REVIFÉ é revivendo com fé!

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Rio 2016: Assim está o Hospital Mario Kröeff! 


Rio 2016 não é apenas o ano das Olimpíadas, para os moradores e pacientes do estado e município é o ano do descaso do governo estadual e municipal com o apoio do federal para com a saúde, educação e segurança! 

Rio 2016, o ano do caos dos cariocas! 

O vídeo é de uma reportagem feita hoje, 23/08/16, na porta do hospital. 

Confiram:


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Ciência revela que a oração tem efeitos curativos contra doenças


Nos Estados Unidos um novo estudo realizado por um pesquisador cristão, revela que a cura física pode ocorrer como resultado do poder da oração.

Dr. Andrew Newberg, diretor de pesquisa no Hospital de Thomas Jefferson e Medical College, na Pensilvânia, liderou o estudo, em que scanners de cérebro de ressonância magnética, mostrou que há poder na oração.

O estudo também constatou que a oração é muito semelhante a um treinamento físico para o cérebro.

“Quando você olha para a maneira como o cérebro funciona, parece ser muito facilmente capaz de participar de práticas religiosas e espirituais… só faz sentido, se Deus está além de acima e estamos aqui abaixo, nosso cérebro é capaz de se comunicar com Deus,” disse Christian Post Newberg.

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Em um de seus estudos, Newberg tinha pacientes idosos com problemas de memória, eles rezaram todos os dias durante 12 minutos por oito semanas. Os resultados da ressonância apareceram positivo e dramaticamente diferente, após a conclusão do experimento. Além disso, os resultados de teste revelaram que o benefício da oração, na verdade podem formar o cérebro.

Em 2012, o The Huffington Post informou que Newberg realizou um outro estudo, que as formas em que a oração e meditação afeta o cérebro humano. Sua pesquisa mostrou que quando uma pessoa é dedicada à oração, há um aumento da atividade nos lobos frontais e a área da linguagem do cérebro, conhecida para se tornar ativo durante a conversa. Verificou que o cérebro, orar a Deus é semelhante como falar com as pessoas.

Para realizar este estudo, os participantes com um corante radioativo inofensivo injetado enquanto eles estavam em profunda oração ou meditação. Corante emigrou para diferentes partes do cérebro em que o fluxo de sangue era o mais forte.

Newberg chegou à conclusão de que, independentemente da religião, a oração cria uma experiência neurológica entre pessoas.

Fonte:

http://healthylivingathome.club/2016/06/30/ciencia-revela-que-a-oracao-tem-efeitos-curativos-contra-doencas/

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Tempo de saudades, tempo de luto.


O luto é doloroso. 

Você tem o direito de sentir mal, embora nem todo mundo entenda e respeite. Sentimos a solidão duríssima que é a falta de ser compreendido.

Ao se perder alguém muitas vezes se anda pela cidade ou dentro de casa sem rumo, sem som, sem musica, sem riso. Fica-se “doido” para noite chegar, tomar um “branquinho” ou umas gotas que ajuda dor. O sono virá um balsamo. Parece que a dor dá um descanso até que um novo dia comece e sempre esperamos que a alegria venha pela manhã.
É preciso que a morte de alguem amado complete o ciclo dentro de nossa alma: dor -saudades-solidão-revolta- saudadestristeza- saudadesfugir de todos-negar-se o direito de rir-rir em meio as lagrimas-saudades -começar acostumar-se-consolar-se-aceitar a perdar-saudades diferentes- recomeçar.reconstruir- lembrar com bondade e gratidão.

Cada etapa do luto-consolação tem uam intensidade e tem seu tempo e varia de pessoa para pessoa, até mesmo na mesma familia. É preciso atravessar o luto doroso, dando a si mesmo o direito de dar boas risadas também

Quando se perde alguém é preciso olhar o mundo novamente e se situar diante dele e deste novo fato. Quando se tem uma perda, é preciso buscar novos ganhos.

Quem se vai ou se foi deixa muitas marcas. Algumas que nunca tinhamos visto, percebido ou valorizado.

O luto vira o mundo da pessoa de cabeça para baixo e é uma das experiências mais dolorosas. Pode ser estranho, terrível e avassalador. É uma parte da vida e poucas vezes requer atenção medica e terapeutica. Mas se for preciso não deixe de buscar apoio.

Aproveitemos enquanto temos. As pessoas morrem. É um fato.

É preciso fazer algo bom, belo, gentil, inspirador com, para e por elas enquanto as temos e elas nos têm.

Com carinho e orações
Pastor Jeremias Pereira.

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Diga ao seu médico!



Sim, diga a seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia.

Conte a seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago.

Relate que você tem diabetes, no entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.

Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.

Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo. Não querem mudar de vida.
Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa.

Pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.

Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.

Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas.

Suplicam auxílio para os problemas de tireóide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.

Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade.

Clamam pela intercessão divina, porém permanecem surdos aos gritos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si mesmos.

Deus nos fala através de mil modos; a enfermidade é um deles e por certo, o principal recado que nos chega da sabedoria divina é que está faltando mais amor e harmonia em nossa vida.

 José Carlos de Lucca

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Câncer, um dia o venceremos! 



Será que algum dia venceremos a guerra contra o câncer? As mais recentes estatísticas mostram o quão distante estamos de uma vitória. Nos Estados Unidos, o risco de desenvolver câncer é de 42% em homens e 38% em mulheres, de acordo com American Cancer Society. Os números são ainda mais sombrios no Reino Unido: 54% dos homens e 48% das mulheres terão câncer em algum ponto de suas vidas. E os casos só aumentam: no ano passado, 2,5 milhões de pessoas morando no Reino Unido tinham a doença, de acordo com números de uma das principais ONGs de amparo às vítimas da doença, a Fundação Macmillan. Isso representa um crescimento de 400 mil casos em comparação com 2010.

As estatísticas mostram que o câncer está ficando mais e mais comum. Mas por que tantas pessoas desenvolvem a doença em algum ponto de suas vidas? Para conseguirmos uma resposta, precisamos entender que o câncer é um efeito colateral infeliz do processo evolucionário. Animais grandes e complexos são vulneráveis ao câncer justamente porque são grandes e complexos. Mas embora a evolução tenha ajudado a criar o problema, é com a ajuda dela que estamos vendo o surgimento de tratamentos que podem colocar os prognósticos a nosso favor.
Para entender o câncer, precisamos analisar um processo fundamental que ocorre em nosso organismo: a divisão celular. Nossas vidas começam quando um espermatozoide e um óvulo se encontram e se transformam em uma bola contendo algumas centenas de células. Quando atingimos a vida adulta, 18 anos mais tarde, essas células se multiplicaram tantas vezes que os cientistas não conseguem calcular precisamente quantas temos no corpo – o número estimado é de 37,2 trilhões.
A divisão celular em nossos corpos é altamente controlada. Por exemplo: quando suas mãos estavam crescendo, algumas células “cometeram suicídio” – em um processo conhecido como apoptose – para formar o espaço entre os seus dedos. O câncer também envolve divisões celulares, mas com uma diferença fundamental: uma célula cancerosa quebra todas as regras de divisão controlada. “É como se fossem um organismo diferente. Quanto melhor e mais rápido essa célula conseguir se dividir e ganhar nutrientes que suas vizinhas, o mais bem-sucedida será como um câncer”, explica o biólogo Timothy Weil, da Universidade de Cambridge.
A divisão celular é marcada por controle e comedimento, mas a divisão de células cancerosas é uma proliferação selvagem e descontrolada. Células adultas estão constantemente sob rígido controle”, diz Weil. “Bascimanrte, câncer é a perda de controle dessas células”. Essa divisão descontrolada só pode ocorrer se alguns genes que impedem o crescimento celular acidental, como o p53, sofrem mutações. Nossos organismos são muito bons para detectar as mutações. Temos sistemas biológicos que são ativados para destruir a maioria das células mutantes antes que elas nos causem danos.
Temos diversos genes corretivos que enviam instruções para matar células comprometidas. “Milhões de anos de evolução resultaram nisso. É um conceito ótimo, mas não é perfeito”, afirma Charles Swanton, do Instituto Francis Crick, no Reino Unido. A ameaça vem do pequeno número de células corruptas que não são detidas. Ao longo do tempo, uma delas pode crescer e se dividir em milhares, depois, em dezenas de milhares. Eventualmente, pode haver bilhões de células em um tumor. Isso leva a um desafio: quando a célula mutante se multiplica e se transforma em um tumor, uma pessoa terá câncer até que todas as células cancerosas sejam destruídas. Se algumas sobrevivem, elas podem rapidamente se multiplicar e resultar em outro tumor.
Células cancerosas não são todas iguais. Cada vez que uma delas se divide, ela tem o potencial de desenvolver novas mutações que afetam seu comportamento. Em outras palavras: elas evoluem. À medida que células de um tumor passam por mutações, elas ficam mais diversas geneticamente. É aqui que a evolução chega às células mais cancerosas. A diversidade genética é “o tempero da vida, o susbtrato sobre o qual age a seleção natural”, diz Swanton, se referindo à teoria de evolução por seleção natural, proposta por Charles Darwin em 1859. Assim como espécies individuais – humanos, leões, sapos e mesmo bactérias – ganham variação genética ao longo do tempo, o mesmo se passa com as células cancerosas.
“Tumores não evoluem de maneira linear. Não há duas células iguais em um deles”, diz Swanton. Na verdade, as células de um tumor estão evoluindo para ficarem mais cancerosas. “Estamos, essencialmente, lidando com ramos evolucionários que criam diversidade e condições para que as células resistam a tratamentos”, completa o especialista. O fato de que tumores estão constantemente mudando sua configuração genética é uma das razões pelas quais cânceres são tão difíceis de “matar”. Por isso, Swanton e colegas adotam uma abordagem evolucionária no combate à doença.

Swanton, especializado em câncer de pulmão, descobriu em suas pesquisas algo que espera ver resultar em tratamento eficaz e localizado. Pense na evolução de um câncer como se fosse uma árvore com muitos galhos. Na base dessa árvore estão as mutações originais que formaram o tumor em primeiro lugar – mutações comuns às outras células do tumor. Na teoria, uma terapia que atacasse alguma dessas mutações básicas deveria destruir todas as células comprometidas. Já é uma abordagem comum a alguns tratamentos. Um exemplo é a droga EGFR, usada no tratamento de cânceres de pulmão.

O problema é que esses tratamentos não funcionam tão bem como esperamos. As células comprometidas resistem porque algumas desenvolvem uma mutação de resistência ao tratamento. Em outras palavras, alguns dos galhos da árvore evoluíram de forma a ficar menos vulneráveis a ataques ao “tronco”. Um tumor, em média, pode conter um trilhão de células cancerosas, e algumas podem ter evoluído de forma a ficarem imunes a ataques contra mutações básicas. Mas e se um tratamento tivesse como alvo duas mutações basais ao mesmo tempo? Menos células são capazes de evoluir de forma a ficar imunes a ambas as formas de ataque.
Swanton e seus colegas analisaram os números para ver quantas mutações no “tronco” teriam que atacar simultaneamente para se assegurar de que poderiam destruir todas as células cancerosas. Três foi o número mágico encontrado. Os cálculos sugerem que o ataque concentrado neste trio “cortaria o tronco” e “derrubaria” a árvore. Mas não é uma abordagem barata. Para que ele funcione, os pesquisadores precisam estudar o câncer específico de uma pessoa para estabelecer qual é a base de seu tumor, para que o coquetel apropriado de drogas seja aplicado.

Alberto Bardelli, especialista em câncer colorretal da Universidade de Turim, na Itália, também tem usado teoria evolucionária como inspiração para uma solução com o objetivo de superar a resistência das células cancerosas a drogas. Seu trabalho consiste em “provocar” as células cancerosas resistentes: pacientes recebem determinadas terapias e depois são monitorados para ver quando uma determinada célula cancerosa se destaca no tumor porque desenvolveu resistência.
Bardelli, então, para o tratamento. Isso remove a pressão evolucionária que antes permitia à célula ser bem-sucedida. Sem essa pressão, outros tipos de células cancerosas têm chance de aparecer e “lutam” contra a dominante. O câncer declara guerra a si mesmo. Quando as células insurgentes ganham espaço, é hora de ministrar as drogas mais uma vez, já que essas células não devem ainda ter desenvolvido resistência. “Jogamos célula contra célula e esperamos as vencedoras para depois interromper o tratamento. As vencedoras começam a desaparecer e outras a substituem. Usamos o tumor contra eles mesmo. Quero usar essas células que não são afetadas pela terapia para lutar com as outras”.

A equipe de Bardelli começará os teste em pacientes nos próximos meses – Ao mesmo tempo, é importante entender melhor o que causa cânceres em primeiro lugar. Em 2013, um dos mais complexos estudos genéticos deu um passo importante nessa direção. Pesquisadores vasculharam o genoma de pacientes para encontrar vestígios das 30 mutações mais comuns associadas ao câncer. Elas são pequenas mudanças químicas no DNA em cânceres que incluem os de pulmão, pele e ovário.
Andrew Biankin, cirurgião da Universidade de Glasgow, foi um dos pesquisadores envolvidos. Ele diz que era possível encontrar marcas dos danos provocados ao código genético. “Em um câncer de pele como o melanoma, podemos ver evidência de exposição à radiação ultravioleta. No câncer de pulmão, podemos ver a ‘assinatura’ do ato de fumar”, explica Biankin. Como são vestígios conhecidos, o time pôde ver padrões de formação de cânceres incomuns, em que a causa não estava muito clara. “Os esforços estão agora em descobrir quais são essas causas”.
Outros especialistas afirmam que é importante priorizar a prevenção. Isso porque há fatores de risco conhecidos, como queimaduras de sol e o fumo. Otis Brawley, médico-chefe da American Cancer Society, diz que prestar atenção aos riscos pode prevenir a formação de muitos cânceres. Ele cita duas estatísticas impressionantes: em 1900, a taxa de mortalidade para o câncer nos EUA era de 65 em cada 100 mil pessoas, proporção que, em 1990, já tinha chegado a 210 em cada 100 mil. “Algo tem que estar causando esse aumento. Se você remover a causa, você pode diminuir os casos de câncer”, diz Brawley.
Os EUA viram um declínio de 25% na mortalidade por câncer nas últimas duas décadas. Segundo Brawley, mais da metade da diminuição foi influenciada por atividades de prevenção. Mas ao mesmo tempo em que se comemora a queda da mortalidade, o número de diagnósticos aumentou. Por um lado, isso pode ser mérito de melhores técnicas de detecção, como no caso do câncer de próstata, mas também pode ser algo relacionado, ironicamente, ao aumento na expectativa de vida humana. Se você viver muito, você vai ter câncer”, diz Biankin.
Para Bardelli, quem quiser viver mais de 70 anos terá que aceitar desenvolver câncer um dia. Ele argumenta que nossas células não evoluíram para manter a integridade de nosso DNA por um tempo compatível como nossa longevidade. Brawley é ainda mais incisivo e diz que todo mundo com mais de 40 anos em algum ponto terá uma mutação que poderá resultar em um câncer. Isso parece alarmante, mas nosso mecanismo de defesa natural normalmente será capaz de destruir as células cancerosas. Enquanto isso, a ciência também evolui. “Não tenho a menor dúvida de que vamos vencer o câncer”, diz Bardelli.
Fonte: BBC BRASIL

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Para viver melhor


Não se preocupe, *se ocupe.* Ocupe seu tempo, ocupe seu espaço, ocupe sua mente. Não se desespere, *espere.* Espere a poeira baixar, espere o tempo passar, espere a raiva desmanchar. 

Não se indisponha, *disponha.* Disponha boas palavras, disponha boas vibrações, disponha sempre. 

Não se canse, *descanse.* Descanse sua mente, descanse suas pernas, descanse de tudo. Não menospreze, *preze.* Preze por qualidade, preze por valores, preze por virtudes. 

Não se incomode, *acomode.* Acomode seu corpo, acomode seu espirito, acomode sua vida. 

Não desconfie, *confie.* Confie no seu sexto sentido, confie em você, confie em Deus. 

Não se torture, *ature.* Ature com paciência, ature com resignação, ature com tolerância. 

Não pressione, *impressione.* Impressione pela humildade, impressione pela simplicidade, impressione pela elegância. 

Não crie discórdia, *crie concórdia.* Concórdia entre nações, concórdia entre pessoas, concórdia pessoal. Não maltrate, *trate bem.* Trate bem as pessoas, trate bem os animais, trate bem o planeta. 

Não se sobrecarregue, *recarregue.* Recarregue suas forças, recarregue sua coragem, recarregue sua esperança. 

Não atrapalhe, *trabalhe.* Trabalhe sua humanidade, trabalhe suas frustrações, trabalhe suas virtudes. 

Não conspire, *inspire.* Inspire pessoas, inspire talentos, inspire saúde. 

Não se apavore, *ore.* Ore a Deus! Somente assim viveremos dias melhores.👍😘

Texto de autoria de Bruno Pitanga, Doutor em neuroimunologia, neurocientista, professor universitário e palestrante.


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Revifé no aniversário de 77 anos do Hospital Mario Kröeff 


​”O Hospital Mario Kröeff acredita em milagres!”


Parabéns a nova diretoria do Hospital 

Dr Helio Noronha

Dra Karla

Dra Maria Helena Vermot – Mastologia 

“O hospital Mario Kröeff acredita em milagres” Dra Maria Helena Vermot 

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