PIAUÍ – Obras do Programa Aceleração do Crescimento estão emperradas pelo licenciamento ambiental

O vice-governador Wilson Martins disse que os recursos das obras do PAC que estiverem paradas, serão remanejadas para outras obras do programa. Ele informou que o Piauí será agraciado com o PAC 2.

Segundo ele, pelo menos mais R$ 550 milhões devem ser injetados em obras de infraestrutura no Estado. Wilson Martins relacionou obras das estradas federais como dois trechos da BR -235 e outro da BR-020, ao valor de R$ 300 milhões. Além da construção da barragem de Castelo do Piauí no valor de R$ 240 milhões. O licenciamento ambiental ainda impede que as obras sejam iniciadas.

Ele disse que as obras estão reavaliadas, porque algumas delas ainda tem problemas com a liberação ambiental. Seriam obras que não saíram ainda do papel, por isso, o dinheiro pode ser remanejado para outras obras, ainda não viabilizadas.

Wilson Martins destacou os projetos para a conclusão dos trechos de Gilbués a Santa Filomena, cerca de 130 Km, na BR-235, e o trecho de Bom Jesus passando por Guaribas até a Campo Alegre de Lourdes, na Bahia. A BR-020, de São Raimundo Nonato a Campo Alegre de Lourdes também será feito um trecho de 55 Km. Estas obras custarão R$ 300 milhões.

A barragem de Castelo do Piauí, uma obra de contenção do Rio Poti e ainda com aproveitamento para produção de energia elétrica e projetos produtivos de irrigação deve consumir outros R$ 240 milhões.

Wilson Martins revelou que o Piauí ainda tem dificuldades para iniciar as obras dos projetos das hidrelétricas. As restrições dizem respeito as licenças ambientais e foram impostas pelo Ibama. As barragens em Urucuí e Ribeiro Gonçalves ainda aguardam liberação.

“A saída é baixar a altura da parede da barragem. Reduz a dimensão, o custo e a produção de energia também, assim como o impacto e a agressão ao meio ambiente. Os projetos para construção das hidrelétricas previstas no PAC somam mais de R$ 1,050 bilhão. Mas agora estão refazendo os projetos ambientais”, explicou Wilson Martins.

O vice-governador disse que existe um consórcio para refazer os projetos um deles é de R$ 5 milhões e o outro de R$ 6,5 milhões. “Há 50 técnicos da Universidade Federal de Pernambuco na região de Floriano, fazendo estudos . Ainda temos obras em andamento como o programa Luz para Todos, abastecimento d´água, saneamento básico”, comentou.

Wilson Martins informou que está fechando o relatório do PAC ainda este mês e foram investidos quase R$ 900 milhões em obras do PAC no Piauí, no ano passado. Ele citou obras como a barragem do Poço do Marruá, que está com 95% dos recursos aplicados, de um total de R$ 70 milhões, com previsão de adutora. Citou aplicação de R$ 50 milhões no projeto irrigado do Tabuleiro Litorâneo.
Diario do Povo/PI

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