Faltam anestesistas na rede pública de saúde, diz sindicato dos médicos

Outro problema constatado é a má conservação dos equipamentos

Rio – O Sindicato dos Médicos do Rio denunciou ontem que unidades municipais de Saúde estariam sendo negligentes em relação aos procedimentos de anestesia. Equipamentos em péssimo estado e falta de profissionais em centros cirúrgicos são os principais problemas, afirma o presidente do sindicato, Jorge Darze.

Segundo ele, o Hospital Souza Aguiar (Centro), a Maternidade Oswaldo Nazaré (Praça XV) e a Maternidade Fernando Magalhães (São Cristóvão) são os mais afetados.

Carência no Souza Aguiar

“De dez salas de cirurgia existentes no Souza Aguiar, apenas cinco funcionam de forma adequada. Além disso, o hospital deveria ter 119 anestesistas. Atualmente, são menos de 30 no local, ou seja, o hospital funciona com 25% do efetivo necessário”, afirma Darze.

“Há denúncias de profissionais fazendo duas anestesias ao mesmo tempo. Isso é irregular. Demos um prazo para a Secretaria Municipal de Saúde. Se não resolver até dia 22, vai haver paralisação. Na Fernando Magalhães, por exemplo, as cirurgias ginecológicas estão suspensas desde o dia 2”, relata o sindicalista.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o secretário Hans Dohman se reuniu com o sindicato para encontrar soluções para as reivindicações dos médicos.

COMO USAR A SAÚDE PÚBLICA E PRIVADA NO BRASIL

Maria Cecília Mazzariol Volpe


INTRODUÇÃO

Acredito que o choque de se  saber portador  de câncer abala qualquer
pessoa. Porém, posso garantir que, logo, logo, o choque tem que passar
e as coisas práticas têm que ser pensadas e postas em ação.

O tratamento mesmo quando se conta com a assistência do Estado é caro,
demanda a tomada de muitos remédios, suplementos alimentares, fibras e
alimentação pouco convencional.

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