REVIFÉ é revivendo com fé!

img_2455


Deixe um comentário

“Câncer não é uma sentença, é apenas uma palavra!” Também em E-book


Na Vitrine Digital:

http://www.mkmusic.com.br/vitrine-digital/?aba=ebooks

http://www.mkmusic.com.br/ebook/?prod_id=68

Nas plataformas de leitura de e-books:

Amazon

Google Play

https://play.google.com/store/books/details?id=zm8LDgAAQBAJ
Ibooks

https://geo.itunes.apple.com/br/book/cancer-nao-e-uma-sentenca/id1202251278?mt=11&at=1010l78C

gifs16


Deixe um comentário

Bom dia! 


O que você diria ao despertar?  Moisés diria:
“Senhor se sua presença não estiver comigo, não sairei daqui”  

Êxodo 33.15
Abraão diria:  

“O Senhor proverá”

Gênesis 22.8

 Jacó diria:
“Não te deixarei antes de me abençoar” 

Gênesis 32.26

 Josué diria: 
“Eu e minha casa serviremos ao Senhor” 

Josué 24.15

 Samuel diria: 
“Fala Senhor que o teu servo ouve” 

1 Samuel 3:9

 A viuva endividada diria:
“Deus pode me abençoar com o que tenho” 

2 Reis 4:2-7

 Neemias diria: 
“A alegria do Senhor é a minha força” 

Neemias 8.10

 Davi diria:
“O Senhor é o meu pastor e nada me faltará” e

 “Esse é o dia que o Senhor preparou para nós, alegremo-nos e exultemos nEle” 

Salmos 23 e 118.24

 Salomão diria: 
“Confie no Senhor de todo coração e não se apóie na sua própria inteligência ” 

Provérbios 3.5

 Isaías diria:
“Levanta- te e replandece, pois a glória do Senhor está sobre sua vida ” e “Nenhuma arma forjada contra mim prosperará” 

Isaías 60.1 e 54.17

 Jeremias diria: 
” O Senhor tem grandes planos para nossas vidas, planos de Paz e não de guerra.”

Jeremías 29.11

 Ezequiel diria:
“Cada osso seco em minha vida, viverá”

Ezequiel 37

Jonas diria: 
“Em minha angustia clamarei a ti e tu me responderas” 

Jonas 2.1-2

 Pedro diria:
“colocarei minha angustia sobre o Senhor, porque ele cuida de mim ” 

1 Pe. 5.7

Paulo diria:
 «Posso todas as coisas naquele que me fortalece ”

Filip. 4.13 

E você, o que diria?

Que Deus lhe dê um dia mais que abençoado.

img_2273-3


Deixe um comentário

Família realiza último desejo de vítima de câncer e doa corpo para pesquisa


Estudante de 23 anos tinha tumor raro e queria ajudar no tratamento de outras pessoasPOR MARTA SZPACENKOPF


Gustavo Barud após uma cirurgia de remoção de tumor no seu cérebro – Acervo pessoal/Rômulo Barud

RIO — Uma corrente de soliedariedade nas redes sociais conseguiu realizar o último desejo do estudante Gustavo Barud, de 23 anos, morto na manhã da última segunda-feira, vítima de um tipo raro de câncer no cérebro. O jovem pediu à família que seu corpo fosse doado para pesquisas científicas, com o objetivo de ajudar no tratamento de outras pessoas que sofram da mesma doença.

Sem saber como proceder, o irmão mais velho do estudante, o professor Rômulo Barud, fez uma postagem em seu perfil nas redes sociais pedindo ajuda. Depois de mais de mil compartilhamentos, Rômulo conseguiu entrar em contato com Fabio de Almeida Mendes, professor do Programa de Graduação em Anatomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que recebeu o corpo do jovem.
— O Gustavo sempre foi muito altruísta, sempre tentou ajudar os outros. Eu fiz a postagem para conseguir ajuda porque no Inca (Instituto Nacional do Câncer) ninguém sabia o que fazer. Os funcionários me falaram que as pessoas nunca se manifestaram para doar o corpo para pesquisa — contou Rômulo.

Gustavo sentiu os primeiros sintomas em outubro de 2015, quando uma forte dor de cabeça o fez desmaiar no ônibus na volta de uma entrevista de emprego. Sem plano de saúde, a mãe do jovem o levou para o Hospital Salgado Filho, no Centro do Rio, onde ele foi diagnosticado com uma mera enxaqueca.
Rômulo Barud – publicado no Facebook na segunda, 13/2

Amigos, conseguimos fazer ontem, aproximadamente às 16 horas, a transferência do corpo do Gustavo para a UFRJ CCS. Obrigado por toda ajuda e pelos compartilhamentos. Recebi ligações de Franca, ABC paulista das universidades públicas e privadas do Rio e dá região serrana, dentre outras. Gustavo mesmo em morte nos deixou mais uma lição: a de que com pequenos gestos podemos perceber o quanto somos empáticos e altruístas. Obrigado a todos por nos ajudar a conseguir seu pedido. Agora ele não apenas descansará em paz, mas ajudará novos alunos, pesquisas e estudos na área de saúde.

POR MARTA SZPACENKOPF


Gustavo Barud após uma cirurgia de remoção de tumor no seu cérebro – Acervo pessoal/Rômulo Barud

RIO — Uma corrente de soliedariedade nas redes sociais conseguiu realizar o último desejo do estudante Gustavo Barud, de 23 anos, morto na manhã da última segunda-feira, vítima de um tipo raro de câncer no cérebro. O jovem pediu à família que seu corpo fosse doado para pesquisas científicas, com o objetivo de ajudar no tratamento de outras pessoas que sofram da mesma doença.

Sem saber como proceder, o irmão mais velho do estudante, o professor Rômulo Barud, fez uma postagem em seu perfil nas redes sociais pedindo ajuda. Depois de mais de mil compartilhamentos, Rômulo conseguiu entrar em contato com Fabio de Almeida Mendes, professor do Programa de Graduação em Anatomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que recebeu o corpo do jovem.

— O Gustavo sempre foi muito altruísta, sempre tentou ajudar os outros. Eu fiz a postagem para conseguir ajuda porque no Inca (Instituto Nacional do Câncer) ninguém sabia o que fazer. Os funcionários me falaram que as pessoas nunca se manifestaram para doar o corpo para pesquisa — contou Rômulo.

Gustavo sentiu os primeiros sintomas em outubro de 2015, quando uma forte dor de cabeça o fez desmaiar no ônibus na volta de uma entrevista de emprego. Sem plano de saúde, a mãe do jovem o levou para o Hospital Salgado Filho, no Centro do Rio, onde ele foi diagnosticado com uma mera enxaqueca.

— Exaqueca não causa isso… O Gustavo falava que sentia muita dor e que já não enxergava bem. Minha mãe tinha uma reserva de dinheiro e o levou para um hospital particular, onde descobriram um tumor muito grande no cérebro. Meu irmão não tinha condições de ficar lá e aí começou a rede de contatos — lembrou.
Gustavo foi levado para o Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, onde foi operado com urgência uma semana depois. A cirurgia foi bem sucedida, mas o jovem perdeu a visão periférica do olho direito e ficou uma grande cicatriz na cabeça. Porém, após realizar a biopsia no tumor, os médicos descobriram que aquele não seria o último.

— Em janeiro de 2016, ele passou mal de novo, levamos de volta ao Gaffrée e descobriram mais três tumores pequenos na cabeça do Gustavo. Ele foi operado novamente e, dessa vez, conseguimos encaminhá-lo para o Inca devido a periculosidade do tumor — disse.


Gustabo Burado mostra força de vontade em hospital – Acervo pessoal/Rômulo Barud

O jovem fez sessões de radioterapia e quimioterapia durante fevereiro e março e mais rodadas fortes de quimioterapia de maio a outubro. Os exames mostraram que os tumores tinham sumido, mas em novembro Gustavo começou a ter problemas motores e perda de reflexo e de memória. A família voltou ao Inca, e foram descoberto mais cinco tumores pequenos, que cresceram muito rápido e comprometeram a capacidade motora.

— Em fevereiro ele piorou muito e, na semana passada, não conseguiu mais sair da cama, gritava de dor. Desde que meu irmão descobriu que o câncer dele era raro e que os pacientes não duravam muito tempo, ele disse que quando morresse não queria ser cremado ou enterrado. Queria que seu corpo fosse estudado para ajudar outras pessoas a não passar pelo que ele passou, para que não sofressem o mesmo — lembrou, emocionado.

img_2253-1


Deixe um comentário

“Abraço coletivo ao Hospital da Posse”



“Abraço coletivo ao Hospital da Posse”Domingo – 19/2/ às 9:00h Um convite do grupo “Poderosas”

Ajudem a divulgar! 

O hospital da Posse é o hospital que faz as cirurgias para os pacientes com câncer na baixada.

Juntos somos fortes! 

Obrigada

img_2195


Deixe um comentário

Coordenadoria da Obra Social do Rio de Janeiro lança o projeto “Transformando o Seu Quadrado”


Este slideshow necessita de JavaScript.

Nesta última sexta, 10, a Presidente do REVIFÉ Sandra de Andrade participou da primeira reunião realizada pela coordenadora da Obra Social da cidade do Rio de Janeiro, Sylvia Jane Crivella, no Palácio da Cidade onde fora apresentado o projeto “Transformando o seu Quadrado” que visa fomentar o trabalho voluntário em todas as camadas da sociedade carioca. Com princípios de mudança em pequena escala, mas de forma organizada e crescente cerca de duzentas mulheres influentes em todos os segmentos, entre elas a Secretária de Assistência Social e Direitos Humanos Teresa Bergher, a deputada estadual Tia Ju, a juíza federal Claudia Valeria, a Dra Mônica Curvello Machado e a Missionária Claudia Semblano, se propuseram a participar do movimento e buscar realmente uma cidade mais humana e com coração voluntário. Em breve mais novidades que contemplarão todas as mulheres que tem vontade de participar e fazer mais pelos cidadãos do Rio de Janeiro.

Texto e Fotos: Carol de Andrade

img_2173


Deixe um comentário

Isenção do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para Portadores de Moléstia Grave



O que é o Imposto de Renda?

O Imposto de Renda é um tributo que incide sobre determinados ganhos provenientes do trabalho assalariado e de outras atividades econômicas, empresariais e financeiras. Salvo exceções previstas em lei, o Imposto de Renda incide, inclusive, sobre os rendimentos de aposentadoria, pensão e reforma.

O paciente com câncer tem direito à isenção do Imposto de Renda sobre os valores recebidos a título de aposentadoria, pensão ou reforma?

Pacientes com câncer ou com outras doenças consideradas graves têm direito à isenção do Imposto de Renda sobre os valores recebidos a título de aposentadoria, pensão ou reforma, inclusive as complementações recebidas de entidades privadas e pensões alimentícias, mesmo que a doença tenha sido adquirida após a concessão da aposentadoria, pensão ou reforma. Benefícios previdenciários como auxílio-doença e auxílio-acidente também já se originam isentos do Imposto de Renda.

Como obter esse benefício?

Continuar lendo

img_0336


Deixe um comentário

Doença genética ou hereditária, qual a diferença? 



Herdamos dos nossos pais um código, o DNA, que carrega toda nossa informação genética. É ele que diferencia uma pessoa e outra, desde a cor dos olhos até a suscetibilidade para doenças. Neste cenário, há quem diga que ao apresentar alguma patologia, a herança também é da família. Mas não é bem assim.É necessário que as pessoas compreendam que doença genética não é sinônimo de doença hereditária. Todas as doenças hereditárias são genéticas, mas nem todas as doenças genéticas são hereditárias. As doenças genéticas são desenvolvidas a partir de um erro no material genético que podem aparecer pela primeira vez na família, como a síndrome de Down.

As doenças hereditárias mostram a tendência Continuar lendo

img_2156-1


Deixe um comentário

Tumor benigno e tumor maligno, quais as diferenças? 



CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS MACROSCÓPICAS: 

Nas neoplasias benignas a velocidade e a forma de crescimento respectivamente são lentas e expansivas, e a metástase é ausente. Já nas neoplasias malignas a velocidade e a forma de crescimento respectivamente são rápida, expansiva e infiltrativa e a metástase está presente.
CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS MICROSCÓPICAS: 

Os tumores benignos apresentam suas células semelhantes às do tecido de origem. Seus núcleos não estão alterados, ou seja, a célula neoplásica é indistinguível da normal. Porém, há formação de um arranjo tecidual diferente que segue os padrões de formação citados anteriormente. As neoplasias malignas apresentam células com núcleos alterados: há irregularidades na forma, tamanho e número; podem surgir mitoses atípicas, hipercromasia nuclear (=grande quantidade de cromatina), pleomorfismo (variados tamanhos e formas de núcleo e da célula como um todo) etc. O citoplasma dessas células pode ter a relação núcleo/citoplasma alterada.

Essas características microscópicas são consideradas índices de atipia.

Fonte: http://www.patoneoplasia.blogspot.com