câncer é a perda de controle dessas células”. Essa divisão descontrolada só pode ocorrer se alguns genes que impedem o crescimento celular acidental, como o p53, sofrem mutações. Nossos organismos são muito bons para detectar as mutações. Temos sistemas biológicos que são ativados para destruir a maioria das células mutantes antes que elas nos causem danos.
Temos diversos genes corretivos que enviam instruções para matar células comprometidas. “Milhões de anos de evolução resultaram nisso. É um conceito ótimo, mas não é perfeito”, afirma Charles Swanton, do Instituto Francis Crick, no Reino Unido. A ameaça vem do pequeno número de células corruptas que não são detidas. Ao longo do tempo, uma delas pode crescer e se dividir em milhares, depois, em dezenas de milhares. Eventualmente, pode haver bilhões de células em um tumor. Isso leva a um desafio: quando a célula mutante se multiplica e se transforma em um tumor, uma pessoa terá câncer até que todas as células cancerosas sejam destruídas. Se algumas sobrevivem, elas podem rapidamente se multiplicar e resultar em outro tumor.
Células cancerosas não são todas iguais. Cada vez que uma delas se divide, ela tem o potencial de desenvolver novas mutações que afetam seu comportamento. Em outras palavras: elas evoluem. À medida que células de um tumor passam por mutações, elas ficam mais diversas geneticamente. É aqui que a evolução chega às células mais cancerosas. A diversidade genética é “o tempero da vida, o susbtrato sobre o qual age a seleção natural”, diz Swanton, se referindo à teoria de evolução por seleção natural, proposta por Charles Darwin em 1859. Assim como espécies individuais – humanos, leões, sapos e mesmo bactérias – ganham variação genética ao longo do tempo, o mesmo se passa com as células cancerosas.
“Tumores não evoluem de maneira linear. Não há duas células iguais em um deles”, diz Swanton. Na verdade, as células de um tumor estão evoluindo para ficarem mais cancerosas. “Estamos, essencialmente, lidando com ramos evolucionários que criam diversidade e condições para que as células resistam a tratamentos”, completa o especialista. O fato de que tumores estão constantemente mudando sua configuração genética é uma das razões pelas quais cânceres são tão difíceis de “matar”. Por isso, Swanton e colegas adotam uma abordagem evolucionária no combate à doença.

Swanton, especializado em câncer de pulmão, descobriu em suas pesquisas algo que espera ver resultar em tratamento eficaz e localizado. Pense na evolução de um câncer como se fosse uma árvore com muitos galhos. Na base dessa árvore estão as mutações originais que formaram o tumor em primeiro lugar – mutações comuns às outras células do tumor. Na teoria, uma terapia que atacasse alguma dessas mutações básicas deveria destruir todas as células comprometidas. Já é uma abordagem comum a alguns tratamentos. Um exemplo é a droga EGFR, usada no tratamento de cânceres de pulmão.

O problema é que esses tratamentos não funcionam tão bem como esperamos. As células comprometidas resistem porque algumas desenvolvem uma mutação de resistência ao tratamento. Em outras palavras, alguns dos galhos da árvore evoluíram de forma a ficar menos vulneráveis a ataques ao “tronco”. Um tumor, em média, pode conter um trilhão de células cancerosas, e algumas podem ter evoluído de forma a ficarem imunes a ataques contra mutações básicas. Mas e se um tratamento tivesse como alvo duas mutações basais ao mesmo tempo? Menos células são capazes de evoluir de forma a ficar imunes a ambas as formas de ataque.
Swanton e seus colegas analisaram os números para ver quantas mutações no “tronco” teriam que atacar simultaneamente para se assegurar de que poderiam destruir todas as células cancerosas. Três foi o número mágico encontrado. Os cálculos sugerem que o ataque concentrado neste trio “cortaria o tronco” e “derrubaria” a árvore. Mas não é uma abordagem barata. Para que ele funcione, os pesquisadores precisam estudar o câncer específico de uma pessoa para estabelecer qual é a base de seu tumor, para que o coquetel apropriado de drogas seja aplicado.

Alberto Bardelli, especialista em câncer colorretal da Universidade de Turim, na Itália, também tem usado teoria evolucionária como inspiração para uma solução com o objetivo de superar a resistência das células cancerosas a drogas. Seu trabalho consiste em “provocar” as células cancerosas resistentes: pacientes recebem determinadas terapias e depois são monitorados para ver quando uma determinada célula cancerosa se destaca no tumor porque desenvolveu resistência.
Bardelli, então, para o tratamento. Isso remove a pressão evolucionária que antes permitia à célula ser bem-sucedida. Sem essa pressão, outros tipos de células cancerosas têm chance de aparecer e “lutam” contra a dominante. O câncer declara guerra a si mesmo. Quando as células insurgentes ganham espaço, é hora de ministrar as drogas mais uma vez, já que essas células não devem ainda ter desenvolvido resistência. “Jogamos célula contra célula e esperamos as vencedoras para depois interromper o tratamento. As vencedoras começam a desaparecer e outras a substituem. Usamos o tumor contra eles mesmo. Quero usar essas células que não são afetadas pela terapia para lutar com as outras”.

A equipe de Bardelli começará os teste em pacientes nos próximos meses – Ao mesmo tempo, é importante entender melhor o que causa cânceres em primeiro lugar. Em 2013, um dos mais complexos estudos genéticos deu um passo importante nessa direção. Pesquisadores vasculharam o genoma de pacientes para encontrar vestígios das 30 mutações mais comuns associadas ao câncer. Elas são pequenas mudanças químicas no DNA em cânceres que incluem os de pulmão, pele e ovário.
Andrew Biankin, cirurgião da Universidade de Glasgow, foi um dos pesquisadores envolvidos. Ele diz que era possível encontrar marcas dos danos provocados ao código genético. “Em um câncer de pele como o melanoma, podemos ver evidência de exposição à radiação ultravioleta. No câncer de pulmão, podemos ver a ‘assinatura’ do ato de fumar”, explica Biankin. Como são vestígios conhecidos, o time pôde ver padrões de formação de cânceres incomuns, em que a causa não estava muito clara. “Os esforços estão agora em descobrir quais são essas causas”.
Outros especialistas afirmam que é importante priorizar a prevenção. Isso porque há fatores de risco conhecidos, como queimaduras de sol e o fumo. Otis Brawley, médico-chefe da American Cancer Society, diz que prestar atenção aos riscos pode prevenir a formação de muitos cânceres. Ele cita duas estatísticas impressionantes: em 1900, a taxa de mortalidade para o câncer nos EUA era de 65 em cada 100 mil pessoas, proporção que, em 1990, já tinha chegado a 210 em cada 100 mil. “Algo tem que estar causando esse aumento. Se você remover a causa, você pode diminuir os casos de câncer”, diz Brawley.
Os EUA viram um declínio de 25% na mortalidade por câncer nas últimas duas décadas. Segundo Brawley, mais da metade da diminuição foi influenciada por atividades de prevenção. Mas ao mesmo tempo em que se comemora a queda da mortalidade, o número de diagnósticos aumentou. Por um lado, isso pode ser mérito de melhores técnicas de detecção, como no caso do câncer de próstata, mas também pode ser algo relacionado, ironicamente, ao aumento na expectativa de vida humana. Se você viver muito, você vai ter câncer”, diz Biankin.
Para Bardelli, quem quiser viver mais de 70 anos terá que aceitar desenvolver câncer um dia. Ele argumenta que nossas células não evoluíram para manter a integridade de nosso DNA por um tempo compatível como nossa longevidade. Brawley é ainda mais incisivo e diz que todo mundo com mais de 40 anos em algum ponto terá uma mutação que poderá resultar em um câncer. Isso parece alarmante, mas nosso mecanismo de defesa natural normalmente será capaz de destruir as células cancerosas. Enquanto isso, a ciência também evolui. “Não tenho a menor dúvida de que vamos vencer o câncer”, diz Bardelli.
Fonte: BBC BRASIL


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Revifé no aniversário de 77 anos do Hospital Mario Kröeff 


​”O Hospital Mario Kröeff acredita em milagres!”


Parabéns a nova diretoria do Hospital 

Dr Helio Noronha

Dra Karla

Dra Maria Helena Vermot – Mastologia 

“O hospital Mario Kröeff acredita em milagres” Dra Maria Helena Vermot 

E nós também!

Revifé é revivendo com fé! 


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Depoimento} Lidia Teixeira, a fé que vence o câncer!


Amado(a)s leitore(a)s, meu nome é Lidia Teixeira!

Venho trazer à todos vocês,uma linda História de Fé em Deus,a qual  vivi nos anos 2000 /2001, aos 31 anos de idade, com 3 filhos com idades de 10 meses, 3 e 4 aninhos.

lidia filhos 2

Apareceu no meu pescoço um caroço na glândula do lado esquerdo, o qual fui medicada por 2 meses,sem sucesso.

Sendo assim,fui encaminhada ao INCA ( Instituto Nacional do Câncer ), na praça da Cruz Vermelha RJ. Foi feito uma punção, a qual sugeriu malignidade, fiz uma biópsia cujo resultado sairia em 5 min, porém, com a grande quantidade de material  visto,  os médicos acharam por bem fazer um cirurgia, e mandar os pedacinhos recolhidos

para análise. cujo resultado só veio a chegar 20 dias após.

Muito preocupada com os tais pedaços em análise,vim embora com minha cunhada Marta. Ao chegar em sua casa, ela colocou um CD pra tocar sem escolher o que seria cantado,sem coincidência alguma, porém, regido pelo próprio Deus, cantou o louvor “Toma os pedaços do meu ser “, e nós choramos muito, eu pedia a Deus de joelhos, que não permitisse satanás cirandar com os meus pedacinhos, embora cancerígenos,podres, mais pertenciam a  Deus!!!

20 dias após, veio o resultado LINFOMA DE HODKING, ( câncer do sistema Linfático ), daí seguiram uma série de

exames, para começar os tratamentos ( Tratamentos estes muito pesados 4 meses de quimioterapias e 20 sessões de radioterapias ), nesta trajetória, emagreci,perdi meus cabelos e usei peruca,fiquei com o rosto riscado 1 mês, para ser cronometrado as radioterapias.

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Esses momentos, não foram capazes de roubar minha fé em Deus, nem de tirar meu bom humor, até porque precisava de força,porque meus filhos eram bem pequenos. Um dia eu abrindo a Bíblia Sagrada, o Senhor deu-me uma passagem no Livro de Lamentações Cap 1, V; 14 ( Já o jugo das minhas prevaricações está atado pela sua mão; elas estão entretecidas,subiram sobre o meu pescoço ).

Comecei então a refletir que o Senhor falava comigo, que eu estava doente sim, e no pescoço!!!

Seguindo a caminhada,uma vez no INCA, eu aterrorizada ao ver tanto sofrimento, novamente abri a Bíblia e Deus me deus Isaías  Cap :57, Vers:10 “Na tua comprida viagem te cansaste;mas não dizes : Não há esperança; o que buscavas achaste;por isso, não adoeces.) Lembro um dia, fazendo quimioterapia,  em pensamento perguntei a Deus: -Senhor,o que estou fazendo aqui,tenho meus cabelos tão cacheados e 3 filhos pequenos ?

O Senhor respondeu-me cantando em meu pensamento um pedaço do louvor Situações,onde diz:” Pois eu sei que jamais eu provado serei, além do que eu possa suportar….”!!!

É maravilhoso saber q mesmo no vale da sombra da morte,Deus se mantém fiel a nós! Uma noite eu fora convidada pra trazer a mensagem em uma Igreja, novamente perguntei: Senhor, o que irei falar se meus cabelos estão caindo? O Senhor mandou eu falar no Livro de Mateus Cap: 10,Vers; 30 ( E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados! )

Percebam queridos, que nunca fiquei sozinha,Deus sempre tinha e tem um refrigério pra nós!!!!

Os tratamentos pesados,davam-me azia, enjoo, prisão de ventre,  unheiros nas unhas das mãos e dos pés, devido a agressividade das quimioterapias, e muito mal estar, a ponto de pensar que nunca mais eu teria uma vida de ânimo.Até para engolir um miolo de pão, eu não conseguia,tinha que fazer gargarejo com medicação anestésica, para deixar meio que dormente,e eu então engolir.Isso devido a agressividade das radioterapias.

Até hoje, as unhas dos meus dedões dos pés não voltaram totalmente ao normal.

Meus queridos leitores, passamos por desafios gigantes,mais nosso Eterno e Soberano Deus, nunca nos deixa só. O mesmo Deus que prolongou meus anos de vida,certamente está no controle da sua vida, é logico que somos humanos e tememos o perigo, mais ele não abandona os seus filhos,pois eu sou prova fiel disso !!!

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*Eu e meus filhos após 16 anos

Faça desta  minha história um grande significado em sua vida, e desejo que estes versículos e louvores citados por mim,também venham lhe abençoar de uma forma maravilhosa,porque Jesus Cristo continua o mesmo!!!!

Com carinho deixo vos um grande abraço, e assim me despeço em Cristo com Graça e Paz !!!!

Lídia Teixeira

(Clique no nome e será direcionado para o perfil de Lidia no facebook)