Categoria: Depoimentos

Hoje, 10 de abril, é o meu aniversário!


Não posto para lembrar a amigos para me parabenizarem porque o facebook o faz muito bem…
Posto como registro de gratidão ao meu Pai, meu Senhor, meu Deus todo poderoso que através de Seu filho amado Jesus me salvou e resgatou.
Grata ao meu Abba Pai por tudo que vivi, TUDO MESMO, durante estes meus 60 anos.
Grata a Deus por ter ouvido o Seu chamado e a Ele me rendido por amor e gratidão por todo bem que me concedeu.
Grata pelas oportunidades de testemunhar, testificar e ter testemunhas de Seu poder, de Sua Graça e Sua Ação em e na minha vida.
Grata por ser dependente d”Ele em todas as áreas da minha vida.
Grata ao meu Pai por senti-lo cada dia mais comigo, nos montes e nos vales e a cada dia me enchendo da alegria do Seu Espírito para que eu saiba e viva a vida em abundância que Seu filho nos concedeu, João 10:10b
Grata por entender que independente da minha idade continuo precisando fazer mais e melhor a cada novo dia da vida que Ele me concede.
Grata por lutar, perseverar, sonhar, planejar, caminhar, realizar sempre n”Ele, com Ele, em nome d”Ele e para a Sua glória não permitindo que passe da minha geração o Seu Espírito, aleluia!
Grata pelo ventre escolhido por Ele para que eu fosse gerada, minha amada e saudosa mãe Flora, grata por toda a minha familia… pai, irmão, esposo, filhas e filho (são 10) e meu genro muito amado e presente do Senhor para a minha filha e para nós também. 
Grata aos amigos queridos que marcaram e por mim foram marcados ao longo destes anos…
Grata pela Família Revifé que o Senhor uniu e em unidade serve a Ele, realizando para o Reino de Deus e em nome do Rei Jesus, aleluia!
E para completar este texto tão curto rssss, que não sei se todos lerão, transcrevo a letra de um louvor que desde o momento que eu ouvi há 22 anos que estava com câncer, este louvor tem sido usado pelo Senhor a me animar e reanimar diante de tantos obstáculos que muitas vezes surgem e na reanimação conseguir olhar além do monte, louvado seja o Senhor.

Parabéns para todos os aniversariantes deste dia maravilhoso, do dia 10 de abril!
Que Deus nos abençoe rica e abundantemente, amém!

Geração de adoradores
Igreja Nova Vida de Alcantara

Que não passe de nós o Teu Espírito
Que tudo o que foi dito a nós
Venha se cumprir
Que não seja preciso que se levante
Outra geração que vá avante
Venha sobre nós e realize o Teu querer

Geração de adoradores queremos ser
Sacerdócio santo pra te oferecer
O perfeito louvor
E em nossas vidas
Fluir o teu querer.

 

Ana Beatriz Cerisara: a boa morte


A professora que decidiu não fazer tratamentos contra um câncer terminal deixou um sereno ensinamento sobre o próprio fim

Em agosto do ano passado, VEJA passou dois dias com a professora gaúcha Ana Beatriz Cerisara, então com 60 anos, a convite dela e com a concordância da família. Ana Bea estava em estágio terminal de um triplo câncer no intestino. Resolvera não se submeter a nenhuma cirurgia e deixar a vida seguir seu curso natural. Queria contar sua história. “A decisão de abrir mão da cirurgia me deu calma”, disse, ao enxergar a finitude com serenidade. “Estou pronta para morrer. Não estou desistindo. Apenas não quero ficar viva a qualquer preço.” Do encontro em Florianópolis, na casa da professora, nasceram uma reportagem publicada em dezembro e um vídeo postado no Facebook, que atraiu enorme atenção — chegou a 9,6 milhões de visualizações e 130 000 compartilhamentos. Houve comoção ante a sinceridade cortante de uma mulher que decidira enfrentar a morte com a vida. Em suas palavras: “Quero ter uma boa morte, mas sei que para isso tenho de ter uma boa vida”.

Há duas semanas, VEJA foi convidada a visitar novamente Ana Beatriz. Ela sabia que lhe restava pouco tempo. Contou mais de sua extraordinária experiência pessoal ao se despedir de tudo. Contou — e morreu na madrugada do sábado 24 de março, aos 61 anos, seis dias depois do derradeiro contato com os repórteres da revista. Estava fraca. Perdia o fôlego para executar as tarefas mais simples, como tomar banho e comer. Mas se mostrava ainda mais tranquila do que nas primeiras conversas, ainda mais segura da decisão de não se submeter a nenhum tipo de tratamento fútil. “Estou morrendo. Não sinto dor. Que morte maravilhosa. Estou mais viva do que nunca”, disse. O depoimento completo está no site de VEJA. A professora fez um único pedido na aproximação com os jornalistas: que a reportagem e o vídeo sobre seus instantes finais só fossem divulgados depois de sua morte.

Ela sucumbiu à anemia, e não a outros sintomas mais agressivos do câncer de intestino, como a oclusão intestinal ou a falência hepática por metástase. Nas últimas duas semanas, a fraqueza foi se instalando progressivamente. Em 8 de março, não conseguiu mais subir a escada até seu quarto. Sua cama foi então transferida para o térreo da casa. No dia 21, depois do último banho de chuveiro, não saiu mais da cama. Pediu ao filho, Cauê, de 36 anos, que dormia a seu lado havia duas noites, que a deixasse a sós. Também não queria mais ouvir os barulhos que dão vida a uma casa, como o som da louça sendo lavada ou do liquidificador ligado. No dia 22, disse que não queria decidir mais nada. Suas duas últimas palavras foram uma brincadeira dirigida a Sandra, a prima que a acompanhava: “Desenruga, baixinha”. Não reclamou nenhuma vez de dor. Morreu dormindo.

Teve a chamada “boa morte”, cuja expressão em grego, euthanatos, está na mesma raiz da palavra eutanásia. Convém ressaltar, contudo, que a morte de Ana Bea foi outra coisa, não uma decisão médica destinada a abreviar sua vida. A eutanásia é proibida no Brasil. Para muitos, vai contra os benefícios proporcionados pelos recursos da ciência, além de ser repudiada por algumas religiões.

Ana Bea não interrompeu uma vida terminal. Decidiu simplesmente vivê-la, até que a morte chegasse com naturalidade. Diz Ana Claudia Quintana Arantes, geriatra da Casa do Cuidar e do Humana Vida e médica de Ana Bea: “Os tratamentos que poderiam ser oferecidos para a doença não permitiriam a qualidade de vida que ela usufruiu”.

A boa morte tem conquistado espaço na medida em que vai deixando de ser tabu. Nela abandonam-se os medicamentos porque não há cura, mas qualquer dor ou sofrimento são aliviados. Ana Bea não sentiu dores. Nos últimos momentos, teve desconforto respiratório e recebeu doses de morfina.

A dor de doentes em fase terminal só passou a ser combatida no fim da década de 60, com a humanização da medicina. Uma das primeiras especialistas a esboçar esse tipo de tratamento como uma área com fronteiras próprias, o chamado tratamento paliativo (do latim pallium, manto), foi a médica inglesa Cicely Saunders (1918-2005). Ao cuidar de homens com câncer avançado, ela se sensibilizou com o padecimento a que assistia e criou um instituto especializado em atenuar os sintomas dos doentes terminais, o St. Christopher’s Hospice, hoje uma referência mundial. Disse Ana Bea, num resumo do que imaginava legar: “É tão bom chegar aqui desse modo; estou realizando o sonho da minha vida morrendo dessa forma”.

Publicado em VEJA de 4 de abril de 2018, edição nº 2576

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As três fases de nossas vidas!


Todos passarão em sua vida por três fases:

Um dia passará pelo Deserto 👉🏻 lugar onde tudo é difícil, angústia , medo, necessidade de algo, solidão,expectativas,frustrações, sonhos não realizados,vontade de desistir de tudo.

Um dia passará pelo VALE 👉🏻 vale é um lugar de abandono, onde as pessoas esquecem de você. No vale você não tem amigos, não tem parentes, não tem conselheiros. No vale você aprende a estar a sós com Deus. Você ora, chora, geme, clama, busca,passa pelo estreito de Deus você aprende a ser obediente. Você luta como Jacó lutou com o anjo até raiar o amanhã.

E um dia estará no MONTE 👉🏻 No monte tudo é lindo e maravilhoso. No monte você consegue ver por onde passou. E então glorifica o seu Deus por ter te amparado todos aqueles dias. No monte a visão é diferente, ampla, você olha e diz: – verdadeiramente Deus esteve comigo e não me desamparou!

E hoje, onde você está? No deserto, no vale ou no monte?

Na verdade não é o mais importante… e digo por ter a experiência e vivência dos três momentos, das três fases…

O importante é que você nunca se esqueça… você não está só…

Deus está atento a sua vida e a tudo que contigo acontece! Deus não está morto, Ele vive e Reina e a Sua soberania prevalece em sua vida, apenas creia que Deus é contigo!

Em Cristo,

Pra Sandra de Andrade

Quero fazer uma denúncia e não sei como!


Um canal aberto para ouvir, registrar e procurar solução.

Não podemos permanecer em silêncio, as autoridades competentes e a sociedade em geral precisa ter conhecimento da versão de quem está em tratamento ou de seus familiares.

A solução começa na nossa decisão de participar e compartilhar nossas experiências e necessidades!

Se você tem alguma denúncia sobre: 

* Falta de medicação 

* Interrupção de tratamento

* Descumprimento da lei dos 60 dias

* Aparelho de radioterapia desregulado

* Falta de atendimento médico

* Descumprimento da lei da reconstrução mamária

* Condições insalubres de atendimento na unidade oncológica

Envie um email para revife@gmail.com  e conta para gente o seu relato.

Queremos te ajudar! 

“Eu não vou entregar a minha vida para um tumor”} Lilian Craveiro


O câncer nos arranca muitas coisas, a começar pelos cabelos. Mas se nos fecharmos em nosso casulo, e nos isolarmos além do que a doença nos impõe,  não perceberemos que coisas boas também acontecem.

Como, por exemplo, pessoas extraordinárias que tenho conhecido e novas amizades que tenho feito neste período. Sim, algumas mulheres, como a Lilian, eu tenho orgulho de ter cruzado na minha jornada e quero partilhar sua história com vocês.

Meu nome é Lilian Craveiro, Continue reading ““Eu não vou entregar a minha vida para um tumor”} Lilian Craveiro”