Categoria: denúncia

Quero fazer uma denúncia e não sei como!


Um canal aberto para ouvir, registrar e procurar solução.

Não podemos permanecer em silêncio, as autoridades competentes e a sociedade em geral precisa ter conhecimento da versão de quem está em tratamento ou de seus familiares.

A solução começa na nossa decisão de participar e compartilhar nossas experiências e necessidades!

Se você tem alguma denúncia sobre: 

* Falta de medicação 

* Interrupção de tratamento

* Descumprimento da lei dos 60 dias

* Aparelho de radioterapia desregulado

* Falta de atendimento médico

* Descumprimento da lei da reconstrução mamária

* Condições insalubres de atendimento na unidade oncológica

Envie um email para revife@gmail.com  e conta para gente o seu relato.

Queremos te ajudar! 

Eu quero viver, quero poder conhecer meus netos…


Pacientes reclamam de falta de remédios em hospital do RJ

Pacientes têm o tratamento interrompido no Hospital Clementino Fraga Filho.

Pessoas com câncer dizem que falta o medicamento Docetaxel.

Do G1 Rio

Assistam a entrevista:

Pacientes com câncer estão tendo tratamentos contra a doença interrompidos por falta de medicamentos no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, como mostrou o RJTV 1ª edição desta segunda-feira (29).

Andreia Almeida, que tem câncer no fígado, no pulmão, na coluna e nos ossos, se surpreendeu ao chegar no hospital, na última quinta-feira (25), e descobrir que não ia poder fazer a quimioterapia porque o medicamento Docetaxel está em falta.

“Me disseram que não tinha o remédio e que há duas semanas as medicações estavam presas na alfândega. Também não não uma previsão para a chegada dos remédios. Tenho medo de perder para a doença”, lamentou Andreia.

Ao ligar para o hospital, a paciente foi avisada por uma funcionária do hospital que não existe uma data para o recebimento do medicamento. A funcionária ainda chegou a dizer que é igual papagaio, que “só escuta e repete o que falam”.

Para a paciente Maria Clara, que tem câncer de mama, faltavam apenas mais duas sessões para terminar a quimioterapia, até que ela descobriu, há duas semanas, que o remédio está em falta.

A filha de Maria Clara Paes procurou o hospital, mas a ouvidoria mostrou um ofício da empresa que fornece o remédio, que relata que a culpa da falta do remédio é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Uma greve de funcionários estaria atrasando a liberação do docetaxel. A Anvisa informou que não existe nenhuma greve e que a última aconteceu há quatro anos.

“A gente não sabe o que vai acontecer. Como vai ser nosso tratamento? Eu quero viver, quero poder conhecer meus netos. A gente tenta viver com dignidade, mas se não temos nosso tratamento, não estamos tendo dignidade”, disse Maria Clara, emocionada.

O sofrimento dos pacientes em tratamento contra o câncer no Rio de Janeiro


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Pacientes que lutam contra o câncer no Rio de Janeiro não estão conseguindo medicamentos nem tratamentos no Hospital Mario Kroeff, que é considerado referência no tratamento da doença.

Eu tenho duas crianças para sustentar. Eu estou desesperada.
Assista a reportagem, clique aqucâncer de mama,
Rosângela Souza Gomes,  paciente

A falta de medicação é apenas um dos dramas de que se trata na unidade, que está passando por uma crise administrativa e financeira. Nesta terça-feira (23), os funcionários entraram em greve por falta de pagamento de salários. Quem tinha cirurgias marcadas ou sessões de quimioterapia e radioterapia, voltou para casa.

Renata Capucci

Rio de Janeiro, RJ

MP investiga refeição servida com larvas em hospital público do Acre


Carlos Madeiro
Do UOL, em Maceió

O fornecimento de refeições com larvas a pacientes em hemodiálise do Hospital das Clínicas, em Rio Branco, será investigada pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) e pela Secretaria de Saúde.

As marmitas foram entregues a pacientes na noite da sexta-feira (15), que reclamaram o problema e devolveram a refeição.

As larvas estariam no frango cozido.

A direção do Hospital das Clínicas confirmou ao UOL, em nota oficial, que pelo menos quatro das 50 marmitas ofertadas estavam com larvas e que o caso já está sendo investigado internamente.

Nesta segunda-feira (18), a Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde instaurou procedimento inicial para apurar o caso. Segundo o MP-AC, mais de 30 pacientes teriam constatado a presença de vermes no alimento.

Ainda segundo a promotoria, caso se comprove a denúncia, o MP-AC deve converter o procedimento em inquérito civil para investigar o caso e oferecer denúncia contra os responsáveis.

Fundação diz que caso é o primeiro da história do hospital

Em nota, a Direção da Fundação Hospitalar do Acre informou que esse foi o primeiro caso registrado em 20 anos de existência do Hospital das Clínicas, e que um inquérito administrativo já foi instaurado.

A Fundação disse que cerca de 6.000 refeições são fornecidas por dia a servidores e pacientes e que toda alimentação é produzida por uma equipe comandada por nutricionistas.

Após perceber o problema, as refeições foram recolhidas para análise, e lanches foram servidos aos pacientes.

O hospital explicou ainda que a refeição é feita em “intervalo mínimo entre a saída do forno e a entrega aos pacientes.”

Segundo a nota oficial, “microrganismos encontrados em quatro refeições, das 50 que foram entregues à nefrologia, não sobrevivem a altas temperaturas e não poderiam ter sido provenientes de larvas colocadas por moscas, já que as mesmas levam de 12 a 24 horas para se reproduzirem e as refeições foram servidas com menos de duas horas entre o início do preparo e a descoberta dos microrganismos”, disse o texto.

Governador diz que episódio foi “maldade armada por alguém”

Nesta segunda-feira, o governador Tião Viana (PT) comentou o caso em entrevista à imprensa acriana e disse acreditar que tudo se tratou de uma armação.

“Aquilo foi uma maldade armada por alguém, mas a polícia vai descobrir, vai provar [a armação] e a população vai ter a verdade”, explicou.

O governador ainda defendeu os funcionário da unidade. Segundo ele, a comida foi preparada às 18 horas e servida às 19h50. Viana afirmou que, nesse período, seria impossível surgirem larvas nos alimentos.

“Mesmo se o alimento congelado estivesse estragado e na hora da manipulação tivesse sido contaminado com fungo, teriam sumido com a alta temperatura a que a comida é submetida. Sei do serviço de nutrição e dietética, de responsabilidade, como trabalham com zelo, o cuidado que a gente tem”, afirmou, segundo a agência de notícias oficial do governo.