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Doença genética ou hereditária, qual a diferença? 

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Herdamos dos nossos pais um código, o DNA, que carrega toda nossa informação genética. É ele que diferencia uma pessoa e outra, desde a cor dos olhos até a suscetibilidade para doenças. Neste cenário, há quem diga que ao apresentar alguma patologia, a herança também é da família. Mas não é bem assim.É necessário que as pessoas compreendam que doença genética não é sinônimo de doença hereditária. Todas as doenças hereditárias são genéticas, mas nem todas as doenças genéticas são hereditárias. As doenças genéticas são desenvolvidas a partir de um erro no material genético que podem aparecer pela primeira vez na família, como a síndrome de Down.

As doenças hereditárias mostram a tendência de uma pessoa ter o problema, mas isso não quer dizer obrigatoriamente que ela terá. Se na família do pai e da mãe existem casos de diabetes, hipertensão, é mais provável que o filho possa ter essas doenças. A probabilidade de elas se manifestarem também pode depender da interação com o ambiente e hábitos.

Com o avanço da medicina, surgiram meios de tornar a manifestação dessas doenças menos graves ou mantê-las sob controle. Um deles é o aconselhamento genético, que busca não só identificar as possíveis doenças hereditárias como orientar a família diante de resultados.

O aconselhamento genético é uma consulta na qual são avaliados os riscos hereditários associados às condições genéticas. Essa consulta pode ser realizada em três situações principais: fase reprodutiva ou pré-natal (quando são detectadas malformações e síndromes durante a gestação), ou para prevenção de doenças genética que já exista naquela família, como o diagnósotico genético pré-implantacional, por exemplo, após o nascimento e em casos de câncer hereditário.

CÂNCER: HEREDITÁRIO OU GENÉTICO?

Uma das doenças que mais gera dúvida sobre seu caráter é o câncer. Isso porque a doença tem uma base genética, mas as alterações gênicas envolvidas no câncer ocorrem de forma hereditária em alguns casos. Grande parte das ocorrências de câncer deve-se a exposições ambientais, ou seja, alterações genéticas que as células sofrem ao longo da vida, mas que não são hereditárias.

Em média 5% a 10% das ocorrências de alguns tipos de câncer na população são de caráter hereditário, frequentemente associado aos tumores de câncer de mama, câncer de cólon e reto e câncer de ovário. Nem todo indivíduo que herda uma predisposição genética irá desenvolver a doença.

Àqueles que desejam ter filhos e possuem casos de câncer na família, uma opção preventiva é o congelamento do sangue presente no cordão umbilical.As células-tronco são usadas para recuperar o sistema hematopoiético (responsável pela fabricação das células sanguíneas) de pacientes submetidos à quimioterapia e/ou à radioterapia. Nessas situações, a infusão é vital, uma vez que esses tratamentos também destroem o tecido que produz o sangue do paciente.

É importante destacar que as células-tronco, além de serem compatíveis com o próprio bebê, possuem uma chance elevada de compatibilidade entre irmãos. Com as células criopreservadas, há maior rapidez no tratamento e, após o transplante, há a diminuição dos riscos de rejeição e efeitos colaterais. Durante a estocagem as células ficam protegidas de ações ambientais.

Fonte: Tribuna da Bahia

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