Absurdo! Órgão do doador some durante transplante de rim entre irmãos


O Fantástico mostra uma história de mistério. É o caso de um transplante de rins entre irmãos, que tinha tudo pra dar certo, mas, depois de ser retirado do doador, o órgão sumiu.

“Deram fim, deram algum sumiço. Pode estar em alguém. Esperamos por resposta”, comenta Josevan. “Meu irmão ficou sem um rim e eu continuo precisando”, afirma Jacqueline.

Seis anos atrás, a recepcionista Jacqueline Ferreira descobriu que precisava de um transplante. Ela sofria de insuficiência renal crônica. Os rins funcionavam com apenas 10% da capacidade.

Jacqueline passou a fazer sessões de diálise todos os dias. Ficava seis horas presa a uma máquina, para que os aparelhos fizessem o que os rins não conseguem mais fazer sozinhos. Mas o irmão Josevan fez exames que trouxeram esperança.

Com o resultado, os médicos concluíram que ele era doador compatível.

Josevan não pensou duas vezes. “Eu sou mecânico, trabalho com automóveis. Um carro, se eu não substituir a bomba de óleo, com certeza vai trancar o motor. Com rim é a mesma coisa. E a situação estava se agravando”, conta o irmão de Jacqueline.

No dia 1° de agosto de 2006, no Hospital Universitário Presidente Dutra, em São Luís, no Maranhão, o dia e o lugar que era para marcar o fim de um drama, deram início a outro.

 

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Mulher resiste mais à dor do que homem?


O homem é mais resistente. “Em estudos, mulheres apresentaram menor tolerância à dor”, diz o dentista Roger Fillingim, da Universidade da Flórida.

Um experimento do psicólogo Ed Keogh, da Universidade de Bath, no Reino Unido, concluiu que elas sentem dor por mais tempo, com mais frequência e maior intensidade.

O mito começou provavelmente porque os homens são mais chorões. “Por uma questão cultural, as mulheres reclamam menos e sofrem caladas”, explica a anestesiologista Fabíola Minson, da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor.

Fonte: Revista Super Interessante

Entenda a doença da filha de Justus – Estenose crânio-facial


O que é Estenose crânio-facial?

Estenose crânio-facial é uma má-formação óssea decorrente da ausência ou do fechamento prematuro das suturas (pontos em que os ossos se unem) cranianas e faciais acompanhado de hipoplasia maxilar orbital (desenvolvimento precário da maxila e do globo ocular, que é responsável pelos olhos saltados). Pode ocorrer isoladamente ou associada a mais de 70 tipos de síndromes, sendo as mais comuns as de Crouzon e Apert.

A prevalência do problema sobre a população ainda não é bem estabelecida, mas estima-se que a estenose crânio-facial acometa uma em cada 2 mil crianças no mundo. O sexo masculino é o mais afetado, com incidência três vezes maior do que em mulheres.

Causas

Como é uma má-formação de caráter genético, as causas são indeterminadas.

Diagnóstico de Estenose crânio-facial

A anormalidade pode ser descoberta por meio de um estudo radiológico, radiografias ou tomografias do crânio com reconstrução tridimensional. Exames de ressonância magnética ainda podem mostrar sinais de atrofia cerebral ou outras anormalidades. O mapeamento ósseo também pode ser usado para confirmar o diagnóstico, assim como a investigação genética, em alguns casos. Entretanto, uma vez descoberto o problema, nada pode ser feito para evitá-lo.

Tratamento de Estenose crânio-facial

Quando a estenose crânio-facial tem impacto apenas na parte estética, paciente e médico devem discutir a necessidade de uma intervenção cirúrgica precoce para o bem-estar da criança. Nos casos em que o fechamento das suturas coloca em risco a vida ou o desenvolvimento da criança, o procedimento cirúrgico é fundamental e deve ser realizado o quanto antes.

Convivendo/ Prognóstico

Alguns casos exigem acompanhamento fisioterápico, fonoaudiológico e ortodôntico. Se não estiver vinculado a nenhuma síndrome, o problema é apenas estético, não afetando o desenvolvimento neurológico e intelectual do indivíduo.

Complicações possíveis

A não intervenção cirúrgica pode levar a deformidades permanentes da caixa craniana e das estruturas faciais associadas, que incluem deficiências estéticas, funcionais e psicossociais. Algumas delas são:

  • Microcefalia: quando o cérebro atrofia porque não tem espaço para se desenvolver
  • Hidrocefalia: dilatação dos ventrículos e de cavidades dentro do cérebro pelo acúmulo de líquor, líquido que hidrata e protege o órgão
  • Proptose ocular: deslocamento do globo ocular.

Fontes e referências:

  • Neurologista da infância e Adolescência Paulo Alves Junqueira, título de especialista em neuropediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Brasileira de Neurologia, além de membro titular da Academia Brasileira de Neurologia.

  • Cirurgiã dentista Katia Regina Izola Simone, especialista e mestre em ortodontia e ortopedia facial, coordenadora do curso de especialização em ortodontia da EAP-APCD Central (SP) e coordenadora do curso de especialização em ortodontia da São Leopoldo Mandic (SP).

Fonte: Yahoo

@AjudePedro – Transplante de medula óssea é a esperança de portadores de leucemia


Pedro tem um ano e sete meses de vida e já passou por muita coisa. Próximo ao primeiro aniversário, ele foi diagnosticado com leucemia (doença maligna que atinge os glóbulos brancos e não tem origem conhecida) e desde então busca um doador compatível.

Aos seis meses de vida começaram os primeiros sintomas. As alergias comuns desde o nascimento se tornaram mais severas. Pedro aprendeu a andar, mas logo a doença o fez parar. Os primeiros atendimentos médicos foram realizados na rede privada, entretanto, assim que o diagnóstico da leucemia foi comprovado, o pequeno foi encaminhado para atendimento no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, do Hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPMG/UFRJ).

A mãe de Pedro, Júlia Ribeiro, contou ao Blog da Saúde que ao chegar ao hospital já havia uma equipe médica à espera do bebê. “A maior parte do sucesso no tratamento do Pedro se deve ao atendimento recebido. No mesmo dia que ele chegou ao hospital já recebeu o medicamento que fez com que, quatro dias depois, os leucócitos já tivessem praticamente em níveis normais”.

Depois de feito um estudo sobre o tipo de leucemia que atinge Pedro, e comprovada a necessidade de um doador de medula óssea, ele foi inscrito no Sistema Nacional de Transplantes. Os pais, que não são doadores compatíveis, começaram a usar as redes sociais para incentivar outras pessoas a se cadastrarem no sistema e assim acharem uma pessoa compatível com Pedro.

Por meio do blog casadopedro.blogspot.com os pais do pequenino informam sobre o tratamento, dão dicas a outros pais, e fazem campanha em busca angariar mais doadores de medula. “Qualquer pessoa do mundo pode ser compatível com meu filho, mas a gente só vai saber se for atrás, buscar e fizer campanha”, ressalta Júlia.

Mas há pouco tempo a família passou por um drama. Em dezembro foi encontrado um doador compatível para o Pedro, e os exames pré-transplante começaram em janeiro. Porém, o doador desistiu do procedimento e Pedro continua a fazer a quimioterapia para combater a doença. Júlia ainda não entende direito o motivo da desistência. “É difícil a gente pensar que a pessoa desistiu”.

Atualmente Pedro está no final do processo quimioterápico. Mesmo tendo que ficar recluso em casa e passando por uma fase delicada da doença, ele já está mais forte e com os cabelos voltando a crescer. Júlia está grávida novamente e a esperança é de que o irmãozinho que está por vir possa ajudar na cura de Pedrinho.

Como se tornar um doador de Medula Óssea – Atualmente o Brasil possui o terceiro maior banco de doadores de medula do mundo. Para se tornar um doador de medula óssea basta ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde. É possível se cadastrar nos Hemocentros de todo o país.

Foi assim que a estudante Flávia Piovani se tornou doadora de medula óssea. Quando passou para engenharia na UERJ, em 2005, o trote proposto aos novos alunos era que todos fizessem uma doação de sangue e se cadastrassem voluntariamente como doadores de medula óssea no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME). “Em 2006 o Inca (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva) me ligou dizendo que tinha um receptor e que eu podia ir lá para fazer os exames. Fui até o Inca e fiz mais um exame de sangue, para um estudo mais aprofundado e então comecei o processo”.

Existem três tipos de doação de medula: o de coleta de medula direto do osso da bacia, transplante de sangue periférico e o de utilização de cordão umbilical. A equipe médica é que define qual o melhor jeito de realizar a doação. O método mais comum é o de coleta da medula direto do osso. Neste procedimento fica garantida a quantidade suficiente de medula para realização do transplante. Este procedimento é feito em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.

O método escolhido por Flávia foi o do sangue periférico. Nele é feito uma filtragem do sangue, por meio de hemodiálise e de medicamentos, para limpeza e produção de glóbulos brancos suficientes para a doação.  “Enquanto eu tomava os remédios eu tive alguns sintomas como dores na lombar e dor de cabeça, mas nada que me prejudicasse”, ressalta a doadora.

A coordenadora substituta do Sistema Nacional de Transplantes, Amélia Trindade, explica que o método do sangue periférico é um pouco mais demorado porque tem que captar estas células do sangue. “Este método é o mais seguro de sucesso, porém nem sempre é efetivo”.

Flávia contou que não conheceu a pessoa para quem doou, mas que se sentiu muito orgulhosa em saber que ajudou a salvar uma vida. “Eu tinha muito medo, muitas dúvidas, eu não sabia se o que iam tirar de mim me faria falta. Hoje, eu tenho certeza que não me faz falta alguma. Depois de duas semanas eu voltei para fazer alguns exames para ver se depois da doação estava tudo normal. Estava tudo certinho. E eu posso ir lá outras vezes: quem sabe eu não dou a sorte de ser doadora de outra pessoa de novo?!”.

O transplante de medula óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue.

Ilana Paiva / Blog da Saúde

Governo vai investir R$ 505 milhões contra o câncer


*Ministro Padilha eu ainda sonho e espero grandes investimentos também em prevenção – Sandra de Andrade
Agência Brasil

A previsão, de acordo com o ministério, é que nos próximos cinco anos sejam adquiridos 80 aceleradores lineares, expandindo o acesso ao tratamento para mais 28.800 pacientes ao ano.Padilha explicou que a produção nacional desse tipo de equipamento só será possível com a futura instalação de uma fábrica no país, programada para entrar em atividade apenas em 2015.

“Hoje não existe nenhuma fábrica que produza acelerador linear no nosso país e [há] pouquíssimos fornecedores mundiais – na verdade, apenas dois grandes e outros de menor escala”, disse. “Isso fará com que a produção de equipamentos também seja cada vez mais sustentável, gere inovação tecnológica e empregos no nosso país”, completou Padilha.

As obras e os novos equipamentos devem ampliar tecnologicamente 48 unidades oncológicas que já oferecem radioterapia, além de criar mais 32 serviços. O objetivo, de acordo com o ministro, é reduzir a desigualdade no acesso aos serviços de radioterapia, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste e no interior do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste.

Atualmente, 135 dos 269 hospitais habilitados em alta complexidade em oncologia no SUS oferecem serviços de radioterapia. Há ainda 13 serviços fora de hospitais. Ao todo, a rede pública responde por 75% de todos os serviços no país voltados para essa área.

Apenas este ano, foram identificados 260 mil casos de câncer em mulheres, dos quais 27% são de mama e de colo do útero.

O combate a esses dois tipos de câncer é considerado prioridade pela pasta.

Barbie terá versão careca para apoiar mulheres que combatem o câncer


Campanha no Facebook por edição especial da boneca obteve resultado positivo

A boneca Barbie, um dos maiores ícones de beleza feminina do século passado – e que se perpetua até então -, terá uma versão careca para apoiar as mulheres que combater o câncer.

Tudo começou com uma campanha no Facebook, pedindo uma Barbie careca com esse propósito. Agora, de acordo com a CNN, a Mattel, fabricante da boneca, está começando a produção.

Perucas, chapéus, lenços e outros acessórios serão utilizados para dar um “look” diferenciado para a boneca, assim como fazem as mulheres na vida real.

Neste próximo domingo (8), é celebrado o dia de combate à doença. Em São Paulo tivemos, inclusive, um desfile promovido pelo Instituto do Câncer apenas com mulheres que lutam contra a doença.

Fonte: R7

Vídeo mostra batalha mortal entre nosso corpo e o câncer


Um vídeo da série “Sob o Microscópio”, da Universidade de Cambridge, revela uma batalha até a morte entre uma célula branca do sangue (do sistema imunológico) e uma célula cancerígena. A célula T (verde), que tem apenas 10 mícrons de comprimento, identifica e envolve sua vítima lentamente (o filme foi acelerado – a ação é 92 vezes mais rápida que o tempo real).

O vídeo foi feito pelo doutorando Alex Ritter, no laboratório de imunologia do professor Gillian Griffiths, informa material publicado no site “The Atlantic”. Em sua página no Youtube, Griffiths explica por que este processo é essencial para a pesquisa do câncer:

“Células do sistema imunológico protegem o corpo contra patógenos. Se as células em nossos corpos são infectadas por vírus, ou se tornam cancerígenas, então células assassinas do sistema imunológico identificam e destroem as células afetadas. Células T citotóxicas são assassinas muito precisas e eficientes. Elas são capazes de destruir células infectadas ou cancerígenas, sem destruir células saudáveis em seu entorno. Nosso laboratório estuda como isto acontece. Ao entender como isso funciona, podemos desenvolver formas de controlar células assassinas. Isso nos permitirá descobrir como melhorar as terapias do câncer”.

Fonte: Yahoo

Primeira Pedalada contra o Câncer em Angra dos Reis


Dia 10 de março, às 9h, saindo da Estrada Angra Getulândia 134, em frente a PIB Japuíba, Rua Prefeito João Gregório Galindo 134 – Japuíba – Angra dos Reis.

acontecerá 1ª PEDALADA CONTRA O CÂNCER DE MAMA, a ser realizada no entorno da Grande Japuíba.

Esse evento, que é coordenado pelo Revifé,  já acontece há 10 anos lá no Rio e  em Angra será a primeira vez.

No Rio, a primeira pedalada foi de Copacabana até Icaraí, inclusive parando a ponte Rio-Niterói.

Câncer, uma doença oportunista – A morte de Eliana Tranchesi


Um artigo direcionado principalmente para os que passaram ou estão passando por um câncer!

A morte de Eliana Tranchesi mostra claramente a questão do oportunismo de uma doença.

A doença em questão é o câncer que vitimou a dona da DASLU esta madrugada.

Na Revista Veja eu li uma declaração de Eliana onde claramente se observa o oportunismo do câncer que se aproveita da fragilidade, da tristeza, de crises e de diversos fatores que provocam um desequilíbrio em nosso sistema imunológico favorecendo a abertura para que doenças se manifestem.

Doenças que estavam no corpo esperando o momento para “surgir”.

Confira o texto da Eliana com os principais trechos da última carta escrita por ela:


“Como muitos de vocês já devem saber,  há 5 anos, um ano depois da Operação da Policia Federal na Daslu, fui diagnostica com um tumor no pulmão e desde então luto contra a doença. São batalhas as vezes vencidas por mim e outras vezes por ela.
No último final de semana fui diagnosticada com uma pneumonia no pulmão direito.

Vim para o hospital e a partir de domingo tive reações muito fortes de efeitos colaterais de um antibiótico que tomei. É um tipo de reação muito rara, somente 0,01% das pessoas a tem. Fui uma delas. Tive um tremendo revertério e  pela primeira vez na minha vida não vi luz no meu presente, nem alegrias no meu passado e nem esperanças no futuro.

Sentia como se eu tivesse um filtro negro nos meus olhos, só me  fazendo enxergar  tristezas que vivi. Vivi por 3 dias um presente sem alegrias. Nada a ver com nada dos meus dias e nada a ver com minha personalidade guerreira e positiva.

Esses últimos dias foram de aprendizado, pois pude sentir por 3 dias o que muita gente passa toda a vida sentindo, como se estivesse num túnel sem saída. Pouco a pouco os efeitos passaram e voltei a ser eu mesma, a Eliana de sempre, feliz com os momentos presentes, com lembranças de momentos maravilhosos que vivi e com muita esperança no futuro!”
Não tenho como imaginar o impacto que Eliana viveu ao ser presa e desmoralizada na mídia
Eu posso sim afirmar que tudo o que ela viveu a fragilizou dando a oportunidade do câncer se manifestar.
Aos que já passaram por um câncer, como eu, ou os que estão em tratamento eu alerto para uma vigilância constante contra o LADRÃO DA ALEGRIA que pode ter diversos nomes.
A tristeza, a mágoa, a dor da solidão, problemas familiares, problemas sociais ou econômicos SEJA O QUE FOR que tenta agir na sua alma não permita que atinja o seu espírito.
Peça forças ao Senhor Jesus para enfrentar este Golias, mesmo que você esteja enfraquecido(a) a sua força virá do Senhor e a brecha não será aberta para que o câncer volte, vença ou surja.
Não são palavras positivas que nos levam a vitória.
As palavras de conhecimento e de fé é que nos conduzem a vitória plena em Cristo.
Não admita que nada ou ninguém interfira em seu interior.
Não permita ficar mais de um dia triste ou decepcionado.
Entregue seu passado na misericórdia de Deus, o seu presente na Graça do Senhor Jesus e o seu futuro na provisão do Senhor Deus todo poderoso.
Se você que está lendo este artigo crê em Jesus sabe que o câncer não é uma sentença, é apenas uma palavra.
Sabe também que sobre sua vida existe uma única palavra e esta palavra é de vida e vida em abundância. João 10:10b
Então vamos viver e derrotar este LADRÃO DA ALEGRIA em nossas vidas, saúde e sonhos.
Deus nos abençoe rica e abundantemente,
Pra Sandra de Andrade

Estudante de 17 anos que pode ter descoberto a cura para o câncer


Angela Zhang, que está no Ensino Médio, disse se sentir uma “Cinderela nerd”

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Reprodução/CBS

A estudante Angela Zhang, de apenas 17 anos, ficou famosa por ter achado o que pode ser a cura para o câncer. Só que não foi “do nada” – ela, que sempre foi brilhante, disse que se sente uma “Cinderella nerd”.

Ela, que é filha de chineses e nasceu na Califórnia, Estados Unidos, ganhou em janeiro uma bolsa de estudos no valor de mais de R$ 170 mil pelas descobertas.

Angela parece uma adolescente normal, aprendendo a dirigir agora. Só que, na verdade, ela sempre foi brilhante: no primeiro ano do Ensino Médio fez estudos sobre bioengenharia de nível suficiente para doutorado, e no ano seguinte entrou no laboratório da Universidade de Stanford, por exemplo.

Kavita Gupta, que dá aulas de química para a garota, comentou o caso:

- Cura para o câncer. Uma garota do Ensino Médio. É tão surpreendente. Eu não consigo nem começar a compreender como ela sequer pensou nisso ou fez isso.

Sabe o que Angela disse? Isso aqui: “Esse é um momento de Cinderela para uma cientista nerd como eu”.

O estudo

A ideia de Angela foi misturar remédios contra o câncer em um polímero (ou uma grande molécula) que se juntaria a partículas menores – que se juntariam às células cancerígenas e mostrariam aos médicos exatamente onde os tumores estariam.

Uma luz infravermelha mirada na direção dos tumores derreteria o polímero e libertaria o remédio, matando as células cancerígenas e deixando as células saudáveis intactas.

Quando testado em ratos, os tumores quase desapareceram completamente. Apesar de demorarem anos até esses testes chegarem a seres humanos, os resultados parecem promissores.

Fonte: R7