REVIFÉ é revivendo com fé!


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Mário Kroeff, um orgulho brasileiro


Nascido em 1891, o médico brasileiro Mário Kroeff e família desembarcaram em Boston em meados de 1955. Esperou uma semana, medicado com estreptomicina, a chegada do Dr. Richard Cattell (1900-1964) de suas férias, para ser reoperado.Antes fora submetido a uma complexa cirurgia de vesícula com o mais famoso cirurgião do Rio de Janeiro. Algumas semanas depois, notou que seus olhos estavam amarelados, e a urina, escura. O canal da bile – o colédoco – fora lesionado na cirurgia. Cattell era o mais experiente cirurgião no mundo no tratamento desse tipo de complicação cirúrgica, tendo, em 1953, operado, do mesmo problema, Lorde Avon, que viria a substituir Winston Churchill como primeiro-ministro da Grã-Bretanha. Mesmo assim, Kroeff tinha dúvidas sobre seu futuro e levou toda a família, inclusive a pequena filha Marina, naquela que poderia ser sua última viagem.

A cirurgia no New England Baptist Hospital foi bem sucedida, mas os ovos mexidos todos os dias no café da manhã o deixavam irritado.
Foi dura a vida desse irrequieto gaúcho.
Como médico da Marinha, integrou a Missão Médica Brasileira na França, em 1917, na Primeira Guerra Mundial, tratando prisioneiros alemães feridos. Falava alemão, espanhol e francês, que dizia “ter aprendido com as mulheres […] noite e dia”.

Trouxe para o Brasil, em 1927, o primeiro bisturi elétrico, então considerado a arma mais poderosa na luta contra o câncer, e foi o pioneiro no seu uso. Em 1929, tornou-se Professor de Cirurgia da Faculdade de Medicina da UFRJ com a tese “Diatermo Coagulação no Tratamento do Câncer”. No prefácio, escreveu: “[…] fomos procurados por portadores de lesões incipientes […] que poderia curar facilmente, mas que, recusados, voltaram meses depois, em estado lastimável […] se temos bisturi, faltam as irradiações; se temos as irradiações, falta um bom aparelho para eletrocirurgia.”

Perseverante, conseguiu que o Presidente Getúlio Vargas criasse, em 1937, o Centro de Cancerologia. Essa foi a origem do Instituto Nacional do Câncer, e Kroeff deixou de ser “despejado” dos vários hospitais onde tentava tratar “aquela doença”.
Em 1944, criou o Hospital Asilo para os Cancerosos, que foi transformado no grande centro filantrópico de oncologia que leva seu nome, o Hospital Mário Kroeff, além de ter sido um dos responsáveis pela criação do imponente Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro.
Em 1954, foi demitido do Serviço Nacional do Câncer, sob o argumento da necessidade de “renovação da mentalidade”. Mentira! O que havia era o persistente (até hoje) embate de duas visões – uma pública e outra privada – da saúde. Homem fiel ao princípio da equidade, foi pioneiro na defesa de que o câncer é um problema de saúde pública.
Mário Kroeff nos deixou aos 92 anos de idade e está sepultado em Vassouras, Rio de Janeiro.
Concordo com sua filha, Marina Kroeff, que me contou alguns dos fatos aqui descritos: Mário Kroeff é um orgulho brasileiro.

Fonte: http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2017/05/mario-kroeff-um-orgulho-brasileiro.html

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Doença genética ou hereditária, qual a diferença? 



Herdamos dos nossos pais um código, o DNA, que carrega toda nossa informação genética. É ele que diferencia uma pessoa e outra, desde a cor dos olhos até a suscetibilidade para doenças. Neste cenário, há quem diga que ao apresentar alguma patologia, a herança também é da família. Mas não é bem assim.É necessário que as pessoas compreendam que doença genética não é sinônimo de doença hereditária. Todas as doenças hereditárias são genéticas, mas nem todas as doenças genéticas são hereditárias. As doenças genéticas são desenvolvidas a partir de um erro no material genético que podem aparecer pela primeira vez na família, como a síndrome de Down.

As doenças hereditárias mostram a tendência Continuar lendo


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Câncer de Mama em homens



Me chamo Joaquim Lameiras da Paz, tenho 59 anos.Quando e como descobriu? Em julho de 2011 notei um caroço que doía atrás de mamilo direito. Por sorte a minha mulher na época era da área de saúde e marcou logo um mastologista pois viu que meu mamilo estava ligeiramente retraído, mas não me disse nada. O mastologista ao ver pediu uma ultrasonografia e já solicitou o pré cirurgico, apesar de não me alertar sobre o que ele pensava e sim pediu para fazer o exame pois se fosse algo, já estaria pronto para uma cirurgia. Com o resultado da ultra, me informou que eu tinha um tumor e para análise me encaminhou para a biópsia, que confirmou a malignidade.

O primeiro impacto ao receber o resultado, não foi fácil pois minha mãe também teve. Mas logo dividi com meus filhos a situação e com o apoio deles, da minha mulher, a fé em Deus e a minha maneira positiva de ser, me ajudaram a superar o susto inicial. Logo compartilhei com a minha equipe de trabalho e com isso tive um apoio total de todos. 

A cirurgia eu tirei de letra, fui super tranquilo pois estava com um mastologista super experiente, que me passou muita confiança. Uma amiga maravilhosa, que é anestesista e passou pela doença, participou da cirurgia me passando ainda mais tranquilidade. 

A quimioterapia é que foi muito dura comigo, a primeira noite passei a noite toda em um hospital para hidratar, pois vomitava direto, após 3 horas do início do tratamento. A perda do cabelo em todo o corpo, inclusive as sombrancelhas e o pubiano dão uma impressão diferente, mas nada que me abalasse, pois o apoio familiar foi fantástico. Além do enjoo, vomitos, fadiga oncológica, caimbras, sensibilidade a cheiros, desmaiei uma vez, prisão de ventre, sensibilidade a barulho e sem apetite sexual.

As radioterapias correram super bem.

Passei a olhar a vida diferente, melhorei como pessoa, ajudo muitas pessoas minimizando o desgaste do tratamento e conscientizando os familiares sobre a importância do apoio e respeito às limitações durante o tratamento.

A importancia da fé em Deus, a confiança nos tratamentos atuais e o respeito às limitações durante esse período, assim como buscar ao máximo manter o bom astral. #cancer #cancerdemama #cancerdemamaemhomens #prevencao #conscientizacao #worldcancer #breastcancer #hospitaldocancer #fe #positividade

Fonte: Facebook.com 


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População ainda desconhece fatores de risco para câncer de mama


Fonte: Terra

Uma pesquisa feita com 270 pessoas no metrô de São Paulo (SP) revelou que a população ainda desconhece os fatores de risco do câncer de mama, tipo de câncer mais comum no Brasil. A pesquisa foi encomendada pela campanha Cada Minuto Conta, da União Latino-americana Contra o Câncer da Mulher (Ulaccam) e a indústria farmacêutica Pfizer. O trabalho contou ainda com o apoio da ONG Oncoguia. 

Apesar do consumo de álcool ser um dos fatores de risco para o desenvolvimento da doença, 86% das pessoas entrevistadas não acreditam que ele tenha conexão com o câncer de mama nem com outros sete tipos de cânceres que ele está relacionado. A obesidade também é um fator de risco. De acordo com a Agência Internacional de Pesquisa do Câncer, porém, para 78% das pessoas, ela não está relacionada ao surgimento do problema. 

A surpresa dos especialistas ficou com o fator genético, um dos principais elementos de risco para o desenvolvimento do câncer mama. Porém, ela só foi atribuída para 2% das mulheres e 8% dos homens pesquisados.

Com o diagnóstico precoce, número de mortes pode ser reduzido  

Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 60 mil mulheres morrem todos os anos de algum tipo de câncer, sendo o câncer de mama o mais frequente. Em 2013, foram registradas 14.388 mortes relacionadas ao câncer de mama. Dessas pessoas, 181 eram homens e 14.207 mulheres. 

Reduzir essas estatísticas, porém, é simples – basta que o diagnóstico do câncer de mama seja feito precocemente. Isso eleva as chances de cura para 90%, segundo especialistas. 

O diagnóstico começa com o autoexame. Diante de qualquer alteração, o médico deve ser procurado. Este solicitará exames como mamografia, ultrassom, ressonância magnética e Imagem Molecular Mamária (MBI – Molecular Breast Imaging), também chamada de Cintilografia Mamária de Alta Resolução. 

Cintilografia Mamária de Alta Resolução oferece vantagens à mulher 

O exame de Imagem Molecular Mamária ou simplesmente Cintilografia Mamária de Alta Resolução complementa os achados da mamografia e reduz exames falso-positivos da Ressonância Magnética das Mamas. Além dele ter menor custo, não tem contraindicações para pacientes com marca-passo ou próteses metálicas. Sem contar que seus resultados oferecem maior especificidade sobre o tumor. 

A Cintilografia Mamária de Alta Resolução é diferente da Cintilografia Mamária tradicional. No primeiro caso, por ser um equipamento mais moderno, oferece melhor resolução espacial, por ter detectores de alta resolução (Telureto de Cádmio de Zinco – CZT). Por causa disso, a Cintilografia de Alta Resolução é também chamada de Imagem Molecular Mamária ou Molecular Breast Imaging – MBI. 

A qualidade da imagem obtida é tanta que permite analisar a lesão em fases iniciais, aumentando as chances de cura. Com este exame, é possível diagnosticar alguns casos antes mesmo das alterações morfológicas obtidas com imagens radiológicas comuns. 

Mesmo sendo realizadas na MBI, as 2 incidências tradicionais da mamografia (em cada mama), ela oferece mais conforto à paciente, pois há menor compressão das mamas. E o exame pode ser realizado com a paciente sentada. 

Não existe tratamento padrão para câncer de mama – cada caso é um caso 

Muita gente também desconhece essa informação, mas não há um tratamento padrão para o câncer de mama. Existem quatro tipos de tratamentos mais comuns e outros mais raros. 

Cabe ao especialista avaliar o tipo de tumor e prescrever o tratamento a ser adotado, como cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia-alvo e imunoterapia. 

A quimioterapia é talvez o tratamento mais conhecido. Ela utiliza medicamentos para destruir ou inibir o crescimento das células cancerígenas. A radioterapia é mais indicada para tumores localizados e utiliza radiação ionizante. Já a terapia-alvo é um composto de drogas anticancerígenas novas que combatem uma proteína ou mecanismo de divisão celular das células tumorais. Por fim, a imunoterapia usa o próprio sistema imunológico da pessoa para combater o câncer. 

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Nota dos editores


REVIFÉ em campanha permanente, “Câncer de Mama, prevenir é o alvo!” 

O REVIFÉ está há mais de 20 anos levando a informação, a prevenção, a detecção, o tratamento e estadiamento, os cuidados, a qualidade de vida durante e após um câncer e a divulgação dos direitos gerais do paciente a todos os segmentos da sociedade! 

E ainda temos muito a realizar! 

Participe conosco ou crie seu grupo, sua instituição em seu bairro, sua cidade ou município! 

O objetivo é um só e o resultado é o pleno combate ao câncer de mama através da educação e orientação e a nossa conquista não é ter nosso nome em evidência no singular, mas sim o nós porque está luta não se vence sem unidade, camaradagem e solidariedade… 

A nossa conquista, sucesso e satisfação será de ver o resultado de um trabalho realizado em conjunto, em grupo e em equipe!!


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O último dia…



O nosso kronos não é o Kairos de Deus! Eles não sabiam que o voo seguinte seria o último de suas vidas! Maioria de jovens talentosos com muitos anos, muito Kronos humanos entretanto Deus determinou o seu Kairos, o seu tempo, para cada um que estava neste avião! Assim também é para cada um de nós e não sabemos quando será o nosso fim do tempo aqui nesta terra. Ainda que uma enfermidade nos afligir, ela não determinará o fim do nosso tempo! Se neste momento o Senhor determinasse q seria o fim deste mês deste tempo, da nossa vida aqui na terra, eu me pergunto e lanço para cada um aqui… Estamos prontos , temos vivido verdadeiramente buscando moldar nosso temperamento e ajustar o q possa estar pendente? Dizemos e apontamos os erros e defeitos do nosso próximo, e os nossos? 

Você consegue olhar para o espelho e se ver  por completo???

Uma pergunta que faço, que  é também uma reflexão porque não sabemos quando será o fim do  nosso Kronos… O fim dos nossos dias aqui na terra! 

Deus tenha misericórdia de nós em nome de Jesus, amém!

Sandra de Andrade


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Prevenir ou detectar? A importância do verbo em uma palestra


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Assusta porque mesmo em pleno século XXI e a vasta tecnologia, informações via internet e sem falar da mídia em geral, a questão do câncer, infelizmente continua em alta evidência e com muitas pessoas ainda não conseguem pronunciar CÂNCER, falam “aquela doença…”.

Para muitos também o fato de alguém passar por um câncer já está sentenciado a morte.

Câncer = Morte

Não é bem assim.

Realmente assusta, amedronta, faz com quem venhamos até mesmo a repensar o nosso estilo de vida.

Causa uma metanóia mental, emocional e até espiritual em alguns casos.

Trocando em miúdos, muda radicalmente a vida e a família, porém esta mudança também pode ser significativa de maneira positiva.

Venho realizando uma campanha permanente com a frase: Câncer de Mama… Prevenir é o Alvo!

Uma campanha brasileiríssima, criada por uma mulher mastectomizada, que sou eu, brasileira, assinada por uma estilista, Cláudia Simões, brasileira.

Uma campanha que trabalha dentro de uma realidade brasileira… que é um caos.

A palavra prevenção é por nós trabalhada com afinco e empenho por entendermos que a prevenção nos ajuda a crescer, a nos conhecer e a nos dar mais valor.

A prevenção no caso do câncer de mama é para a mulher  e o homem, o câncer de mama também afeta aos homens por eles possuírem a glândula mamária e os casos, mesmo pequenos mais significante, já são 3 para cada 100 mulheres que passam pelo câncer.

Conversei com uma pessoa que é radicalmente contra a questão da prevenção.

Para ela não existe prevenção e sim a DETECÇÃO.

Quando eu uso o verbo detectar é para afirmar que achei algo, estava procurando e encontrei.

Quando uso o verbo prevenir é para afirmar que a prevenção é não somente o auto-exame das mamas, mas também um auto-exame de si mesma.

Quando nos tocamos, quando nos olhamos, quando damos atenção as mudanças do nosso corpo, da nossa alma.

A prevenção atua para encaminhar esta pessoa a uma transformação. Mudança de posicionamento, de postura, de conduta e de vida.

Quando realizamos o auto-exame como prevenção e esta campanha é a base da campanha anual que a Sociedade Brasileira de Mastologia realiza, a SENAISM – Semana Nacional de Incentivo à Saúde Mamária.

Incentivando o auto-exame como prevenção, automaticamente estamos colocando para as pessoas, e é até uma questão de semântica da palavra, que elas estão ou passarão a realizar o auto-exame como um exame rotineiro, mensal e prazeroso.

As pessoas quando assistem as palestras que realizo, recebem uma palavra de estímulo para perseverarem e até mesmo enfrentarem situações adversas caso surjam.

Se colocarmos o verbo detectar com certeza irão assimilar que estamos dizendo para realizarem o auto-exame e para detectarem algo.

A questão é que se nós realizarmos o auto-exame, mensalmente, como prevenção nós também vamos passar a conhecer melhor o nosso corpo, as nossas mamas e se de um mês para o outro surgir algo diferente, esta mulher ou este homem saberá que, independente se for maligno ou benigno, precisa procurar um especialista, um mastologista para que seja examinado e se for o caso, aí sim, detectar a origem do que foi encontrado na prevenção realizada.

Minha saudosa mãe, dona Flora, sempre dizia que o primeiro médico somos nós mesmos, pois a pergunta que nos fazem no consultório sempre é a mesma: O que você está sentindo?

E através do que falarmos ou mostrarmos, o médico poderá esboçar um diagnóstico.

Então meu querido e minha querida leitora…

“Câncer de Mama…Prevenir é o Alvo!”

E lembre-se que: “Câncer não é uma sentença, é apenas uma palavra.”

Você nasceu para viver e eu desejo que você viva a vida em abundância que Jesus trouxe para nós.

“…eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” João 10:10b

Que Deus nos abençoe rica e abundantemente.
Até a próxima.

Sandra de Andrade


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Palestra – ” A Tecnologia na Saúde”


Encontro de Lideranças promovido pela Fundação Laço Rosa em 5 de setembro de 2016.

Foram e palestras e a que a mim foi designada foi sobre a Tecnologia da Saúde.

Clique aqui para ver as fotos

Com o apoio da minha filha Carolina, a palestra foi filmada e aqui está:


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Eu quero viver, quero poder conhecer meus netos…


Pacientes reclamam de falta de remédios em hospital do RJ

Pacientes têm o tratamento interrompido no Hospital Clementino Fraga Filho.

Pessoas com câncer dizem que falta o medicamento Docetaxel.

Do G1 Rio

Assistam a entrevista:

Pacientes com câncer estão tendo tratamentos contra a doença interrompidos por falta de medicamentos no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, como mostrou o RJTV 1ª edição desta segunda-feira (29).

Andreia Almeida, que tem câncer no fígado, no pulmão, na coluna e nos ossos, se surpreendeu ao chegar no hospital, na última quinta-feira (25), e descobrir que não ia poder fazer a quimioterapia porque o medicamento Docetaxel está em falta.

“Me disseram que não tinha o remédio e que há duas semanas as medicações estavam presas na alfândega. Também não não uma previsão para a chegada dos remédios. Tenho medo de perder para a doença”, lamentou Andreia.

Ao ligar para o hospital, a paciente foi avisada por uma funcionária do hospital que não existe uma data para o recebimento do medicamento. A funcionária ainda chegou a dizer que é igual papagaio, que “só escuta e repete o que falam”.

Para a paciente Maria Clara, que tem câncer de mama, faltavam apenas mais duas sessões para terminar a quimioterapia, até que ela descobriu, há duas semanas, que o remédio está em falta.

A filha de Maria Clara Paes procurou o hospital, mas a ouvidoria mostrou um ofício da empresa que fornece o remédio, que relata que a culpa da falta do remédio é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Uma greve de funcionários estaria atrasando a liberação do docetaxel. A Anvisa informou que não existe nenhuma greve e que a última aconteceu há quatro anos.

“A gente não sabe o que vai acontecer. Como vai ser nosso tratamento? Eu quero viver, quero poder conhecer meus netos. A gente tenta viver com dignidade, mas se não temos nosso tratamento, não estamos tendo dignidade”, disse Maria Clara, emocionada.