Paciente em tratamento contra o câncer, sofre com greve dos ônibus em Salvador

Em tratamento médico, idoso recorre a van para viajar para interior da Bahia (Foto: Egi Santana/ G1)
Seu Antônio teve que viajar em transporte clandestino
por falta de ônibus (Foto: Egi Santana/ G1)

A greve dos rodoviários na Bahia também tem atingido a população que depende do transporte intermunicipal.

São pessoas como Seu Antônio José Alves Filho, de 75 anos, que mora em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, mas faz tratamento contra câncer de próstata e viaja com frequência para Salvador. “A prefeitura de Vitória da Conquista nos ajuda, pagando a passagem de ônibus que custa R$ 123 para mim e um acompanhante”, conta.

Seu Antônio deveria embarcar de volta para Vitória da Conquista às 21h de quarta-feira (23), mas com a paralisação do transporte, teve que recorrer ao transporte alternativo, uma van, na manhã desta quinta-feira (24) e desembolsar R$ 120 para conseguir voltar para casa com a filha.

“Isso é um absurdo, muita gente dormiu aqui e está fazendo tratamento médico. Tivemos que ir para um hotel perto da rodoviária, que gerou mais uma despesa. Não posso faltar ao trabalho”, desabafa Maria Aparecida, filha de Seu Antônio.

Campanha contra câncer de mama pede que mulheres publiquem fotos de seus peitos

SBM alerta para o tipo de câncer, que mata cerca de 10 mil brasileiras por ano
Clique na imagem para ir ao site

A SBM (Soceidade Brasileira de Mastologia) criou uma campanha, chamada “Eu amo meus peitos”, pedindo para que internautas brasileiras enviem fotos de seus seios.

A ideia, apesar de inusitada, serve para apoiar o combate ao câncer de mama — que, segundo a entidade, causa cerca de 10 mil mortes por ano. Normalmente por diagnóstico tardio.

Segundo a SBM, um nódulo fatal tem, em média, mais de 3 cm. Como um nódulo leva de 8 a 10 anos para crescer 1 cm, muitas mulheres passam mais de 20 anos sem acompanhamento.

Além disso, até site e página no Facebook foram criados para apoiar a campanha.

NOTA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MASTOLOGIA

O câncer de mama é o mais temido pela mulher brasileira, independentemente da sua origem, cor ou condição social.

Isso porque, além dos danos físicos, ele é capaz decausar efeitos psicológicos que afetam a percepção da sexualidade e autoestima da mulher. Apesar de ser relativamente raro antes dos 35 anos de idade, suaincidência cresce rápida e progressivamente acima dessa faixa etária.

Para todo o Brasil, são esperados cerca de 50 mil novos casos por ano, com aproximadamente 10.000 mortes. A principal causa dessas mortes é o diagnóstico tardio. Para ter uma idéia da importância do diagnóstico precoce, vamos fazer uma conta: sabe-se que um nódulo fatal tem, em média, mais de 3 cm. Sabe-se também que nódulo da mama demora em geral de 8 a 10 anos para crescer 1 cm. Ou seja, muitas mulheres passam mais de 20 anos convivendo com a doença sem tratamento ou acompanhamento. Muitas mortes podem ser evitadas todos os anos no País com procedimentos muito simples.

A forma mais popular para diagnosticar o câncer de mama é a auto-palpação (exame em que a mulher usa sua própria mão para descobrir caroços nos seios). Essa é uma medida caseira e prática, que possibilita diagnósticos mais precoces. Encontrar umnódulo não significa ter a doença: é importante ressaltar que 80% dos nódulos palpados são benignos. Em outras palavras, não é porque encontrei algo que tenho câncer.

Já a mamografia é a medida diagnóstica mais eficiente e recomendada. Por intermédio dela é possível detectar lesões suspeitas, diagnosticando antes mesmo do nódulo ser palpável. Sua realização a partir dos 40 anos pode reduzir a mortalidade docâncer de mama em até 35%. E hoje, graças a esta precocidade diagnóstica, acura pode chegar até 95% dos casos.

Por tudo isso e muito mais, precisamos conscientizar a população sobre a importância da mamografia. Só assim será possível melhorar a condição de acesso ao exame, qualificar os mamógrafos e criar centros de que possam tratar e medicar as pacientes da forma mais rápida possível. Dessa maneira poderemos reverter oquadro brasileiro, em que certos centros demoram até 6 meses para colocar apaciente na mesa de cirurgia.

Contamos com você para continuarmos combatendo o Câncer de Mama!

Sociedade Brasileira de Mastologia

Luiza Valdetaro corta cabelo em solidariedade à filha, que tem câncer

Com apenas 4 anos, Maria Luiza sofre com o tratamento para leucemia

Do R7
Luiza Valdetaro corta cabelo em solidariedade à filha, que tem câncerReprodução/Twitter

As duas resolveram ficar com visual parecido e Luiza se diverte com sua filha

A atriz Luiza Valdetaro e o seu marido, Alberto Blanco, lutam a cada dia para conseguir tornar a doença da filha algo leve.

Sempre divertida e positiva, Luiza decidiu cortar o cabelo junto com sua filha que teria queda natural dos fios, por conta do tratamento contra o câncer que envolve quimioterapia.

De acordo com o jornal Diário de S. Paulo, a atriz já teria que cortar o cabelo para Gabriela, próxima novela das 23h da Globo, por isso resolveu antecipar.

Pensando no bem-estar de sua filha, que poderia ter algum receio em cortar as madeixas, a atriz inventou uma competição na qual ganharia um brinquedo quem ficasse com o cabelo mais curto. Luiza explicou qual foi o resultado.

— Malu pediu para eu cortar o cabelo dela bem em cima, e eu fiz, com uma tesoura de papel mesmo… Ficou meio doido, mas ela curtiu depois.

A atriz vem travando a batalha de ver sua filha com leucemia e estava há três meses fora de casa para acompanhar a filha no tratamento.

No entanto, sempre agradece pela evolução apresentada.

— Indescritível o rosto de felicidade da Malu entrando em casa… Mt bom voltar! #obrigadasenhor

Mulher resiste mais à dor do que homem?

O homem é mais resistente. “Em estudos, mulheres apresentaram menor tolerância à dor”, diz o dentista Roger Fillingim, da Universidade da Flórida.

Um experimento do psicólogo Ed Keogh, da Universidade de Bath, no Reino Unido, concluiu que elas sentem dor por mais tempo, com mais frequência e maior intensidade.

O mito começou provavelmente porque os homens são mais chorões. “Por uma questão cultural, as mulheres reclamam menos e sofrem caladas”, explica a anestesiologista Fabíola Minson, da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor.

Fonte: Revista Super Interessante

Entenda a doença da filha de Justus – Estenose crânio-facial

O que é Estenose crânio-facial?

Estenose crânio-facial é uma má-formação óssea decorrente da ausência ou do fechamento prematuro das suturas (pontos em que os ossos se unem) cranianas e faciais acompanhado de hipoplasia maxilar orbital (desenvolvimento precário da maxila e do globo ocular, que é responsável pelos olhos saltados). Pode ocorrer isoladamente ou associada a mais de 70 tipos de síndromes, sendo as mais comuns as de Crouzon e Apert.

A prevalência do problema sobre a população ainda não é bem estabelecida, mas estima-se que a estenose crânio-facial acometa uma em cada 2 mil crianças no mundo. O sexo masculino é o mais afetado, com incidência três vezes maior do que em mulheres.

Causas

Como é uma má-formação de caráter genético, as causas são indeterminadas.

Diagnóstico de Estenose crânio-facial

A anormalidade pode ser descoberta por meio de um estudo radiológico, radiografias ou tomografias do crânio com reconstrução tridimensional. Exames de ressonância magnética ainda podem mostrar sinais de atrofia cerebral ou outras anormalidades. O mapeamento ósseo também pode ser usado para confirmar o diagnóstico, assim como a investigação genética, em alguns casos. Entretanto, uma vez descoberto o problema, nada pode ser feito para evitá-lo.

Tratamento de Estenose crânio-facial

Quando a estenose crânio-facial tem impacto apenas na parte estética, paciente e médico devem discutir a necessidade de uma intervenção cirúrgica precoce para o bem-estar da criança. Nos casos em que o fechamento das suturas coloca em risco a vida ou o desenvolvimento da criança, o procedimento cirúrgico é fundamental e deve ser realizado o quanto antes.

Convivendo/ Prognóstico

Alguns casos exigem acompanhamento fisioterápico, fonoaudiológico e ortodôntico. Se não estiver vinculado a nenhuma síndrome, o problema é apenas estético, não afetando o desenvolvimento neurológico e intelectual do indivíduo.

Complicações possíveis

A não intervenção cirúrgica pode levar a deformidades permanentes da caixa craniana e das estruturas faciais associadas, que incluem deficiências estéticas, funcionais e psicossociais. Algumas delas são:

  • Microcefalia: quando o cérebro atrofia porque não tem espaço para se desenvolver
  • Hidrocefalia: dilatação dos ventrículos e de cavidades dentro do cérebro pelo acúmulo de líquor, líquido que hidrata e protege o órgão
  • Proptose ocular: deslocamento do globo ocular.

Fontes e referências:

  • Neurologista da infância e Adolescência Paulo Alves Junqueira, título de especialista em neuropediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Brasileira de Neurologia, além de membro titular da Academia Brasileira de Neurologia.

  • Cirurgiã dentista Katia Regina Izola Simone, especialista e mestre em ortodontia e ortopedia facial, coordenadora do curso de especialização em ortodontia da EAP-APCD Central (SP) e coordenadora do curso de especialização em ortodontia da São Leopoldo Mandic (SP).

Fonte: Yahoo

Vídeo mostra batalha mortal entre nosso corpo e o câncer

Um vídeo da série “Sob o Microscópio”, da Universidade de Cambridge, revela uma batalha até a morte entre uma célula branca do sangue (do sistema imunológico) e uma célula cancerígena. A célula T (verde), que tem apenas 10 mícrons de comprimento, identifica e envolve sua vítima lentamente (o filme foi acelerado – a ação é 92 vezes mais rápida que o tempo real).

O vídeo foi feito pelo doutorando Alex Ritter, no laboratório de imunologia do professor Gillian Griffiths, informa material publicado no site “The Atlantic”. Em sua página no Youtube, Griffiths explica por que este processo é essencial para a pesquisa do câncer:

“Células do sistema imunológico protegem o corpo contra patógenos. Se as células em nossos corpos são infectadas por vírus, ou se tornam cancerígenas, então células assassinas do sistema imunológico identificam e destroem as células afetadas. Células T citotóxicas são assassinas muito precisas e eficientes. Elas são capazes de destruir células infectadas ou cancerígenas, sem destruir células saudáveis em seu entorno. Nosso laboratório estuda como isto acontece. Ao entender como isso funciona, podemos desenvolver formas de controlar células assassinas. Isso nos permitirá descobrir como melhorar as terapias do câncer”.

Fonte: Yahoo

Primeira Pedalada contra o Câncer em Angra dos Reis

Dia 10 de março, às 9h, saindo da Estrada Angra Getulândia 134, em frente a PIB Japuíba, Rua Prefeito João Gregório Galindo 134 – Japuíba – Angra dos Reis.

acontecerá 1ª PEDALADA CONTRA O CÂNCER DE MAMA, a ser realizada no entorno da Grande Japuíba.

Esse evento, que é coordenado pelo Revifé,  já acontece há 10 anos lá no Rio e  em Angra será a primeira vez.

No Rio, a primeira pedalada foi de Copacabana até Icaraí, inclusive parando a ponte Rio-Niterói.

Brasileiras com câncer de mama podem ganhar três novos medicamentos

Brasileiras com câncer de mama podem ganhar pelo menos três novos medicamentos contra a doença, o tipo mais comum de neoplasia feminina em São Paulo. Os remédios, entre eles um produto que evita a perda dos cabelos durante o tratamento quimioterápico, devem ser avaliados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda neste ano.

Uma das drogas já foi submetida ao órgão regulatório nacional, as demais passarão pelo procedimento nos próximos meses. A partir da entrega dos documentos pela farmacêutica, a Anvisa tem até 90 dias para analisar os medicamentos.

Os três seguem a mais nova tendência em tratamentos de câncer: a personalização. Isso porque têm como alvo características específicas de determinados subtipos do tumor.

Dia Nacional da Mamografia alerta para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama

O oncologista Sérgio Simon, do Hospital Israelita Albert Einstein, diz que essa tendência aplica-se a quase todos os tipos de câncer.

Mas, no caso das mamas, a classificação é uma das mais avançadas: há cinco subtipos da doença já identificados.

- Antigamente, achava-se que o câncer de mama era uma doença única. Hoje, sabemos que são doenças diferentes, com tratamento sob medida. Penetramos na profundidade da biologia molecular de cada tumor para entender o que aquela célula tem de errado.

Duas dessas novidades destinam-se ao tumor do tipo HER2 positivo, no qual as células têm uma quantidade anormal da proteína HER2, levando à multiplicação desordenada de células e tornando o tumor mais agressivo.

Já existe no mercado um anticorpo (trastuzumabe) que combate essa proteína. Mas, agora, pesquisadores descobriram um anticorpo (pertuzumabe) capaz de se fixar em um ponto diferente da molécula de HER2, potencializando o bloqueio à proteína, de modo a mater a doença sob controle por mais tempo.