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OAB condena política de extermínio

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Reunião na OAB-RJ que tratou da política de segurança do governo Sérgio Cabral.

O presidente da OAB diz que a política é de extermínio. Já Tim Cahill, da Anistia Internacional, se confessa chocado.

Leia o que Cesar Maia publicou em seu blog:
(ex-blog do Cesar Maia em 10 de junho de 2009)

1. Presidente da OAB-RJ, Waldir Damous: – “Essa política de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro é excludente, de extermínio e de criminalização da pobreza”. Foi passado um filme de 6 minutos mostrando pessoas mortas, em sua maioria jovens. Lembrou-se a declaração feita pelo Cabral: “as mulheres pobres deveriam fazer aborto porque são fábricas de marginais”. Termina o filme com a foto de uma mulher negra, segurando uma criancinha e ambos seguram uma placa que diz: Nossa dor é comemorada como indicador de eficiência policial. O relatório entregue mostra o acirramento do processo de criminalização da pobreza e, consequentemente, da violação dos direitos. É um apanhado de denúncias que se deteve em casos concretos e recentes de violação dos Direitos Humanos.

2. OS MUROS. Presidente da Associação de Moradores da Rocinha disse: “Não mostramos apenas ser contrários ao MURO através de teoria, mas com plebiscito que gerou documento com a assinatura e RG dos moradores da Rocinha. Nós não queremos o muro!!”…

3. Leonardo Chaves, subprocurador de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, chamou a atenção para o fato da mesma empreiteira construir os dois muros – Rocinha e Dona Marta, justo onde não há crescimento horizontal…

4. Tim Cahill: – “Estou há 9 anos fazendo esse trabalho na Anistia Internacional, vindo ao Rio de Janeiro… O que acontece aqui é chocante, é uma decepção tremenda. Antigamente, se vinha até o Rio e se via o caso individual. Agora estamos vendo que isso é uma política de Estado, uma política discriminatória que tem reforçado o extermínio de uma classe, uma raça, jovens”.

5. Ainda Cahill: – “Dois exemplos nítidos que reforçam a adoção dessa política de exclusão que a cidade sofre são: a construção dos muros (um conceito de que essas comunidades não fazem parte da cidade). O outro exemplo é a criação das milícias que é o resultado de décadas de descaso, de impunidade, que ameaçando a democracia do RJ, em função da milícia ter entrando na política do Estado”.

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