Dono da empresa que adulterou silicone é preso na França

Jean-Claude Mas é pivô de escândalo sanitário que atinge o Brasil.

Ele foi preso na casa de sua companheira, segundo a polícia.

A polícia da França prendeu nesta quinta-feira (26) Jean-Claude Mas, o fundador da empresa PIP de próteses mamárias, que se encontram no centro de um escândalo sanitário internacional e é alvo de processos, segundo a polícia.

“Jean-Claude Mas foi detido no domicílio de sua companheira e colocado sob custódia”, afirmou a fonte.

O presidente da PIP, Jean-Claude Mas, em julho de 2010. (Foto: Interpol / Reuters / Divulgação)
O presidente da PIP, Jean-Claude Mas,
em julho de 2010. (Foto: Interpol / Reuters / Divulgação)

Mas foi preso devido a uma investigação iniciada em dezembro na cidade de Marselha (sul da França) sobre as implicações sanitárias das próteses mamárias PIP.

A empresa está no centro de um escândalo mundial, que diz respeito a milhares de mulheres em inúmeros países, inclusive o Brasil, por causa da fabricação de implantes mamários de silicone defeituosos.

O escândalo se intensificou em dezembro, ao revelar-se que essas próteses continham um aditivo para combustíveis.

Mas negou à época que seu produto ofereça risco à saúde.

Ele deve ser processado por homicídio culposo.

Lula visita Reynaldo Gianecchini no hospital em São Paulo

Lula e Gianecchini lutam contra um câncer desde 2011. Crédito da Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visitou, na tarde desta quarta-feira (25), o ator Reynaldo Gianecchini, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde ambos fazem tratamento contra um câncer.

Entenda como é o tratamento de Gianecchini

Saiba mais sobre a doença de Lula

Em outubro do ano passado, Lula foi diagnosticado com um câncer de laringe e, atualmente, passa por sessões diárias de radioterapia. Já Gianecchini foi diagnosticado, também no ano passado, com câncer do sistema linfático e se recupera de um autotransplante de medula, realizado no último dia 12.

O encontro entre o ex-presidente e o ator durou cerca de meia hora. A ex-primeira-dama Marisa Letícia, e a mãe de Gianecchini, Heloisa Helena Gianecchini, também estavam presentes.

Luta contra o câncer

Lula descobriu que estava com câncer em outubro de 2011, após apresentar rouquidão. Assim que a doença foi descoberta, o ex-presidente se submeteu a três sessões de quimioterapia – realizadas em um intervalo de 21 dias, cada uma –, mas os médicos descartaram fazer cirurgia para retirar o tumor.

Após a conclusão da quimio, os médicos responsáveis pelo tratamento do ex-presidente anunciaram que o câncer de Lula havia regredido 75%.

Desde o dia 4 de janeiro, ele passa por sessões diárias de radioterapia, que devem durar entre seis a sete semanas. Neste período, Lula fica em um ambulatório do hospital, mas retorna para sua casa diariamente.

Já o ator global descobriu que estava com um câncer raro em agosto do ano passado, chamado de linfoma de células T angioimunoblástico. A doença atinge apenas 10% dos pacientes com linfoma do tipo não Hodgkin. Em 2009, a presidente Dilma Rousseff (então ministra da Casa Civil), também enfrentou um linfoma do tipo não Hodgkin, mas considerado mais leve (tipo B), e foi curada.

Assim como Lula, Gianecchini também teve de passar por sessões de quimioterapia no ano passado e, na semana passada, foi submetido a um autotransplante de medula. Agora, ele precisa permanecer alguns dias internados para acompanhar a evolução do tratamento.

Desde que descobriram a doença, tanto Lula quanto Gianecchini demonstraram, em entrevistas e comunicados, estarem otimistas em relação ao tratamento.

Dilma pede apuração sobre suposta negligência de hospitais a secretário

A presidente da República, Dilma Rousseff, solicitou nesta sexta-feira (20) ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que apure suposta negligência de hospitais particulares do Distrito Federal no atendimento ao secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira. Ele morreu na madrugada desta quinta-feira (19) devido a um infarto no miocárdio.

Na noite desta quinta-feira, a presidente soube que houve possível falta de socorro imediato a Duvanier, que procurou três hospitais particulares de Brasília até conseguir ser atendido. Um dos hospitais disse não ter negado atendimento. Outro, que não tem registro de solicitação de atendimento para Ferreira.

Dilma teria ligado para o ministro Padilha e pedido que “providências exemplares” sejam tomadas em relação ao caso. A informação é da assessoria de comunicação do Planalto.

O Ministério da Saúde afirma que a Agência Nacional de Saúde (ANS) vai apurar se, de fato, houve recusa por parte dos hospitais em prestar socorro a Ferreira por não aceitarem seu plano de saúde. O ministro Alexandre Padilha, segundo a assessoria do ministério, entrou nesta sexta em contato com o órgão, que vai apurar se houve alguma falha entre o plano de saúde e os hospitais envolvidos.

A família de Duvanier Ferreira teria procurado os hospitais Santa Lúcia e Santa Luzia.

Segundo o superintendente jurídico do Hospital Santa Lúcia, Gustavo Marinho, não foi negado atendimento a Ferreira. “Uma acompanhante do paciente perguntou se o hospital atendia pela Geap (plano de seguridade social que atende a órgãos do governo federal). A funcionária disse que não, mas que poderia atendê-lo como paciente particular. A acompanhante disse então que preferia buscar outro hospital. Em nenhum momento houve solicitação de atendimento”, disse.

A direção do Santa Luzia informou que não encontrou informações sobre pedido de atendimento para Ferreira. De acordo com a direção, os funcionários do plantão foram procurados e relataram que não houve nenhuma negativa de atendimento na noite de quinta-feira.

“O câncer me fez perceber como a vida é importante e dar valor para a saúde”

Emma Parker passou de 114 quilos para 62 em sete meses.

 

Um câncer mudou a vida da britânica Emma Parker – só que para melhor.

Em agosto de 2010, aos 18 anos, a jovem descobriu que estava com linfoma de Hodgkin, segundo reportagem do jornal Daily Mail.

Ao terminar o tratamento e se curar da doença, Emma aproveitou a chance de recomeçar e decidiu livrar-se da obesidade.

Juntou-se a um grupo de apoio semelhante ao Vigilantes do Peso depois de perceber que a sua tia, que participava do programa, começou a perder peso.

“Não é exatamente uma dieta. O programa é tão variado que eu não me senti entediada ou desencorajada”, disse.

Em apenas sete meses, Emma, que pesava 114 quilos, perdeu 52.

“O câncer me fez perceber como a vida é importante e dar valor para a saúde”, afirmou.

A história de Emma comprova o que todo mundo já sabe: para perder peso não adianta partir para as dietas radicais, mas sim fazer uma reeducação alimentar.

Governo e planos de saúde deverão trocar prótese com problema em mulher que já teve câncer

Representantes do governo e de sociedades médicas definiram nesta quarta-feira (18) os critérios técnicos para acompanhamento e indicação de substituição das próteses de silicone das marcas PIP e Rofil.

Mulheres com implantes podem recorrer à Justiça

Segundo a diretriz, todos os usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) e de planos de saúde, que possuírem implante mamário de silicone das duas marcas e que apresentarem sinal ou confirmação de ruptura de uma ou das duas próteses deverão ser acolhidos pela rede de saúde pública e de saúde suplementar para fazer o diagnóstico da situação do implante e das condições de saúde dos pacientes.

No caso de pacientes que tenham antecedente de câncer de mama e que apresentem alguma alteração no exame clínico, independente de ter sintomas, devem ser submetidos à troca das próteses (das marcas PIP ou Rofil) em cirurgia reparadora da (s) mama (s).

Participaram da reunião técnica representantes do governo federal – Ministério da Saúde, ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária–, além das sociedades brasileiras de Mastologia e de Cirurgia Plástica.

Os principais critérios definidos foram divididos em assuntos. Veja abaixo:

Para quem não sabe a marca da prótese

Pacientes portadores de implantes mamários cuja fabricante é por eles desconhecida ou que não possuírem mais o cartão que identifica a prótese utilizada deverão procurar o médico que os operou para as devidas informações.

Na impossibilidade de localização do profissional que realizou a cirurgia, o paciente deverá dirigir-se ao hospital onde foi realizado o procedimento e solicitar às informações que constam do prontuário médico (disponível aos pacientes por até 20 anos).

Uma vez identificada a procedência da prótese – e se estas forem das marcas PIP ou Rofil – o paciente deverá procurar o estabelecimento público de saúde ou a rede de saúde suplementar onde o implante foi realizado.

Exames para detectar problemas

Os pacientes com ou sem sintomas de ruptura da (s) prótese (s) deverão ser avaliados pelo médico por meio de exame clínico. O médico também deverá recomendar a realização de exames de imagem – preferencialmente, ultrassonografia – para a confirmação ou não de rompimento e/ou extravasamento do conteúdo da prótese e possíveis repercussões à saúde do paciente.

As rupturas podem ser detectadas pela ultrassonografia das mamas. A ressonância magnética é outro método diagnóstico por imagem que deverá ser utilizado conforme critérios estabelecidos na diretriz.

Quando trocar de próteses

Cada caso deverá ser analisado pelo médico e sob o ponto de vista da saúde do paciente, em consonância com as diretrizes definidas hoje.

No SUS, as cirurgias de reparação/reconstrução mamária são realizadas por serviços de saúde de média ou alta complexidade.

Todos os pacientes com sintomas ou sem sintomas, mas com alteração apresentada pelo exame clínico e que tenham antecedente de câncer de mama deverão ser submetidos à troca das próteses (das marcas PIP ou Rofil) em cirurgia reparadora da (s) mama (s).

Nos demais casos – ou seja, pacientes sem diagnóstico ou histórico de câncer de mama – os resultados dos exames físicos e de imagem é que indicarão a necessidade ou não de troca dos implantes. Se confirmada a ruptura da (s) próteses (s) pelo exame de imagem, o paciente deverá ser submetido à cirurgia reparadora para a troca dos implantes mamários.

O procedimento de troca dos implantes mamários na rede pública deverá ser realizado, em princípio, pelo serviço de referência onde o procedimento inicial ocorreu.

Em caráter excepcional, os pacientes que estiverem distantes do médico ou do estabelecimento que realizaram o implante poderão procurar um serviço de saúde ou um Centro de Especialidades do SUS mais próximo para avaliação e o devido encaminhamento à unidade que realizou o procedimento cirúrgico inicial. Na saúde suplementar, as operadoras de planos de saúde indicarão os serviços da rede credenciada, cooperada ou referenciada.

Como será feito o acompanhamento

Os pacientes que não forem submetidos à cirurgia reparadora para a troca do implante devem ser acompanhados e reavaliados após três meses.

No caso de realização de cirurgia reparadora/reconstrutiva das mamas, os pacientes deverão ser acompanhados.

Após a alta hospitalar, os pacientes deverão continuar o acompanhamento e o respectivo tratamento, se for o caso.

A importância da prevenção} Ministra da Comunicação Social faz cirurgia contra câncer de mama

A ministra da Secretaria de Comunicação Social, Helena Chagas, submeteu-se a uma cirurgia para retirada de um câncer na mama.

Ela confirmou nesta segunda-feira (16) que passou pelo procedimento, realizado em Brasília no mês passado.

Helena retirou uma microcalcificação de aproximadamente 3 milímetros da mama em 21 de dezembro. Ela deixou o hospital Santa Lúcia, em Brasília, em 24 de dezembro e permaneceu de licença médica até 9 de janeiro.

A ministra afirmou que não precisará passar por quimioterapia e que voltará a fazer exames daqui três meses. “Estou ótima”, disse em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto.

Esta não é a primeira vez que a ministra detecta um carcinoma. Há 18 anos, ela teve de passar por cirurgia semelhante, mas também não houve necessidade de quimioterapia.

Desta vez, afirmou, Helena detectou a calcificação durante exame de rotinas, que costumava realizar uma vez por ano. “Por isso são importantes os exames de prevenção”, disse.

A ministra desmentiu a informação de que a presidente Dilma Rousseff teria a convocado para uma reunião poucos dias após a cirurgia. Pelo contrário, disse, Dilma teria pedido que Helena voltasse para casa ao saber que a ministra estaria de volta ao Palácio antes do fim de sua licença médica.

“Câncer de pênis” – A importância das palestras de prevenção

*Realizo palestras e incluo o assunto HPV na palestra sobre DSTs e com fotos nada “bonitas” para alertar sobre este tipo de câncer e que muitas vezes ocorre por falta de higiene favorecendo o surgimento de DSTs incluindo o HPV que pode levar ao câncer MUTILADOR de pênis – leia a matéria abaixo:

Por alto número de casos de câncer de pênis, homens devem se vacinar contra HPV no Brasil

O Ministério da Saúde discute incluir a vacina contra o HPV (papilomavírus humano) no Programa Nacional de Imunização. Se aprovada, a vacina será para meninas de 9 anos a 13 anos, com custo em torno de R$ 600 milhões anuais. Apesar disso, o secretário da Comissão de Doenças Infecto-Contagiosas em Ginecologia e Obstetrícia da Febrasgo, José Eleutério Junior, acredita que a vacina também deveria ser aplicada em homens.

Há uma intensa discussão científica global sobre o público alvo destas campanhas públicas. Isto porque o HPV está relacionado a praticamente 100% dos casos de câncer de colo de útero (o segundo que mais afeta as mulheres), mas também está associado a pelo menos metade dos casos de câncer de pênis.

“No Brasil, em especial, é aconselhável vacinar homens porque a incidência de verrugas é alta. O país é o segundo com maior número de casos de câncer de pênis no mundo. São de 5 a 11 casos para 100 mil habitantes, dependendo da região. Nos EUA, é 0,5 para 100 mil”, explica.

O HPV é a doença sexualmente transmissível mais frequente no mundo. Dados indicam que 80% da população entrou em contato com o vírus alguma vez na vida. Segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer), 25% das brasileiras estão infectadas, apesar de só 3% a 10% delas desenvolverem um câncer relacionado.

O lado masculino

Um estudo holandês publicado no periódico PLoS Medicine de dezembro de 2011 discute a eficiência das campanhas públicas de vacinação apenas para meninas. As conclusões são de que, apesar de a transmissão de homens para mulheres ser mais ineficiente, o que tornaria a vacinação de homens mais efetiva para reduzir a infecção em todos os níveis, as campanhas atuais têm sido suficientes.

Jeremy D. Goldhaber-Fiebert, professor da Universidade de Stanford, nos EUA, escreveu um editorial sobre o artigo em que afirma que a vacinação masculina não só diminuiria as doenças relacionadas ao HPV diretamente nos homens, como também reduziria a circulação do HPV na população, indiretamente melhorando a proteção das mulheres. Entretanto, o estudo conclui que a melhor estratégia é que a cobertura da vacinação contra o HPV em mulheres seja o mais abrangente possível.

No Brasil, o projeto de lei da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) propõe a vacinação gratuita para mulheres entre 9 a 40 anos, porém o Ministério da Saúde é contra a inclusão da vacina por lei e prevê a vacinação na rede pública apenas para meninas de 9 a 13 anos. Para o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a ampliação do acesso ao exame de papanicolau e a melhoria do tratamento das lesões seriam a melhor solução para as mulheres em idade correspondente com a vida sexual.

O professor americano é contrário a esta ideia e defende a vacinação como o melhor método para combater o câncer de colo de útero. “É melhor prevenir o desenvolvimento do câncer com a vacina. Vale lembrar que muitas mulheres em países em desenvolvimento não tem acesso aos exames [periódicos de papanicolau que detectam lesões pelo vírus]“, destacou. Grazziotin lembra que os Estados do Norte do país apresentam as maiores taxas de mortalidade pela doença, exatamente pela falta de acesso ao tratamento.

Vacinas

Existem duas vacinas contra o HPV, a quadrivalente e a bivalente. A quadri cria anticorpos para os dois principais tipos do vírus causadores do câncer (16 e 18) –os mesmos da bivalente –e também para dois tipos que geram verrugas genitais (6 e 11).  A vacina protege contra 70% dos casos de câncer de colo do útero.

A maioria dos países adota no sistema público a vacina quadrivalente. O Reino Unido divulgou no final de 2011 que a partir de setembro deste ano irá substituir a vacina dupla (fornecida desde 2008) pela quádrupla. Segundo pesquisa feita na Austrália, houve redução de 90% das verrugas genitais com a vacinação no sistema de saúde do país.

Para Eleutério Junior, é importante também proteger a população contra as verrugas genitais. “Temos cerca de 30 milhões de pessoas com verrugas todo ano no Brasil. Assim, é de interesse geral vacinar não só para prevenir o câncer, como também a própria DST”, conta.

A vacina, hoje só é fornecida na rede privada e custa cerca de R$ 400 a dose. Ela é aplicada em três doses. Para o governo, cada dose deve sair por US$14 mais impostos. Eleutério destaca que a decisão do governo por uma ou outra vacina deve ser pelo preço mais competitivo.

‘É uma bomba atômica dentro da gente’, diz mulher com silicone da PIP

Tadeu Meniconi Do G1, em São Paulo

“É uma bomba atômica dentro da gente”. É assim que a carioca Denise Villar Berretta, que colocou implantes mamários da marca PIP em 2007, define a prótese da fabricante francesa.

Dois anos depois de fazer a cirurgia plástica para colocar o silicone, Denise percebeu um nódulo na mama esquerda, perto da axila, mas a mamografia não apontou nada.

No começo de 2010, uma nova mamografia indicou a ruptura, que já estava mais avançada, e um exame de ressonância magnética comprovou o vazamento. Ela decidiu pagar pela cirurgia de troca do implante, retirando o material com problema.

Mas ela relata que, recentemente, seu médico encontrou um pequeno tumor causado pela impregnação de silicone. “Estou sentindo as consequências até hoje”, lamenta. Denise diz ainda que sofre com dores e inchaços que atrapalham sua atividade como artista plástica.

A artista plástica Denise Villar Berretta colocou implantes mamários da marca PIP em 2007 (Foto: Arquivo pessoal)

Chateada com os médicos
Após a retirada do implante da PIP, Denise colocou nos seios o implante da marca que queria desde o início. Ela conta que, em 2007, foi convencida por sua médica a escolher a PIP, e a razão teria sido econômica. “Estou muito chateada com a classe médica de maneira geral”, resume Denise.

Segundo ela, há relatos de outras mulheres que passaram por situações parecidas. Uma paciente teria ouvido de sua médica que o implante da PIP “anatomicamente ficaria melhor no biotipo dela”.

‘Tem que tirar logo’
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quarta-feira (11) que o SUS vai pagar a troca das próteses nos casos em que houver risco de ruptura. “Acho que foi um grande passo à frente”, comemora Denise.

Porém, enquanto não houver deformidade nos implantes, o sistema de saúde pública vai apenas monitorar as pacientes.

“É muito prático em termos de despesa, mas não é o ideal”, afirma a artista plástica. A opinião de Denise é que “tem que tirar logo, porque vai romper um dia, com certeza”.

Tadeu Meniconi Do G1, em São Paulo

Doação de Medula – saiba o procedimento – @REVIFE @sandraDandrade @AjudePedro

“Em busca da ousadia” – Pra Sandra de Andrade na Revista Graça

Gianecchini está pronto para o autotransplante

Reynaldo Gianecchini está pronto para encarar o autotransplante.

O ator foi internado na última quarta-feira (4) no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para fazer alguns exames antes da cirurgia.

Os resultados mostram que Giane está com condições de ir para a próxima etapa.

Antes do autotransplante, ele ainda deve fazer duas sessões de quimioterapia, de cinco dias cada uma, com um intervalo entre elas.

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O ator, de 39 anos, foi diagnosticado com um câncer no sistema linfático em agosto de 2011.

Na cirurgia serão reimplantadas células saudáveis de Giane, que foram retiradas ainda no ano passado.

Sua última internação foi em dezembro. Ele foi liberado antes do Natal.

Na ocasião, o ator se preparava para o autotransplante, mas uma febre adiou o tratamento.

Caso o autotransplante seja bem-sucedido, Gianecchini pode ficar curado e retomar sua vida normal.

Reynaldo Gianecchini volta a ser internado em São Paulo

O ator Reynaldo Gianecchini voltou a ser internado nesta quinta-feira (5) no Hospital Sírio-Libanês, na Zona Sul de São Paulo, segundo informações do hospital. A pedido da família e do próprio Gianecchini, o Sírio-Libanês não pode passar mais informações sobre a internação.

Gianecchini foi diagnosticado com câncer no sistema linfático em agosto de 2011, após ser internado por conta de uma faringite. Ele recebeu alta do hospital no dia 26 daquele mês, depois de ser submetido às primeiras sessões de quimioterapia.

O ator, de 38 anos, faz tratamento contra o linfoma não Hodgkin de células T, aliando o tratamento médico tradicional, com sessões de quimioterapia, à medicina espiritual.

Médicos operarão vietnamita para retirar tumor de 90 quilos

AFPPor Fv Hospital | AFP

Um homem incapacitado de caminhar por causa de um tumor na perna direita que pesa mais do que o restante do seu corpo será submetido a uma longa cirurgia para extirpá-lo nesta quinta-feira, informaram fontes hospitalares vietnamitas.

O tumor de 90 quilos que Nguyen Duy Hai carrega será retirado por uma equipe médica em um procedimento delicado de 10 horas de duração com apenas 50% de chances de sucesso, informou o hospital França-Vietnã, na Cidade Ho Chi Minh.

Hai, de 31 anos, que sofre de um raro distúrbio genético, vive com o tumor desde os quatro anos, destacou o hospital em um comunicado.

Ele teve parte da perna amputada aos 17 anos, mas o tumor, que não é canceroso, continuou a se expandir, dificultando a locomoção e o sono de Hai.

Segundo a imprensa estatal, que acompanha a doença de Hai há anos, acredita-se que o tumor seja o maior já registrado no Vietnã.

“Trata-se de um procedimento gigantesco com muitos riscos, inclusive risco de morte durante a cirurgia ou os cuidados pós-operatórios”, acrescentou o hospital, destacando que o paciente e sua família decidiram seguir adiante com a remoção mesmo assim.

A cirurgia maratônica será chefiada pelo médico americano McKay McKinnon, que em 2004 removeu com sucesso um tumor de 80 quilos de uma mulher romena.

McKinnon abriu mão do pagamento que receberia por operar Hai e o custo remanescente da cirurgia, calculado em 250 milhões de dongs (cerca de US$ 12.000), será coberto por doações, destacou o hospital.

#ForçaLula faz químio para complementar tratamento de radioterapia

O ex-presidente Lula passa nesta quarta-feira (4) por uma sessão de quimioterapia complementar à radioterapia iniciada nesta manhã. De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês, o procedimento visa potencializar os efeitos da radioterapia, que será feita cinco vezes por semana, durante cerca de um mês e meio.

Lula chegou ao hospital às 10h42 desta manhã, sem a companhia da mulher Marisa Letícia. A radioterapia durou cerca de 20 minutos, segundo a assessoria de imprensa do ex-presidente. Por volta das 15h, ele ainda passava pela quimioterapia, segundo o hospital.

Os medicamentos utilizados nesta quimioterapia são diferentes dos aplicados no ex-presidente nos ciclos realizados no ano passado, entretanto, não são necessariamente mais fracos.

A quimioterapia integrada à radioterapia não será feita todos os dias. Sua realização dependerá da avaliação dos médicos.

O ex-presidente deve deixar o hospital ainda nesta tarde e seguirá para sua casa, em São Bernardo do Campo (SP).

No período do tratamento, Lula deve voltar diariamente ao hospital, exceto aos fins de semana. O ex-presidente receberá radiação para tentar eliminar o que resta do tumor.

No último dia 13 de dezembro, Lula realizou a última das três sessões de quimioterapia, primeira etapa do tratamento.

Após os primeiros exames, a equipe médica informou que o tumor na laringe, diagnosticado em outubro, havia sofrido uma redução de tamanho de 75%.

Desde o início do tratamento, os médicos descartaram a possibilidade de cirurgia.