-22.903539
-43.209587
Arquivo da tag: Câncer de mama
Barbie terá versão careca para apoiar mulheres que combatem o câncer
Campanha no Facebook por edição especial da boneca obteve resultado positivo
A boneca Barbie, um dos maiores ícones de beleza feminina do século passado – e que se perpetua até então -, terá uma versão careca para apoiar as mulheres que combater o câncer.
Tudo começou com uma campanha no Facebook, pedindo uma Barbie careca com esse propósito. Agora, de acordo com a CNN, a Mattel, fabricante da boneca, está começando a produção.
Perucas, chapéus, lenços e outros acessórios serão utilizados para dar um “look” diferenciado para a boneca, assim como fazem as mulheres na vida real.
Neste próximo domingo (8), é celebrado o dia de combate à doença. Em São Paulo tivemos, inclusive, um desfile promovido pelo Instituto do Câncer apenas com mulheres que lutam contra a doença.
Fonte: R7
CÂNCER DE MAMA} Brasil usou 25 mil próteses mamárias suspeitas de provocar câncer
Marca PIP foi proibida no Brasil em abril de 2010; Anvisa analisa orientação a pacientes

Médico francês retira implante de silicone da marca PIP de uma paciente.
Foram implantadas no Brasil cerca de 25 mil próteses mamárias da empresa francesa PIP, e as autoridades sanitárias não definiram se, como na França, recomendarão às milhares de mulheres que as utilizam que se submetam a uma cirurgia para retirá-las, disse nesta sexta-feira (23) uma fonte oficial.
Ainda não há uma recomendação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que estuda o caso para definir uma orientação, disse à AFP um porta-voz dessa agência sanitária do governo brasileiro.
A marca foi proibida no Brasil em abril de 2010, depois das primeiras evidências de problemas, apesar de antes disso terem sido usados 25 mil implantes no país, segundo a Anvisa.
O governo francês recomendou nesta sexta-feira retirar “a título preventivo” os implantes mamários de marca PIP de cerca de 30 mil mulheres, apesar de esclarecer que não existem provas de que essas prótese aumentem o risco de câncer.
De acordo com o ministério francês, um número não conhecido desses implantes contém silicone em gel inapropriado para uso médico e portanto apresenta um risco potencial para a saúde em caso de ruptura da prótese. O presidente dessa entidade, José Horácio Aboudib, conversou com a AFP.
- Os fatos médicos que conhecemos indicam que essas próteses podem produzir uma ruptura mais precoce e com mais possibilidade de reação inflamatória, e por isso a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica [SBCP] recomenda que as pacientes que as usam adiantem a revisão para comprovar a integridade das próteses.
Aboudib declarou-se surpreso com a decisão das autoridades francesas de recomendar agora a retirada dessas próteses.
- Esse tema leva dois anos. Houve investigações e as autoridades francesas concluíram que os casos de câncer nãoo estavam relacionados às próteses. Me parece mais uma decisão política do que médica, porque não parece que haja fatos médicos novos.
Câncer de mama – em qualquer idade pode acontecer – Morre ex-miss Venezuela
Morre aos 28 anos ex-Miss Venezuela Eva Ekvall
Eva Ekvall representando a Venezuela no Miss Universo em 2001 (Foto: AFP Photo)
Ela enfrentava um câncer de mama diagnosticado em 2010.
Ex-modelo criticava o governo de seu país por não investir em saúde.
A ex-Miss Venezuela Eva Ekvall morreu neste sábado (17) na cidade americana de Houston (EUA), após enfrentar um câncer de mama que lhe foi diagnosticado em 2010, informaram pessoas próximas a ela. “Infelizmente o câncer teve a última palavra”, disse o escritor Leonardo Padrón ao canal Globovisión, confirmando a morte da ex-modelo, de 28 anos.
Padrón disse que a atriz e apresentadora “tinha uma longa batalha” e estava demonstrando uma coragem extraordinária em sua luta contra o câncer. Ele não confirmou se o corpo de Eva será repatriado.
Eva, após ser diagnosticada de câncer, chegou a questionar a utilização da saúde como meio para conseguir a beleza e não para prevenir e curar doenças. “Já sei o que se sente não ter um fio de cabelo”, publicou Eva em sua conta no Twitter no dia 10 de março após raspar a cabeça.
“Na Venezuela se investe muito dinheiro em ficar bela e não em saúde”, considerou a ex-modelo, reivindicando “a prevenção em saúde como outra forma de se cuidar fisicamente, porque se você está doente não vai se ver bonita”.
Ekvall e o marido, John Fabio Bermúdez. (Foto: Roberto Mata)
Fonte: Globo
Minha querida mãe Flora, a minha flor
Em tratamento contra câncer, Lula raspa cabelo e barba
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva raspou nesta quarta-feira a barba e o cabelo, se antecipando à queda causada pela quimioterapia no tratamento contra um câncer de laringe.
A ex-primeira-dama Marisa Letícia cortou o cabelo e fez a barba do ex-presidente, segundo o Instituto Lula.
A barba era uma das marcas registradas de Lula desde que surgiu politicamente, no final dos anos 1970, como sindicalista.
Diagnosticado com um câncer na laringe há duas semanas, no dia 29 de outubro, Lula iniciou o tratamento quimioterápico dois dias depois (31).
O diagnóstico foi feito em exame realizado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
SINDICATO
O diretor de organização do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Moisés Selerges, que é careca, chegou a sugerir que toda a cúpula da entidade raspasse a cabeça em homenagem a Lula.
Mas a ideia não chegou a ser votada –alguns companheiros brincaram que ele estava agindo em “causa própria”.
Marisa Letícia faz a barba do ex-presidente Lula, que se antecipou aos efeitos da quimioterapia
Falece Ralph Steinman, o pioneiro sobre o sistema imunológico, três dias antes de ser anunciado a sua premiação em ciência que foi anunciada hoje pela Fundação Nobel
DA FRANCE PRESSE / FOLHA.COM
O cientista canadense Ralph Steinman, 68, que foi anunciado nesta segunda-feira como um dos vencedores do Prêmio Nobel de Medicina por seu trabalho pioneiro sobre o sistema imunológico faleceu na última sexta-feira, vítima de um câncer de pâncreas.
Trio de pesquisadores do sistema imunológico vence Nobel de Medicina
Ig Nobel premia profetas do Apocalipse; veja outros ganhadores
“Steinman faleceu em 30 de setembro”, anunciou a Universidade Rockefeller, nos EUA, em um comunicado. “Ele foi diagnosticado com câncer de pâncreas há quatro anos, e a vida dele se prolongou graças à aplicação de uma imunoterapia à base de células dendríticas que ele mesmo criou”.
A universidade acrescentou que estava orgulhosa pela Fundação Nobel ter reconhecido o trabalho do pesquisador e disse que a notícia era boa e ruim. Os parentes de Steinman notificaram a morte do pesquisador dias antes, depois dele ter enfrentado uma longa batalha contra o câncer. “Nossos pensamentos estão com a mulher, os filhos e a família dele.”
| Mike Groll/Associated Press |
![]() |
| O canadense Ralph Steinman da Rockefeller University |
Steinman dividiria o prêmio de US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 2,8 milhões) com o norte-americano Bruce Beutler e o biólogo francês Jules Hoffman, que estudaram os primeiros estágios da reação imunológica a um ataque.
O nome de Steinman como um dos vencedores da maior premiação em ciência foi anunciada hoje pela Fundação Nobel. Como o reconhecimento é atribuído a pessoas vivas, ainda não se sabe como ficará a lista.
Beutler, 53, trabalha no Instituto de Pesquisas Scripps, de La Jolla, na Califórnia. Hoffman, 70, nascido em Luxemburgo, realizou grande parte do seu trabalho em Estrasburgo. Os dois dividiriam a metade do prêmio em dinheiro. A outra metade iria para Steinman.
Beutler e Hoffman descobriram na década de 1990 os receptores de proteínas que reconhecem bactérias e outros micro-organismos agressores, e que ativam a “imunidade inata”, a primeira linha de defesa do do sistema imunológico do organismo.
Steinman foi premiado por sua descoberta de duas décadas atrás sobre células dendríticas, que ajudam a regular a imunidade adaptativa, um estágio posterior da reação imunológica, em que os micro-organismos são eliminados do corpo.
Os trabalhos deles foram cruciais no desenvolvimento de novas vacinas contra doenças infecciosas, e de novas abordagens na luta contra o câncer — o que inclui as chamadas “vacinas terapêuticas”, que estimulam o sistema imunológico a destruir tumores.
O prêmio de Medicina ou Fisiologia costuma ser o primeiro Nobel anunciado a cada ano. O Nobel é entregue desde 1901 a personalidades de destaque nas áreas de ciências, literatura e paz, conforme estipulado no testamento do empresário Alfred Nobel, inventor da dinamite.
O prêmio da categoria do ano passado foi dado ao britânico Robert Edwards por suas pesquisas sobre a fecundação in vitro, iniciadas nos anos 50, em parceria com Patrick Steptoe, morto em 1988. Ele desenvolveu a técnica em que óvulos são fertilizados fora do corpo humano e implantados no útero.
Edwards não compareu à entrega do prêmio por estar, à época, com problemas de saúde.
Terceiro mamilo é descoberto no pé de garota do interior de São Paulo
Um terceiro mamilo foi descoberto no pé de uma garota de 22 anos de idade no interior de São Paulo. Os médicos do Hospital Estadual de Sumaré, que pertence à Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo, acreditam que este possa ser o primeiro caso já registrado no mundo!
Aproximadamente 5% das pessoas “sofrem” com o problema do terceiro mamilo, mas geralmente ele fica localizado acima da cintura. O boletim, divulgado pelo jornal Dermatology Online diz o seguinte: “Uma mulher de 22 anos de idade procurou atendimento médico para tratar uma lesão na região plantar do pé esquerdo, que na verdade descobriu-se ser um mamilo bem formado, cercado por aréola e até cabelos”.
Ela pensou que era um “olho de peixe” e acabou ganhando mais um mamilo!
“O exame microscópico da derme mostrou folículos pilosos, glândulas écrinas e sebáceas” afirmaram os médicos Délio Marques Conde, Eiji Kashimoto, Renato Zocchio Torresan e Marcelo Alvarenga, do Hospital Estadual de Sumaré.
A jovem não teve seu nome e cidade divulgados por motivos óbvios, para que não sofra bullying por aí… Ainda de acordo com o boletim médico, “Os achados clínicos e histopatológicos foram compatíveis com o diagnóstico do tecido mamário supranumerário, também conhecido como pseudomama”.
Mulheres enfrentam via-crúcis para conseguir tratamento de câncer de mama
A recomendação da idade correta para que as mulheres comecem a fazer a mamografia provoca polêmica. Atualmente, a orientação é que se faça o exame a partir dos 50 anos, a cada dois anos.
O Jornal Nacional está exibindo nesta semana uma série de reportagens sobre o câncer de mama. É a segunda maior causa de mortes de mulheres no Brasil. Só as doenças cardíacas matam mais. Nesta terça-feira (5), a repórter Lília Teles mostra qual a melhor idade para se começar a fazer a mamografia e as dificuldades que muitas brasileiras enfrentam para se tratar.
Madrugada no Rio de Janeiro: mais um dia da luta de Márcia para fazer a mamografia. Uma batalha que começou em setembro do ano passado, como o Jornal Nacional mostrou na segunda-feira (4).
Ela acordou às 4h e seguiu para o centro municipal de saúde em Irajá, no subúrbio carioca. Chegando lá, já encontrou uma fila de madrugadores. A espera foi registrada com uma câmera escondida. O portão foi aberto às 6h e Márcia seguiu para outra fila de entrega de senha. E duas horas depois, para a triagem.
Ela precisava agendar uma consulta com um ginecologista, que daria a requisição do exame. Por volta das 10h, a resposta: não havia vaga para aquele dia.
“Caramba! Cheguei aqui às 4h40, enfrentei uma fila danada e não vou conseguir ser atendida?”, ela reclamou.
Márcia foi orientada a voltar na semana seguinte. “Para eu tentar na próxima quarta-feira chegando mais cedo ainda, por volta de 3h, 3h30. Sem ter a certeza de eu ser atendida”, lembra.
No mesmo dia, ela foi para outro posto de saúde, onde também teria que esperar por uma desistência.
O sucesso do tratamento do câncer muitas vezes depende daquele diagnóstico que é feito bem no comecinho, quando a mulher nem tem os sintomas da doença. A dúvida é: quando é que se deve começar a fazer a mamografia?
Toda mulher a partir dos 40 anos tem direito à mamografia de graça. Isso é assegurado por uma lei federal de 2008. Essa também era a idade indicada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) para que se começasse a fazer o exame, que deveria ser feito uma vez por ano. Mas a regra mudou: atualmente, a orientação é que se faça a mamografia a partir dos 50 anos, a cada dois anos. E as mulheres se perguntam: por que essa mudança? Será que não fica tarde demais?
O presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Carlos Alberto Ruiz, diz que por trás dessa orientação do Ministério da Saúde, está um orçamento que não consegue custear todos os exames.
“O Inca apresenta um volume financeiro limitado. A pergunta é: o que eu posso fazer com isso? E o que ele pode fazer com isso é: a partir dos 50 bienalmente”, diz.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, nega que a mudança seja por falta de dinheiro. “Está seguindo um parâmetro de rastreamento, de política de rastreamento internacional de 50 a 69 anos. Mas nós continuamos orientando a partir dos 40 anos. Vários serviços municipais fazem. Nós vamos garantir recursos para isso”, afirma.
Não é só o Brasil que adota os 50 anos. A orientação também é seguida em algumas partes da Europa: na Inglaterra, Alemanha, França e Itália. Outros países acham que o melhor é começar aos 40 anos. É o caso de Japão, Coreia do Sul e Suécia.
Já nos Estados Unidos, o governo defende os 50 anos, mas para a Sociedade Americana de Câncer, a mamografia deve ser feita bem antes disso.
No Instituto do Câncer do Estado de São Paulo um estudo reforça a necessidade de se começar a prevenção o quanto antes. “Hoje nós temos aqui 15% das nossas pacientes têm menos de 45 anos”, revela Edmund Baracat, diretor do Instituto do Câncer do Estado de SP.
Pouca idade, falta de acesso ao exame. Todas essas dificuldades se refletem em números que chocam. No Instituto Nacional do Câncer, no Rio, uma das principais referências no tratamento da doença, 60% das pacientes já chegam nos estágios 3 e 4 do câncer de mama, ou seja, com muita gravidade.
“Para quanto maior o tamanho do tumor, a cada milímetro que o tumor cresce, diminui em 1% a chance de cura. O câncer não espera”, alerta a mastologista Maira Caleffi.
Elizabeth, que se recupera da retirada da mama, tentou, mas não encontrou a rapidez necessária. Todo o processo, desde o primeiro sintoma até agora, demorou dois anos. O primeiro diagnóstico de um hospital municipal do Rio dizia que o tumor não era maligno. Mas seis meses depois, a biópsia confirmou o câncer.
“O tumor que na época estava com 5 centímetros, quando eu fiz a mamografia, na consulta com o médico, já estava com 10 centímetros. Se eles tivessem feito a cirurgia logo em seguida, ou então feito a biópsia, não chegaria a tanto”, diz ela.
Depois da quimio e da cirurgia, ela teve que esperar oito meses por uma vaga na radioterapia. Quando a equipe do Jornal Nacional encontrou Elizabeth, o tratamento estava parado pela segunda vez porque a máquina não estava funcionando.
“Até me dá uma dúvida, se essa máquina, toda vez que quebra, se realmente o tratamento está sendo feito como tem que ser”, ela confessa.
Dona Elizabeth ligou para saber a previsão: “Não tem nenhum previsão de quando vai retornar?”, ela perguntou. “A gente não tem certeza nenhuma para passar para paciente ainda”, respondeu a atendente.
Elizabeth faz o tratamento no Hospital Mário Kroeff, no Rio, que autorizou a equipe de reportagem a entrar. O equipamento foi encontrado exatamente como Elisabeth falou: a máquina, com 23 anos de uso, estava desmontada para manutenção. Os técnicos dizem que quando está em operação, o aparelho fico sobrecarregado.
“Estamos com uma média de 90 pacientes em tratamento. Todos os dias”, relata a radioterapeuta Patrícia Castro.
Elizabeth ainda está longe de levar uma vida normal. Ela não pode, por exemplo, pegar o filho pequeno, de 4 anos. “Não pode. Porque a mamãe está dodói”, ele diz.
O tratamento da paciente Elisabeth foi interrompido duas vezes: em abril e em maio. O diretor do Hospital Mário Kroef, Hiram Silveira Lucas, afirmou que o aparelho de radiologia mostrado na reportagem foi substituído por um novo, mas não informou quando isso foi feito.
VIVENDO SOB PRESSÃO
O Apóstolo Paulo sabia bem o que era viver debaixo de muitas pressões, perseguições, cadeias, açoites, traições, e muita, muita incompreensão. Olhando no semblante de muitas pessoas pode-se ver marcas das pressões em que esta pessoa viveu ou está vivendo. Amargura, insatisfação, nem sempre pelos mesmos motivos que levaram a Paulo, viver pressionado. Pressão externa extenua, cansa, deprime, torna a pessoa amarga, mas o exemplo de Paulo nos revela que as pressões externas não limitavam sua carreira, nem sequer o atemorizava. Tornava-o um cristão ainda melhor, vemos isto nestas declarações: “mas o que para mim era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo”(Fl 3.7). Paulo ainda lembra o seu verdadeiro filho na fé: “…Sobre a imposição de mãos e da profecia, do Dom que há em ti…”
Combate, firmado nelas, o bom combate, mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência vieram a naufragar na fé.
‘’A fé em Deus tem tudo a ver quando se vive sob pressão’’, fazendo-nos lembrar que aquele que começou a boa obra é fiel para completá-la. Não desanime, é sob pressões internas ou externas que aferimos o quanto Deus é conosco para nos livrar e dar vitória.
É na tempestade que o marinheiro é provado, e aprovado.
Não queira fugir das pressões, antes enfrente-as na força do Senhor.
‘’NÃO TEMAS, PORQUE EU SOU CONTIGO; NÃO TE ASSOMBRES, PORQUE EU SOU O TEU DEUS; EU TE FORTALEÇO, E TE AJUDO, E TE SUSTENTO COM A MINHA DESTRA FIEL. ( Isaías 41.10).
Revivendo para Deus a cada dia, e morrendo para o mundo em todo tempo, sabendo que ELE, O NOSSO SENHOR JESUS, NOS FAZ REVIVER COM FÉ.
DECLARE…
CONFESSE…
PROCLAME…
PROFETIZE…
Eu sou mais que vencedor em Cristo Jesus, Amém!
Pra Sandra de Andrade – OMEB 11.752
Baixa auto-estima aumenta sentimentos negativos em relação aos outros
Um novo estudo traz uma afirmação não muito surpreendente: denegrir outras pessoas faz com que você se sinta melhor consigo mesmo. Quando alguém está se sentindo mal, fazer com que outro se sinta pior melhora a auto-estima.
Uma das razões mais antigas do por que as pessoas têm preconceito e criam estereótipos é simplesmente que isso faz com que elas se sintam melhor. Psicólogos têm considerado duas possibilidades para isso: a baixa auto-estima aumenta as avaliações negativas de outros, ou torna as pessoas menos propensas a suprimir os preconceitos que já possuem.
Não há acordo sobre uma das hipóteses. Na nova pesquisa, a conclusão foi de que a auto-estima baixa aumenta a intensidade de preconceitos negativos.
O experimento era feito para deixar os participantes para baixo e, em seguida, observar sua tendência de mostrar preconceito racial. 57 alunos fizeram uma prova muito difícil com 12 questões. Ninguém respondeu a mais de 2 itens corretamente.
Cerca de metade dos participantes recebeu seus resultados (ruins), enquanto os pesquisadores disseram que a pontuação média foi 9 para fazê-los se sentirem mal consigo mesmos. À outra metade foi dito que seus testes seriam corrigidos mais tarde.
Então, todos os participantes completaram um teste para medir seu preconceito racial. Em uma tela, passavam uma série de palavras positivas, palavras negativas e imagens de rostos negros ou brancos.
Primeiro, os participantes tiveram que pressionar a tecla “E” do teclado quando viam um rosto negro ou palavras negativas, e a tecla “I” quando viam rostos brancos ou palavras positivas. Em seguida, os grupos foram invertidos, e os participantes tinham que pressionar uma tecla para rostos negros ou palavras positivas, e outra para rostos brancos ou palavras negativas.
O pensamento era que, se os participantes tivessem sentimentos negativos em relação ao negro, achariam a segunda tarefa mais difícil, e se tinham associações negativas com os brancos, achariam o primeiro teste mais difícil. Isto estaria mais destacado quando as pessoas estivessem se sentindo mal sobre si mesmas.
Como esperado, aqueles que estavam se sentindo mal com suas performances no teste mostraram evidências de preconceito implícito.
Os pesquisadores aplicaram os resultados a um modelo de computador que incluía quatro processos, como o grau em que nossos preconceitos são ativados no cérebro, e se podemos superar tais preconceitos, para descobrir o motivo por que as pessoas agiam assim.
Eles descobriram que pessoas que se sentiram mal consigo mesmas eram mais propensas a mostrar preconceito porque os sentimentos negativos foram ativados com maior intensidade (e não porque se tornaram menos propensas a reprimir sentimentos negativos que já tinham).
A diferença é sutil, mas importante. Se o problema era não conseguir inibir o preconceito, os especialistas poderiam treinar as pessoas para exercer um melhor controle. Já no caso real, a maneira de contornar isso é tentar pensar diferente sobre as outras pessoas. Quando você se sentir mal consigo mesmo, é ideia é que evite fazer com que isso interfira seu julgamento sobre os outros. [LiveScience]
Cai veto de Serra ao combate do câncer de mama
Serra vetou o projeto em 2009 e a Assembleia de São Paulo derrubou o veto. Projeto amplia direitos à mulher no Estado de São Paulo.
Agora é lei: o governo do Estado tem 120 dias para criar a política de prevenção e combate ao câncer de mama.
sto porque, nesta quarta-feira (1/3), a Assembleia Legislativa paulista derrubou o veto que o ex-governador José Serra, em 2009, fez ao projeto de lei 791/2004 de autoria da deputada do PT, Beth Sahão.
Em um de seus artigos, o projeto estabelece como diretriz a instalação de aparelhos de mamógrafos em todas as regiões do Estado, de modo que os exames sejam feitos nas cidades próximas às residências das mulheres. O projeto também determina a assistência à pessoa acometida do câncer de mama, com amparo médico, psicológico e social.
Projetos importantes para as mulheres
Pelo menos 20 projetos de lei de autoria de parlamentares do PT e que têm a mulher como tema principal encontram-se prontos na Assembleia Legislativa e não são colocados na Ordem do Dia à votação para que, caso aprovados, possam virar lei.
A Bancada do PT (atualmente com 20 deputados) é minoria frente à base governista (com quase 70 deputados) e não consegue levar seu projetos ao Plenário.
São importantes projetos de lei como o que garante atendimento integral às mulheres vítimas de violência e os que instituem a Carteira de Saúde da Mulher e o programa de vacinação contra o HPV (Papiloma Vírus Humano) na rede pública.
Dentro da área do trabalho e da habitação, por exemplo, há propostas que versam sobre ações para capacitação profissional da mulher; reserva de 5% das vagas de emprego na área de construção de obras públicas; e que para sejam aplicados, no mínimo, 20% dos recursos estaduais destinados as unidades habitações, em benefício da mulher chefe de família.
Resposta da SBM à polêmica do câncer de mama em mulheres jovens
Carlos A. Ruiz
Sociedade Brasileira de Mastologia alerta: aumento do câncer de mama em jovens é mito e provoca alarmismo
A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), entidade que reúne os mais conceituados especialistas em saúde mamária do país, contesta notícia divulgada esta semana, segundo a qual o câncer de mama aumentou entre mulheres jovens. A SBM, por meio de seu presidente, Dr. Carlos Ruiz, ressalta que ‘o câncer de mama aumentou significativamente em nosso País em todas as faixas etárias e não apenas entre as jovens’. A preocupação da SBM é a de que a notícia gere pânico embora seja destituída de análise científica. A SBM cita um estudo publicado em setembro de 2010 na revista ‘Breast Cancer Research and Treatment’, trazendo uma extensa e rigorosa revisão sobre o tema ‘Epidemiologia do Câncer de Mama em Jovens’. O estudo ressalta que: Não tem havido um aumento na ocorrência de câncer de mama em mulheres jovens, ou seja, aquelas com menos de 45 anos.
O estudo publicado na ‘Breast Cancer Research and Treatment’ revela que tem havido sim um aumento no número total dos casos de câncer MAS ENTRE MULHERES PÓS-MENOPAUSADAS E IDOSAS. Já a proporção de mulheres jovens com a doença tem se mantido estável na maioria dos países, com sinais de queda nos Estados Unidos e Reino Unido. O trabalho relaciona os fatores conhecidos que aumentam o risco para câncer de mama – obesidade, depressão, sedentarismo, ingestão excessiva de alccol, nuliparidade, gestação tardia e terapia de reposição hormonal combinada na menopausa. Todos esses fatores se relacionam a elevação no risco para aparecimento de câncer em pacientes acima de 45 anos e idosas. As pacientes jovens têm como principais fatores de risco as mutações genéticas. ‘O risco do câncer de mama decorrer de mutação genética gira em torno de 10%. A doença acomete jovens, proporcionalmente a todos os casos diagnosticados nas diversas faixas etárias, em 15% a 18% dos casos’, diz Dr. Marcos Desidério Ricci.
O site governamental britânico (www.breastcancercare.org.uk), assinala que a divulgação do aumento da incidência do câncer de mama na mulher jovem é um mito, assim como as afirmações sobre o aumento da incidência associada ao uso de desodorante, trauma da mama, mastalgia e stress. No Brasil, o INCA (Instituto Nacional do Câncer), responsável pela estatística de incidência e mortalidade por câncer, não tem informação disponível sobre a faixa etária que a população é acometida pelos diversos tipos de câncer, não sendo possível definir uma relação de causa-efeito. “Estamos diante de um jogo de informações inapropriadas, que confundem a população, gerando pânico e preocupação”, diz o Dr. Marcos Desidério Ricci.
Números – O mastologista da SBM Dr. Marcos Desidério Ricci fez um levantamento baseado em dados dos Registros Hospitalares da Fundação Oncocentro da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo no período de 2000 a 2008. Este registro inclui dados enviados por 76 hospitais do Estado de São Paulo, incluindo o Hospital do Câncer de São Paulo (Fundação Antonio Prudente), IBCC, Hospital das Clínicas de São Paulo e Ribeirão Preto, CAISM da Unicamp, Hospital de Barretos, Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) dentre outros. Foram analisadas 48.187 pacientes, talvez a maior casuística nacional. Os dados baseados no registro hospitalar de câncer de mama do Estado de SP, centralizados e divulgados pela Fundação Oncocentro, demonstram que nos últimos 10 anos não houve aumento na proporção do número de casos de câncer na pacientes jovens (10 – 44 anos) em relação ao registro total de casos registrados. Tem havido uma tendência de queda no registro de casos de casos nas pacientes jovens (10 – 44 anos), como também tem sido registrado em países como Estados Unidos, Reino Unido e Canada. Exceto a Austrália, Portugal e Espanha que registraram um aumento nesta faixa etária, e nos demais países cuja taxa se manteve estável, sem queda ou elevação.Em 2000 e 2001, a proporção de casos registrados no Estado de São Paulo nas pacientes jovens, em relação à totalidade dos casos foi de 23.9% e 22.8%, respectivamente, enquanto que nos anos de 2008 e 2009 foram 19.8% e 18.9%, respectivamente. Entre os anos de 2000 e 2008 houve um aumento de 27.5% dos casos registrados de câncer de mama. Na faixa etária de 10 a 44 anos, pacientes jovens, o aumento no período foi de 11.6%, inferior ao aumento observado na faixa etária das pacientes no período da menopausa, entre 45 a 59 anos, cujo incremento no número de casos de câncer de mama foi de 41.7%, e das pacientes idosas, com idade entre 60 e mais de 75 anos, com elevação de 42.0% dos casos de câncer de mama.
A doença – O câncer de mama tem se mostrado de difícil controle, especialmente no Sul e no Sudeste, onde ocupa a primeira causa de morte por câncer em mulheres. As razões desse aumento se devem à presença de múltiplos fatores de risco, ligados ao desenvolvimento. Por outro lado, a mortalidade cresce por falta de diagnóstico precoce e tratamento adequado. O Brasil se coloca no nível intermediário de incidência, que pode ser medida de diferentes formas. Uma delas é o risco durante a vida, que nos Estados Unidos chega a ser de 1 para 9, nos países de baixo risco de 1 para 25 e no Brasil de 1 para 15, ou seja 1 em cada 15 mulheres que nascem hoje no Brasil deverá ter câncer de mama, se viver até os 70 anos.O câncer de mama configura um problema de saúde pública, pois tem alta incidência, prevalência, mortalidade e é passível de ações para seu controle. “Apesar dos avanços diagnósticos e terapêuticos não se tem verificado no Brasil qualquer diminuição na mortalidade pela doença nos últimos 40 anos. Seu prognóstico depende, principalmente, do momento da detecção. Daí a importância de se conseguir um diagnóstico precoce, numa fase onde os tratamentos são mais eficazes, menos agressivos e oferecem melhores possibilidades de cura e preservação mamária”, explica o presidente da SBM, Dr. Carlos Ruiz.
Segundo Dr.Ruiz, após a detecção precoce, o tratamento rápido faz a diferença. “Não podemos depender de entidades filantrópicas, beneficências ou ações pontuais para o enfrentamento da doença, bem como não podemos mais nos enganar com ações que não incluam a mamografia como método de rastreamento. Só ela, num programa organizado, poderá diminuir, como aconteceu em vários países, em 30% a mortalidade por câncer de mama”, diz Dr. Ruiz. O Brasil precisa oferecer às mulheres um programa de controle de câncer de mama que promova rastreamento mamográfico anual a partir dos 40 anos, diagnóstico rápido dos casos detectados e tratamento eficiente. “Não podemos admitir que sejam privadas desse direito as mulheres entre 40 e 50 anos. Cerca de 15% dos tumores de mama são diagnosticados nessa faixa etária”, diz o presidente da SBM. Para ele, é necessário criar um modelo multi-institucional de atenção verticalizada para atendimento da população em relação ao câncer mamário, no qual um caso alterado possa ser diagnosticado, tratado e seguido com eficiência e rapidez.
A SBM está desenvolvendo um protocolo multicêntrico para avaliar estes dados em nível Brasil
Novo exame consegue identificar e capturar células cancerígenas
Mecanismo pode ajudar na descoberta e no tratamento de tumores.
‘É como uma biópsia líquida’, diz um dos inventores do teste.
Do G1, com informações da AP
Um novo teste sanguíneo que encontra e captura células cancerígenas entre bilhões de células sadias pode chegar em breve ao mercado. Cientistas do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA, e uma multinacional do ramo da saúde pretendem anunciar nesta segunda-feira (3) uma parceria para produzir o exame em larga escala.
Os cientistas imaginam que, inicialmente, o teste facilitará o tratamento de tumores, pois pode ser feito diariamente e é um jeito rápido de descobrir se medicamentos e terapias estão fazendo efeito. “É como uma biópsia líquida”, que evita a retirada dolorosa de tecidos, diz o médico Daniel Haber, chefe do centro de câncer do hospital e um dos inventores do teste.
O exame também poderá, no futuro, ajudar a diagnosticar o câncer antes que ele se espalhe, atuando paralelamente a testes tradicionais, como a mamografia e a colonoscopia.
Hoje, o único exame sanguíneo disponível no mercado para a detecção de tumores apenas conta as células doentes, mas não consegue capturá-las, impedindo que os médicos possam obter mais informações sobre o problema.
Teste sanguíneo identifica células cancerígenas entre bilhões de células sadias. (Foto: AP)
Como funciona
O exame usa um microchip do tamanho de um cartão de crédito, coberto por 78 mil pequenos cilindros, como cerdas de uma escova de cabelo. Os cilindros contêm uma substância que faz as células cancerígenas grudarem.
Quando o sangue atravessa o chip, as células batem nos cilindros como uma bola em um jogo de pinball. As células cancerígenas se prendem e um corante faz com que elas brilhem. Assim os cientistas podem contá-las e capturá-las.
O próximo passo na pesquisa será encontrar um plástico barato para produzir os testes, que hoje custam centenas de dólares por unidade.
Enquanto isso, o exame será usado experimentalmente em quatro institutos dos EUA.





