REVIFÉ é revivendo com fé!

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Coordenadora Sylvia Crivella e deputada Rosangela Gomes recebem equipe do Hospital Mário Kroeff


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Nesta tarde, 10/01, a Coordenadora das Obras Sociais do Município do Rio de Janeiro, a primeira dama Sylvia Crivella nos recebeu no Palácio da Cidade para tomar conhecimento do estado em que se encontra o Hospital Mário Kröeff, o segundo hospital referência em tratamento do câncer no Rio de Janeiro.

Podemos afirmar que hoje um novo tempo, uma nova história se inicia para o Hospital Mário Kröeff e seus pacientes! Verdadeiramente, agora é a hora de cuidar das pessoas!

A deputada Rosangela Gomes propôs  emendas orçamentárias a fim de ajudar o setor de mastologia, que atende a muitas mulheres vítimas de câncer.

Da esquerda para a direita:

Dra Lucia Feitosa, diretora do hospital do Andaraí, Deputada Rosangela Gomes, Dra Maria Helena Vermont diretora da mastologia do Hospital Mário Kroeff , Dra Catia diretora técnica do Hospital Mário Kroeff, Sandra de Andrade presidente do REVIFÉ, Sylvia Crivella,Dra Mariana Kroeff diretora presidente do hospital Mário Kroeff e Vera Valesca.
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Ninguém é substituível!!!


Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: “ninguém é insubstituível”! A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente, um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:- Alguma pergunta?

– Tenho sim. E Beethoven?

– Como? – o encara o diretor confuso.

– O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio…

O funcionário fala então:
– Ouvi essa história esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?…

O rapaz fez uma pausa e continuou:
– Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus ‘erros ou deficiências’?
Nova pausa e prosseguiu:
– Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO , se PICASSO ERA INSTÁVEL , CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Divagando o assunto, o rapaz continuava.
– Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em ‘melhorar as fraquezas’ de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de técnico de futebol, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.
Olhou à sua a volta e reparou que o Diretor olhava para baixo, pensativo. E voltou a dizer nesses termos:

– Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que ‘foi pra outras moradas’. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: “Estamos todos muito tristes com a ‘partida’ de nosso irmão Zacarias… e hoje, para substituí-lo, chamamos:…NINGUÉM…Pois nosso Zaca é insubstituível. concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.

Conclusão:

NUNCA ESQUEÇA: VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO! COM TODA CERTEZA NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!
“Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo…, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.”
“NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É… E OUTRAS… QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO… ACOSTUME-SE A ISSO… COM MUITA PAZ DE ESPÍRITO…”
É bom para refletir e se valorizar!
Boa semana caros colegas INSUBSTITUÍVEIS!!!!!

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Lutando contra o câncer, mulher dá à luz quadrigêmeos: “Deus tem um plano para nós”


Kayla e seu marido, Charles Gaytan não se abalaram com o diagnóstico de um câncer, ao final da gravidez dela. Ambos acreditam que Deus tem planos especiais em tudo.

Parece que a conhecida passagem bíblica de Jeremias 29:11 tem feito muito mais sentido agora para Kayla Gaytan e seu marido, o Sgt. Charles Gaytan.

De acordo com a emissora ‘WKRN’, em Nashville, Kayla e seu marido, Sgt. Charles Gaytan, estavam extasiados quando descobriram que estavam esperando quatro bebês – mesmo sem tratamento de fertilidade de qualquer tipo.

“Ela me ligou pelo telefone, e nós estamos em um Humvee. Eu meio que não consegui ouvi-la realmente”, lembrou Charles, que está servindo em uma base militar de Fort Campbell. “Foi realmente uma das melhores notícias que já tive em minha vida”.

Mas o diagnóstico de um câncer deixou o casal preocupado sobre o nascimento de seus filhos. Diagnosticada com linfoma de Hodgkin em janeiro de 2016, Kayla tinha acabado de terminar cinco meses de quimioterapia e estava em observação quando soube que estava grávida. Apesar de serem quadrigêmeos, Kayla não teve complicações reais durante o curso de sua gravidez.

“Minha expectativa inicialmente era completar as 34 semanas, porque eu percebi que se eu poderia vencer o câncer, certamente eu poderia completar as 34 semanas com os quadrigêmeos”, disse Kayla. “Eu apenas continuei tentando dizer a mim mesma que eu poderia fazer isso”.

Um mês antes dos bebês nascerem, Kayla começou a perceber os sintomas de seu câncer e, pouco tempo depois, uma biópsia confirmou o que ela temia: a doença tinha retornado. Os médicos também disseram que ela tinha apenas 50% de chance de sobreviver nos próximos cinco anos, de acordo com a ABC News.
“Você acha que venceu a doença na primeira vez. Quando ela volta, você está apenas se perguntando: ‘por que engravidar desses quatro bebês?’. Então, você sabe, algo assim acontece”, disse Kayla.
“Ela tinha trabalhado muito duro para [lutar contra o câncer] pela primeira vez. Agora, voltar e ter que passar por tudo novamente, quebra o meu coração”, disse Charles.

“Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro”. Parece que a conhecida passagem bíblica de Jeremias 29:11 tem feito muito mais sentido agora para Kayla Gaytan e seu marido, o Sgt. Charles Gaytan.
De acordo com a emissora ‘WKRN’, em Nashville, Kayla e seu marido, Sgt. Charles Gaytan, estavam extasiados quando descobriram que estavam esperando quatro bebês – mesmo sem tratamento de fertilidade de qualquer tipo.
“Ela me ligou pelo telefone, e nós estamos em um Humvee. Eu meio que não consegui ouvi-la realmente”, lembrou Charles, que está servindo em uma base militar de Fort Campbell. “Foi realmente uma das melhores notícias que já tive em minha vida”.
Mas o diagnóstico de um câncer deixou o casal preocupado sobre o nascimento de seus filhos. Diagnosticada com linfoma de Hodgkin em janeiro de 2016, Kayla tinha acabado de terminar cinco meses de quimioterapia e estava em observação quando soube que estava grávida. Apesar de serem quadrigêmeos, Kayla não teve complicações reais durante o curso de sua gravidez.
“Minha expectativa inicialmente era completar as 34 semanas, porque eu percebi que se eu poderia vencer o câncer, certamente eu poderia completar as 34 semanas com os quadrigêmeos”, disse Kayla. “Eu apenas continuei tentando dizer a mim mesma que eu poderia fazer isso”.

Um mês antes dos bebês nascerem, Kayla começou a perceber os sintomas de seu câncer e, pouco tempo depois, uma biópsia confirmou o que ela temia: a doença tinha retornado. Os médicos também disseram que ela tinha apenas 50% de chance de sobreviver nos próximos cinco anos, de acordo com a ABC News.

“Você acha que venceu a doença na primeira vez. Quando ela volta, você está apenas se perguntando: ‘por que engravidar desses quatro bebês?’. Então, você sabe, algo assim acontece”, disse Kayla.
“Ela tinha trabalhado muito duro para [lutar contra o câncer] pela primeira vez. Agora, voltar e ter que passar por tudo novamente, quebra o meu coração”, disse Charles.

Charles (esquerda) e Kayla Gaytan (direita). (Foto: Wate.com)

Propósitos de Deus
Na semana passada, Kayla deu à luz os bebês – Lillian, Victoria, Michael e Charles – com 30 semanas de gravidez, informou a emissora. Os recém-nascidos são todos saudáveis, embora o maior deles tenha pouco mais de 3kg.

“Foi emocionante, foi intenso. Olhar para eles quando todos nasceram e ouvi-los chorando, foi algo realmente emocionante”, disse Kayla.
Apesar de seu futuro incerto, Kayla disse que acredita que Deus tem um plano para sua vida e está pronta para retomar a quimioterapia em duas semanas, que durará 16 meses.
“Nós sabemos que Ele [Deus] tem que ter um plano diferente lá em cima para nós. Certamente tudo vai dar certo no final”, disse ela à mídia.
A família recebeu muito apoio apoio nas mídias sociais, com muitos internautas oferecendo orações pela a cura de Kayla e votos de felicidade.
“Que benção!!”, escreveu um usuário. “Nós nos regozijamos por sua bela família, e desejamos que haja cura completa em nome de Jesus para você, mãe!!! A vida é um dom tão belo do Senhor!”.

“A VIDA! que bela escolha!”, escreveu outro usuário. “A vida dos bebês e vida dessa mãe valente, orando por esta grande unidade familia de pelo menos 6 (pai, mãe, 4 bebês saudáveis, e não tenho certeza se há outros irmãos). Valorizaram a VIDA e eu valorizo vocês!”.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOSPEL HERALD

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Cristofobia: O Globo se irrita após Crivella citar Deus sete vezes em discurso de posse



O ranço contra os cristãos tem se tornado cada vez mais frequente, mas O Globo publicou uma matéria ontem na qual deixa isso bastante claro. Com o título “Crivella cita deus 7 vezes em discurso de posse”, o jornal tratou do assunto como se fosse um ultraje ou um ato imoral.Vou separar alguns trechos, em seguida irei comentá-los.
“Depois de passar uma campanha inteira fugindo do rótulo de “político religioso”, para evitar a rejeição de eleitores — como acabou ocorrendo em 2014, na campanha para o governo do estado —, o lado bispo de Marcelo Crivella falou mais alto durante a cerimônia de posse, e em muitos momentos.”
Aqui, já temos a primeira mentira. Desde quando citar deus aumenta a rejeição de alguém? Muito pelo contrário, aliás. A esmagadora maioria da nossa sociedade é cristã e acha isso totalmente normal, alguns até consideram anormal alguém não citá-lo. Isso tanto é verdade que em 2014, por exemplo, Dilma Rousseff fez um discurso para um público evangélico dizendo “Feliz é a nação cujo Deus é o senhor”. O detalhe é que no caso de Dilma é pura hipocrisia, uma vez que ela nem é religiosa.
“A palavra “Deus”, por exemplo, foi citada sete vezes em uma fala de trinta minutos. Ele também falou de Jesus, fé, bençãos, pastores, agradeceu a religiosos de diversas correntes e se incluiu como “pastor” em determinado momento do discurso.”
Primeiro, uma fala de 30 minutos é bem grande, dá para dizer muito em tanto tempo. Há palestras que duram menos que isso. Falar em Jesus, agradecer a religiosos e se incluir como pastor também não é nenhum problema, até porque é tudo verdade. Ele é mesmo pastor e obviamente recebeu votos em sua maioria de cristãos. Tudo normal. O que há de errado, então?
“Assim que começou o pronunciamento, Crivella mostrou que o tom do discurso seria bem diferente dos debates e agendas de meses atrás.”
Sim, é óbvio. Por que ele usaria o mesmo tom dos debates, se não estava debatendo? Por que usaria a mesma postura da agenda de campanha, se já está eleito e empossado? É evidente, a partir daí, que O Globo não encontrou razões plausíveis para atacar Crivella. Tudo o que disseram é óbvio, normal e completamente irrelevante. 

Não seria, então, toda essa postura apenas um ranço guardado por terem perdido a eleição? 

Afinal, a Globo apoiou Marcelo Freixo, né?

Fonte: Ceticismo Político