Categoria: Câncer de Mama

Foi aprovado o Projeto de Lei Complementar 14/2018


Foi aprovado o Projeto de Lei Complementar 14/2018 pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado, na última quarta-feira, dia 16. O Projeto de Lei, de iniciativa da Deputada Federal Carmen Zanotto, determina o registro compulsório do câncer em todo território nacional. O PLC ainda passará pela votação no Plenário.

Na prática o que isso significa? Que durante muitos anos lideranças da sociedade civil se mobilizaram para mostrar que sem saber o tamanho do problema não é possível medir o investimento e nem direcionar recursos adequados para combater o câncer na rede pública. Especificamente no caso do câncer de mama, a notificação é o vislumbre de uma possibilidade de dados reais para guiar decisões mais assertivas no acesso ao diagnóstico e tratamento da doença. Ainda não podemos comemorar o dia em que saberemos exatamente quantos pacientes, os tipos de tumores, seus tratamentos e como o governo tem investido o dinheiro público no enfrentamento desse problema, mas já podemos sonhar com o dia em que pensaremos modelos de políticas eficazes como as que são usadas para tuberculose e HIV, não por acaso ambas com notificação compulsória.

Vamos que Vamos….

Marcelle Medeiros

#fundacaolacorosa #cancerdemamatemcura

Reunião da FECCMRJ


Reunião da Frente Estadual de Combate ao Câncer de Mama do Rio de Janeiro #feccmrj hoje, 10/5, no Hotel Sofitel em Ipanema. Mobilização sendo preparada, em breve será divulgada, porque #quemtemcancertempressa e estamos atentas como membro da Frente!

#juntossomosmaisfortes #revife #revifeemacao #feccmrj #dignidadeparacomospacientes #saudepublica #sus #direitodamulher

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Quem tem câncer tem pressa!!!


Prazo entre diagnóstico do câncer e início do tratamento não é cumprido em 70% dos casos no Rio

Martha realizou a mamografia em julho de 2017, mas só foi operada no último dia 12

Foto: Márcia Foletto/ Agência O Globo

Flavia Junqueira

No dia 4 de agosto do ano passado, quando pegou o resultado da mamografia e, em função da imagem, a mastologista agendou uma biópsia para dois dias depois, a dona de casa Martha Angela dos Santos, de 51 anos, já soube que teria uma luta pela frente. Como ela diz, vestiu a armadura e ergueu a espada, decidida a não deixar o câncer derrotá-la. Mas confessa que não tinha ideia da briga que teria que travar contra o sistema público para conseguir o tratamento. Chegou a pensar em desistir. Entre o resultado da biópsia e a cirurgia para retirada da mama, foram seis meses e meio. Exatos 221 dias com a vida em suspenso, sem saber quantas manhãs ainda teria ao lado do filho especial. Sem saber se passaria mais um Natal com a família.

Apesar de haver, desde 2012, uma lei que determina que o tempo entre o diagnóstico final do câncer e o início do tratamento no SUS não pode ultrapassar 60 dias, um levantamento revelou que, no Rio de Janeiro, apenas 30% das pacientes com tumor na mama são atendidas nesse prazo. E a pena pelo não cumprimento da lei? Essa quem paga são as 70% que aguardam em média dois meses pela primeira consulta com mastologista, cinco meses para operar e de dois a três meses para iniciar a quimioterapia. Os dados foram coletados no Sistema Estadual de Regulação (SER), do governo estadual, e embasam a série de reportagens “Uma luta dolorosa”, que o EXTRA acompanhou.

A pesquisa, coordenada pela médica Sandra Gioia, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia Regional do Rio, apontou que, a cada mês, mais de 300 mulheres têm dificuldade para agendar o primeiro atendimento em hospitais que tratam câncer no estado:

– Não há vagas suficientes para todas e algumas sequer estão na fila – diz.

Sandra explica que a fila para realizar biópsia, após o laudo da mamografia, tem 300 vagas:

– Essa fila nunca acaba e sempre há pacientes aguardando para serem inscritas.

Foto: Márcia Foletto/ Agência O Globo

A médica estudou o caso de quase 200 mulheres entre 40 e 70 anos atendidas no Rio Imagem, entre julho e dezembro de 2017. E implantou na unidade, com apoio da ONG americana Global Cancer Institute, o Programa de Navegação de Paciente (PNP). Com o projeto-piloto, a central de diagnóstico passou a ter uma assistente social que acompanha as pacientes da mamografia ao tratamento.

O PNP também suprimiu uma etapa que atrasa a chegada ao tratamento em cerca de dois meses. As mamografias realizadas no Rio Imagem passaram a ser analisadas por uma mastologista. Nos casos em que o exame aponta alterações, a mulher é encaminhada de imediato para a biópsia por agulha, que pode ser feita no mesmo dia. Isso evita que ela tenha que voltar ao posto de saúde, como acontece hoje nas demais unidades que realizam mamografia, passar por um médico para mostrar o exame e ser inserida novamente no Sistema de Regulação para agendar biópsia.

– Precisamos eliminar barreiras desnecessárias. São muitas que se erguem até o tratamento. A ausência de transparência nas filas de espera para marcar um exame ou consulta é uma delas, e isso contribui para a falta de discernimento sobre o que deve ser priorizado. O cenário é desolador. A média nacional de doença metastática na apresentação inicial é 8%. No Rio, estamos em 14%. Nos Estados Unidos, 4% – relata Sandra.

O Ministério da Saúde afirmou que, em 2017, os seis hospitais federais no Rio ampliaram em 5,8% a realização de cirurgias oncológicas de mama, em relação a 2016.

– Fiz mamografia no Rio Imagem no dia 25 de julho de 2017. Realizei a biópsia e recebi o resultado no dia 4 de setembro. No mesmo dia, voltei à Clínica da Família levando exames e uma carta que pedia urgência no agendamento em hospital que trata câncer. Mesmo assim, só fui inserida no SER nove dias depois, quando ameacei chamar a polícia. Fui agendada para o Instituto Nacional de Câncer (Inca) para 6 de novembro. O programa de navegação conseguiu adiantar para 23 de outubro. O tumor havia crescido e me disseram que teriam que retirar minha mama. Tive que refazer os exames do risco cirúrgico e passar por consultas com cardiologista, anestesista, enfermagem, psicólogo e assistente social. Cheguei a pensar em desistir. Foram quase seis meses rodando no Inca até a cirurgia, no último dia 12 – relata Martha.

Dieta pode afetar crescimento do câncer, apontam pesquisadores britânicos


Uma pesquisa com animais, publicada na revista científica Nature, indica que tumores identificados nas mamas sofreram com a falta do nutriente asparagina – encontrado no aspargo e em alimentos ricos em proteína, como carnes, ovos e frutos do mar.

O estudo aponta para melhores resultados no tratamento da doença no futuro, aproveitando os chamados “vícios culinários” do câncer. Mas os resultados ainda precisam ser confirmados em humanos.

“Não recomendamos aos pacientes excluírem totalmente qualquer grupo de alimentos de suas dietas sem falar com seus médicos”, disse Baroness Delyth Morgan, presidente executiva da Breast Cancer Now, instituição que financia pesquisas relacionadas ao câncer de mama no Reino Unido, reforçando que as pessoas não devem adotar dietas radicais na esteira do estudo.

“Encorajamos todos os pacientes a seguirem uma dieta saudável e variada”, acrescentou ela.

Retardamento

Conduzida no Centro de Pesquisas em Câncer da Universidade de Cambridge, a pesquisa que reforça o poder da alimentação no desenvolvimento de tumores foi realizada com ratos portadores de um tipo agressivo de câncer de mama – o câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano.

Os animais morreriam em algumas semanas, conforme o tumor se espalhasse pelo corpo. Mas quando foram submetidos a uma dieta com baixo teor de asparagina ou a drogas para bloquear esse nutriente, o tumor teve dificuldade para se espalhar.

“Foi uma grande mudança, (os cânceres) foram muito difíceis de encontrar”, disse o pesquisador Greg Hannon.

Pacientes com câncer de mama poderiam se beneficiar com conclusões da pesquisa, mas novos estudos ainda serão necessários

No ano passado, a Universidade de Glasgow, na Escócia, mostrou que cortar os aminoácidos serina e glicina retardou o desenvolvimento de linfoma e câncer intestinal.

“Estamos vendo evidências crescentes de que cânceres específicos são dependentes de componentes específicos de nossa dieta”, disse Hannon à BBC.

“No futuro, modificando a dieta de um paciente ou usando drogas que mudam a maneira como as células cancerígenas podem acessar esses nutrientes, esperamos melhorar os resultados na terapia.”

Implicações futuras

Um câncer em estágio inicial raramente mata. É quando ele se espalha pelo corpo – um processo conhecido como metástase – que pode se tornar fatal.

E uma célula cancerígena precisa passar por grandes mudanças para se espalhar. Isso inclui aprender a “romper” o tumor principal, a sobreviver na corrente sanguínea e a se desenvolver em outros partes do corpo. É para esse processo que os cientistas estimam que a asparagina seja necessária.

Mas os amantes de aspargos não devem temer essa conclusão. As descobertas da pesquisa que vieram a público agora ainda precisam ser confirmadas em pessoas e, de qualquer maneira, é difícil evitar a asparagina na dieta.

A longo prazo, os cientistas estimam que os pacientes receberiam bebidas especiais que são nutricionalmente equilibradas, mas que não possuem asparagina.

O professor Charles Swanton, diretor médico do Centro de Pesquisas de Câncer do Reino Unido, observa que “curiosamente, a droga L-asparaginase é usada para tratar leucemia linfoblástica aguda, que é dependente da asparagina”.

“É possível que, no futuro, essa droga possa ser reutilizada para ajudar a tratar pacientes com câncer de mama”, acrescenta.

Ainda são necessários, porém, novos testes antes de um possível tratamento como esse ser colocado em prática.

 

 

As três fases de nossas vidas!


Todos passarão em sua vida por três fases:

Um dia passará pelo Deserto 👉🏻 lugar onde tudo é difícil, angústia , medo, necessidade de algo, solidão,expectativas,frustrações, sonhos não realizados,vontade de desistir de tudo.

Um dia passará pelo VALE 👉🏻 vale é um lugar de abandono, onde as pessoas esquecem de você. No vale você não tem amigos, não tem parentes, não tem conselheiros. No vale você aprende a estar a sós com Deus. Você ora, chora, geme, clama, busca,passa pelo estreito de Deus você aprende a ser obediente. Você luta como Jacó lutou com o anjo até raiar o amanhã.

E um dia estará no MONTE 👉🏻 No monte tudo é lindo e maravilhoso. No monte você consegue ver por onde passou. E então glorifica o seu Deus por ter te amparado todos aqueles dias. No monte a visão é diferente, ampla, você olha e diz: – verdadeiramente Deus esteve comigo e não me desamparou!

E hoje, onde você está? No deserto, no vale ou no monte?

Na verdade não é o mais importante… e digo por ter a experiência e vivência dos três momentos, das três fases…

O importante é que você nunca se esqueça… você não está só…

Deus está atento a sua vida e a tudo que contigo acontece! Deus não está morto, Ele vive e Reina e a Sua soberania prevalece em sua vida, apenas creia que Deus é contigo!

Em Cristo,

Pra Sandra de Andrade